Blog

  • Martí­rio de São Januário no século IV dá testemunho da Eucaristia

    São Januário(San Gennaro) e companheiros †305

    Aprisionado e exigido que prestasse homenagem aos deuses.

    Diante do tribunal, São Januário foi reprovado pelo pró-consul Timóteo, que lhe apresentou a seguinte alternativa: “Ou ofereces incenso aos deuses, ou renuncias à vida“.

    —”Não posso imolar aos demônios, pois tenho a honra de sacrificar todos os dias ao verdadeiro Deus”-respondeu com altaneria o santo Prelado, referindo-se à celebração eucarística.

    Irado, o pró-consul ordenou que o santo Bispo fosse lançado imediatamente numa fornalha ardente. Mas Deus quis renovar em favor de seu fiel servo o milagre dos três jovens israelitas, atirados também nas chamas, de que fala o Antigo Testamento. São Januário saiu desta prova do fogo ileso, para grande surpresa dos pagãos.

    O tirano, atribuindo o prodígio a artes mágicas, ordenou que São Januário e mais seis outros cristãos fossem conduzidos a Puzzoles, onde seriam lançados às feras na arena.

    No dia marcado para o suplício, o povo lotou o anfiteatro da cidade. No centro da arena. São Januário encorajava os companheiros: “Ânimo, irmãos, este é o dia do nosso triunfo, combatamos com valor nosso sangue por Aquele Senhor, a quem devemos a vida”.

    Mal terminara de falar foram libertados leões, tigres e leopardos famintos, que correram em direção às vítimas. Mas, em lugar de despedaçá-las, prostraram-se diante do Bispo de Benevento e começaram a lamber-lhes os pés. Ouviu-se então um grande murmúrio no anfiteatro, que reconhecia não existir outro verdadeiro Deus senão o dos cristãos. Muitos pediram clemência. Mas o pró-consul, cego de ódio, mandou decapitar aqueles cristãos.

    Fonte: Na luz Perpétua, 2ª.  ed., Pe. João Batista Lehmann, Editora Lar Católico – Juiz de Fora – Minas  Gerais,  1935

  • Testemunhos de experiências com a Eucaristia

    “Eu sou o PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU . Quem comer deste PÃO viverá eternamente. O PÃO que eu DAREI é a minha carne para a VIDA DO MUNDO” (Jo 6,51).
    Jesus usa o futuro “DAREI a minha carne para a vida do mundo”, anunciando a futura doação, seja na Instituição da Eucaristia seja na Cruz

    Na vida da Beata Elisabeth da Trindade:

    A Senhora Hallo confirmará o esplendor do olhar de Elisabete, especialmente quando voltava da comunhão: “nunca poderei esquecer o seu olhar. O rosto de Elisabete, quando voltava da comunhão, não se pode explicar”.

    “Creio que não há nada que nos manifesta tanto o amor que está no coração de Deus como a Eucaristia. É a união consumada, é ele em nós e nós nele; e não lhe parece que isto é o céu na terra?”
    (Beata Elisabeth da Trindade)

    “Depois da comunhão, possuímos o céu inteiro em nossa alma, exceto a visão dele”
    (Beata Elisabeth da Trindade)

    Allen Hunt, Pastor da Igreja Metodista Unida de Mount Pisgah, perto de Atlanta, Geórgia, a terceira maior Congregação Metodista do mundo, deixou o protestantismo e se converteu ao Catolicismo. Allen conquistou seu título de  Ph. D. na universidade de Yale, e trabalhou como hospedeiro do “Allen Hunt Show”, transmissor de um das mais influentes estações de rádio de Atlanta.

    Ele mencionou ao menos duas razões que o levaram a se converter ao Catolicismo: 1 – a grande divisão dentro do protestantismo,  que dá um triste testemunho ao mundo; e 2 – a Presença Real de Cristo na Eucaristia.

    Polêmico roteirista de Hollywood revela sua conversão ao Catolicismo

    Joe Eszterhas é um roteirista de cinema conhecido em Hollywood como o criador do “thriller erótico”, um gênero composto por filmes escuros que combinam o sexo e a violência. Em uns dias publicará seu mais recente livro no que narra sua assombrosa conversão ao Catolicismo.

    “A Eucaristia e a presença do corpo e sangue de Cristo está em minha mente e é uma experiência assustadora. A Comunhão é poderosa e é quase um sentimento celestial”, afirma.
    Ainda agora recebe ofertas para escrever roteiros sobre temas sinistros. Entretanto, assegura que gastou muita vida explorando o lado escuro da humanidade e não quero voltar a isso nunca mais”.

    No último ano, os médicos lhe deram de alta  e assegura que venceu o câncer graças ao que ele considera um milagre. Este é o motivo pelo qual escreveu seu novo livro titulado “Crossbearer: A memoir of faith” (Portador de Cruz: Uma lembrança de fé).

    Fonte: ACI Digital.

    A paixão por Deus

    Se apaixonar por Deus é o começo de tudo, mas tbm é preciso alimentar essa paixão, p/ q o fogo da paixão q esta em nós…e como alimenta-la? Através da Eucaristia.

    Quando participamos da Eucaristia, sentimos ainda mais que o amor ardente dessa paixão em nós; ao comungarmos, a Paixão por Deus aumenta, tornando cada vez maior…ai, percebemos q a Eucaristia é essencial, fundamental para nossa fé, nosso crescimento. É atraves da Eucaristia q tbmnos faz amar mais as coisas de Deus e q tbm pela Eucaristia q cresce nosso amor a Ele.

    Vamos nos apaixonar por Deus, para sempre te-lo como centro de nossa vida, p/ q sejamos felizes de verdade, louva-lo na alegria e na tristeza, em todas as horas e minutos, para conseguirmos carregar nossa Cruz…deixe a Paixão de Cristo te envolver, q Jesus seja nosso maior exemplo…deseje senti-lo diariamente  para ter forças para lutar com convicção, por amor a ele…deixe que a paixão de Deus te de coragem para renunciar as coisas q não são de Deus e vencer as tentaçõesz diárias…mergulhe de cabeça, melhos q venha ventos fortes para apagar o fogo ardente da paixão de Cristo por nós…

    “Jesus, pela  sua dolorosa paixão, tende piedade de nós e do mundo inteiro”

    Diegão
    Fonte: http://tudoedopai.zip.net/arch2007-07-01_2007-07-07.html

    Dom da Eucaristia
    O encontro do sacerdote com Jesus na Eucaristia, fonte da Nova Evangelização

    Testemunho do O Cardeal Van Thuan, que enfrentou a perseguição comunista no Vietnã:

    No seminário, minha formação se inspirou na vida do Cura D´Ars, são João Maria Vianney, e do Padre Pio. Eles me acompanharam durante toda a vida sacerdotal. Quando eu celebrava sozinho na prisão, João e Pio estavam sempre diante de mim e celebravam comigo. Foi graças ao seu sacrifício e ao seu amor pela Eucaris-tia que eu pude sobreviver na prisão. Lembro-me de que o Padre Pio celebrava a missa não em vinte ou trinta minutos, mas em uma hora, uma hora e meia. Ninguém reclamava da duração da missa, porque todos estavam fascinados pela sua maneira de celebrar, inclusive os bispos que assistiam. Entretanto, algumas pessoas mal-intencionadas pediram ao Santo Ofício que o proibisse de celebrar a Eucaristia desta forma, e então o Padre Pio foi obrigado a celebrar a missa em no máximo 45 minutos. O Padre Pio obedeceu à ordem, mas os fiéis pediram à Santa Sé a permissão para o frade celebrar a missa como antes, e Pio XII deu a autorização.

    Alguém perguntou a São João Maria Vianney porque às vezes ele chorava e outras vezes sorria quando celebrava a missa. Ele respondeu que sorria quando pensava no dom da presença de Jesus na Eucaristia e chorava quando pensava nos pecadores que não podem receber tal dom. Quando fui preso, retiraram todos os meus pertences, mas me permitiram escrever para casa e pedir roupa e remédios. Eu pedi que me enviassem vinho em frascos de remédio para o estômago. No dia seguinte, o diretor da prisão me chamou para perguntar se eu estava mal do estômago, e se tinha algum remédio. Depois de escutar as minhas respostas afirmativas, me entregou um pequeno frasco de vinho com uma etiqueta que dizia “ remédio para a dor de estômago ”. Este foi um dos dias mais felizes da minha vida! Desta forma eu pude celebrar a missa dia após dia, com três gotas de vinho e uma gota d´água na palma da mão e com um pouco de hóstia que me davam para a celebração, e que eu guardava com muito cuidado contra a umidade.

    Depois, quando estava com outras pessoas de fé católica, era abastecido de vinho e de hóstias, que os seus familiares levavam quando iam visitá-los. De um modo ou de outro, eu quase sempre pude celebrar a missa, sozinho ou acompanhado. Celebrava depois das nove e meia da noite, porque a essa hora não havia luz e conseguíamos juntar umas seis pessoas. Todos dormiam numa cama comum, 25 em cada parte. Cada um dispunha de 50 centímetros: estávamos como sardinhas

    A presença de Jesus fazia maravilhas, porque entre os católicos também havia alguns que eram pouco fervorosos, menos praticantes… Havia ministros, coronéis, generais e, na prisão, cada um em particular fazia uma Hora Santa todas as tardes, uma hora de adoração e de oração diante de Jesus eucarístico. Assim, na solidão, na fome… uma fome terrível, foi possível sobreviver. Desta maneira dávamos testemunho na prisão.

    A semente tinha sido semeada. Ainda não sabíamos como ia germinar, mas pouco a pouco, um a um, budistas, membros de diversas religiões, inclusive fundamentalistas hostis ao catolicismo manifestavam o desejo de ser católicos. Nos tempos livres eu ensinava catecismo a todos juntos. Batizava às escondidas e… era até padrinho. A presença da Eucaristia mudou a prisão, que era lugar de vergonha, de tristeza, de ódio e que tinha se transformado em lugar de amizade, de reconciliação e em escola de catecismo. Sem saber, o governo tinha feito uma escola de cate cismo!

    A presença da Eucaristia é muito forte, a presença de Jesus é irresistível. Eu e todos os meus companheiros de prisão somos testemunhas disto.

    Fonte: http://es.catholic.net/sacerdotes/558/1655/articulo.php?id=14138

    “A Eucaristia teve um papel decisivo em minha conversão”

    Rianne Spoon, holandesa de 22 anos e estudante de medicina, foi recebida na Igreja Católica no dia 12 de dezembro de 2004, durante uma Missa solene celebrada na Catedral de Santa Catarina de Utrecht.

    Há um ano e meio uma companheira universitária se converteu e isso me fez pensar muito. Dava-me conta de que acreditávamos no mesmo Deus. Apesar de ter uma forte sensação de unidade com a fé católica, havia dois pontos de desunião: a Eucaristia e a maneira de ver Maria, a Mãe de Deus. Depois de um período de estudo sobre estes e outros temas, decidi fazer a profissão de fé na comunidade protestante a que pertence a minha família, ainda que tivesse dificuldades em alguns pontos, como por exemplo o modo como viam a Igreja Católica.

    Mas o que teve um papel decisivo na minha conversão foi a Eucaristia. Tinha inveja das pessoas que iam todos os dias à Missa. Não podia imaginar a minha vida como católica sem ir diariamente à Missa. Também foi importante, sem dúvida, encontrar no Papa a figura de um pai, e ver brilhar o rosto de Cristo nos sacerdotes e nos católicos que conheci.

    Olhando para trás, não deixa de surpreender-me como Deus atuou comigo. Por um lado, porque a maior parte da fé católica eu aprendi tomando um copo de chocolate quente com a minha amiga Agnes.

    Fonte: http://www.opusdei.org.br/art.php?p=9339

    Todos nós cristãos somos chamados a dizer nosso sim a Deus, quando fazemos isso, a resposta positiva à vontade de Pai marca o início de uma nova vida, uma caminhada de conversão com o auxílio da força que vem do Espírito Santo.

    Ser de Deus nos torna capazes de dizer NÃO quando for preciso e SIM quando é necessário. Meu irmão, Deus tem um plano para cada um de nós, e quando aceitamos cumprir a vontade do Pai a vida toma um novo sentido, o AMOR .

    O nosso “sim” reparte nossa vida em antes e depois. Deus sempre esteve comigo, assim como ESTÁ contigo, no momento em que eu ouvi sua voz me chamando eu disse meu SIM, e foi através da Eucaristia que fiz meu encontro pessoal com Deus, foi diante do Sacramento do Amor que tive a coragem de mudar o rumo de minha vida.

    Mesmo sendo católico, vivi por muitos anos distante de Deus, ou melhor, sem conhecer realmente Deus, tive uma vida regada por bons conselhos, uma boa criação, aprendi a viver sem a presença de um Pai, fui criado pelo meu avô, minha mãe nunca exigiu uma caminhada na Igreja, eu ia à Missa algumas vezes, ou seja, quando dava para ir, e quando ia era somente para marcar presença. Fiz minha primeira Eucaristia, comecei a caminhar mais “próximo” de Deus, tive contato com algo novo, algo que eu desconhecia, passei aos poucos dando pequenos passos que hoje foram essenciais para minha conversão. Aos sábados rezava o terço na casa de uma vizinha junto com outras crianças, fazia por fazer, mas não foi em vão aquele período de oração, logo mais eu já seria um adolescente e estaria crismando. Após minha crisma, comecei a participar de um grupo de oração, Grupo Jovens de Dom Bosco. Nesse período eu já preparava o solo do meu coração para as sementes que ali estavam sendo plantadas, faltava apenas regar para que o deserto começasse a florir.

    Hoje sou feliz por ser um pecador fiel, pois Deus está comigo a todo o momento, perdi alguns amigos, mas encontrei muitos anjos, fui criticado, mas só assim pude ver o quanto eu sou pecador, me senti só, e vi o quanto sou fraco e preciso da Misericórdia do Senhor, deixei os bens materiais e hoje busco os bens eternos. Aqueles amigos de antes acham que me perderam, mas ganharam um intercessor, e pela graça de Deus, alguns deles já estão buscando o caminho da Salvação e estão prontos para pagar os preços desta escolha.

    A Eucaristia mudou a minha vida e VAI mudar a sua também!

    Fonte: http://evangelizacaoefe.blogspot.com/2008/01/o-preo-de-nossas-escolhas.html

  • Deus quer ouvir você

    Esse texto é de São Francisco Xavier, que foi evangelizar China, Índia e Japão, morreu de febre e cansaço. Esse grande santo missionário entrou no Céu com quarenta e seis anos, e percorreu grandes distâncias para anunciar o Evangelho, tanto assim que se colocássemos em uma linha suas viagens, daríamos três vezes a volta na Terra. São Francisco Xavier, com dez anos de apostolado, tornou-se merecidamente o Patrono Universal das Missões ao lado de Santa Teresinha do Menino Jesus.

    “Sabe qual o som que Deus mais gosta de ouvir?

    O som da sua voz!

    É esse o som que Deus quer ouvir de você em qualquer momento, a qualquer hora, em todas as situações que você passar – boas ou ruins, andando no mar ou no deserto.

    Em muitos momentos nós paramos e ficamos esperando encontrar alguma forma de alcançar o Senhor, parece que não estamos conseguindo a atenção do Pai.

    “Mas o que eu faço para estar ao lado do Senhor?

    Como atingir o coração de Deus?”.

    A resposta para essas perguntas é muito simples: Oração.
    Ou seja, temos que falar com Deus! A nossa voz é o som que Deus mais gosta de ouvir, Ele quer que tenhamos comunhão com Ele em todo tempo assim como era com Adão antes do pecado entrar na vida dele.

    Os ouvidos de Deus estão abertos e a melodia entoada em nossas orações está tocando o coração do Pai, mesmo que às vezes isso pareça algo distante de ser percebido por nós.

    Cada uma das minhas, das suas, das nossas palavras são como música aos ouvidos do Senhor e Ele se agrada em nos atender. Por meio de Jesus Cristo (só por Ele), nós podemos pedir qualquer coisa ao Pai.

    Faça soar nos ouvidos de Deus o som que Ele quer ouvir.

    Ore.

    A oração traz intimidade, traz paz, supre as necessidades espirituais e materiais.

    Existe uma batalha dentro de nós, essa batalha é entre a carne e o espírito.

    Se alimentarmos a carne ela ganha e conseqüente ocorre a derrota do espírito em nossas vidas.

    Porém, a verdadeira vida só recebemos por intermédio de Jesus Cristo, devemos alimentar o espírito.

    E como alimentá-lo?

    Somente buscando da fonte da vida que é Deus.

    E como buscar da fonte?

    Orando!!! “E tudo o que pedirdes na oração, crendo, recebereis.” Mt 21.22
    “Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração.” Mt 21.13
    “Mas nós perseveraremos na oração.” At 6.4

    Portanto, vamos conversar com Deus, pois Ele se agrada em ouvir a nossa voz.

    Vamos tocar o som que toca o coração do Senhor.

    Vamos orar sem cessar!!!!

    E nunca se esqueça: ORE e verá a glória de Deus!!”

  • Como deve ser nossa oração segundo a Verdadeira Vida em Deus

    Um dia Vassula pediu a Jesus que lhe desse luz para ouvir e escrever, mas disse rapidamente sem refletir, sem muito amor e sem O sentir verdadeiramente.

    Jesus disse: -“Vassula, a oração não tem sentido, se as palavras não são sinceras”.

    Ela compreendeu seu erro e então pediu novamente, mas pensando em cada uma das palavras e elevando a sua alma para Deus.

    E Ele disse: “Exprime-te sempre assim, como fizeste agora. Eu, Deus ouço tudo! No teu pedido eu devo sentir o amor que brota do fundo da tua alma, que me deseja, que me ama e que pensa em cada uma das palavras que diz. Eu Deus, existo e ouço tudo! Cada oração dita apenas com os lábios é tão vã como um grito numa sepultura”. 

    (p. 55 Vol I)

    —————————

    Outro dia Vassula  rezou o Pai-Nosso muito lentamente, saindo cada palavra do seu coração e Deus disse: “Ouvi todas as palavras”.(p. 192 Vol II)

    ———————–

    Jesus veio e pediu a Vassula que rezasse, uma vez mais, o Pai-Nosso na Sua presença. Ela ajoelhou-se e rezou lentamente. Jesus disse: Sim, Vassula, satisfaz-Me, rezando deste modo, reza com amor”. (p. 194 Vol II)

    ———————

    Vassula estava numa igreja adorando o Senhor e falando em francês com o Senhor. De repente se deu conta de que estava falando em francês e disse a Jesus: Mas por que estou a Vos falar em francês? Quero falar-Vos em inglês. E imediatamente Jesus disse: Preferiria que Me falasses com o teu coração. (p. 165 Vol III)

    ——————–

    Vassula se encontrava na igreja ortodoxa e disse a Jesus: “Gostaria de ter, uma bela voz para me sentir em condições de Vos cantar, no coro da igreja”. Jesus respondeu: Canta-Me com o teu coração; Eu alegro-Me muito mais, se é o teu coração que Me canta. (p. 117 Vol IV)

    Fonte: http://seminharede.blogspot.com.br/2011/07/clipping-avvd.html

  • Aumentando a intimidade com Deus

    Jesus pediu-me para lhes dizer que sempre tirem o meu nome, Vassula, fora das mensagens e substituam-no pelo seu nome. Você irá escutá-Lo quando falando com você, reanimando a sua alma para mover, aspirar e respirar a Sua Glória.
    (Vassula Ryden)

    Quando pensares em Mim, imagina-Me como era na terra, com os traços de um homem, à vossa imagem.

    Hoje, Deus levantou-me na palma da Sua Mão. Fez-me tão pequenina! Pediu-Me que O contemplasse. Contemplei-O e vi um lindo Gigante, a sorrir!

    – Vassula, contempla-Me, contempla-Me no Rosto!

    Ele sorria com um sorriso encantador! Senti-Me como um grãozinho, na Sua Mão.

    – Que importa? Não Me importa que tu sejas apenas um grãozinho de pó. Vê como te amo!

    Ele era belo e tudo era belo!

    – Eu sou Belo, Vassula. Quando pensares em Mim, imagina-Me como era na terra, com os traços de um homem, à vossa imagem. Imagina-Me assim. – Mas, Senhor, qual é verdadeiramente o Vosso aspecto? Como e quais são os Vossos traços divinos? – Eu sou o Tudo, sou o Alfa e o Ômega, sou o Eterno, sou o Elixir. Ama-Me, permanece em Mim, não tenhas nunca medo de Mim. Que este medo, erroneamente ensinado pelos homens, seja substituído pelo amor. Vive em Mim, sem medo. Não tenhas medo de Mim, desde que te não revoltes contra Mim. Eu sou o Amor; diz-lhes, a eles, que Abismo de Amor é o Meu Coração.

    (AVVD 04.06.89)

    Enquanto lemos as Mensagens, Deus vai nos curando.

    “Quando se lá as mensagens, algo acontece. Percebi um trabalho interior ocorrendo. Talvez seja porque elas são uma conversa com o Senhor e, em qualquer conversa, o coração se abre ao diálogo. E, quando se está aberto ao diálogo, nunca se sai a mesma pessoa depois da conversa: ainda que infinitamente pequena, alguma mudança aconteceu”.

    (Pe. Gavin, Membro do Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra)

    Conheça as Mensagens de Jesus:

    Site oficial : http://www.tlig.org/pg.html

    Site brasileiro sobre Vassula: https://www.avvdbrasil.org.br/index.php/pt/

  • Conseguir a humildade com Nossa Senhora

    Nossa Senhora fala a Mamma Carmela, filha espiritual do Padre Pio de Pietrelcina e famosa mística italiana – 8 de setembro de 1973:

    “Exultai, filhos, pois no meu nascimento se abre uma porta que dá acesso à esperança. Quando os meus filhos me honram assim, pequenina, inofensiva, como um ponto luminoso a que fazem verdadeiro cortejo os Santos Anjos, eu deixo-me conquistar e acariciar, e dou a estas almas os dotes das almas pequenas.

    Então, a bondade passa a ser a conseqüência da sua devoção, e a bondade é como uma irradiação multiforme de muitas outras virtudes. São sempre muito bons, os devotos de Maria Menina e provocam ao seu redor como que uma colméia, as muitas almas que têm de alcançar deles como um mel dulcíssimo.

    Vós mesmos não tendes nada mais eficaz e atraente do que um menino de tenra idade. Pois bem, quem me ama verdadeiramente Menina, torna-se ele mesmo pequenino, de forma a que  a sua própria presença ou companhia acaba por ser desejada, o seu sorriso é uma bênção e todas as suas obras tomam o caminho como uma verdadeira seta que vai dirigida a Deus, de quem deseja a aprovação e o louvor.

    Vinde, almas simples, pequenas e humildes, que não tendes desejos ou ambições de grandeza. Vinde, que há um ascensor para vós; será o meu berço, serão os meus braços. Quereis dar glória a Deus? Eu falo por vós. Quereis ser santas? Eu mesmo vos compro com a Minha santidade…”

  • Oração de Arrependimento e Libertação

    Esta “Oração de Exorcismo” foi dada por Jesus a Vassula no dia 13 de novembro de 2006:

    Vassula escreveu:

    Jesus Cristo me ditou esta oração que é uma oração de arrependimento, cura e libertação. Ele disse que esta “oração de exorcismo” é necessária para nossos tempos tão maus.

    As pessoas não sabem como em suas orações repudiar totalmente a Satanás, que os está controlando, cegando e dando-lhes grandes sofrimentos, tanto pelas enfermidades como por torná-los prisioneiros. Jesus também disse que muitas pessoas adoram a falsos deuses (ídolos).

    Essa oração será muito efetiva se rezada de coração e com sinceridade.

    —————————————————–

    O Senhor disse:

    “Que eles se arrependam perante Mim com estas palavras” :

    Senhor, Vós me suportastes todos estes anos com meus pecados, e mesmo assim Vos compadecestes de mim.

    Estava desviado em todos os sentidos,
    mas agora não mais pecarei.
    Vos ofendi e tenho sido injusto.
    Não mais serei assim.
    Renuncio ao pecado, renuncio ao Demônio,
    renuncio a iniqüidade que mancha minha alma.
    liberta minha alma de tudo que é contrário a Vossa Santidade.

    Suplico-Vos, Senhor, que me liberteis de todo mal.
    Vinde, Jesus, agora.
    vinde habitar em meu coração.

    Perdoai-me Senhor, e permiti-me descansar em Vós.
    por que Vós sois meu Escudo, meu Redentor e minha Luz,
    e em Vós confio.

    A partir de hoje Vos bendirei, Senhor, para todo o sempre.

    Repudio o mal e todos os outros deuses e ídolos,
    por que Vós sois o Altíssimo sobre o mundo inteiro,
    transcendendo em muito a todos os outros deuses.

    Com Vosso braço poderoso, livrai-me da má saúde,
    livrai-me de ser prisioneiro,
    livrai-me da desgraça
    e subjugai meu inimigo o Demônio.
    vinde depressa em meu Socorro, Ó Salvador!

    Amén.

  • Desfazendo más interpretações sobre o dom de línguas

    1. Muitos dizem que não existem línguas “estranhas” ou ininteligíveis (não compreendidas pelo intelecto) na Sagrada Escritura:

    Em Romanos 8,26: “o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis”

    “Inefável”, de fato, é aquilo que não pode ser expresso por palavras, não aquilo que não pode ser interpretado.
    “Gemido”, por sua própria definição, é algo que produz som. O gemido não é necessariamente um som baixo; “Gemer”, segundo o dicionário, pode, inclusive, significar “dizer”, “proferir” ou “cantar” com voz inarticulada.

    Conclui-se, portanto, que os “gemidos inefáveis” são aqueles que não são expressos por palavras inteligíveis, mas sim por sons ininteligíveis, como se dá no caso da Renovação Carismática.

    A passagem 1Cor 14,2 diz: “Pois aquele que fala em línguas, não fala aos homens, mas a Deus. Ninguém o entende, pois ele, em espírito, enuncia coisas misteriosas”.

    Veja que a palavra espírito não se refere a psicologia humana (espírito de humor por exemplo), mas refere-se ao carisma como em “os espíritos dos profetas são sujeito aos profetas” (1Cor14,32); “a outros, o dom de discernir os espíritos” (1Cor. 12,10).

    Jesus falava em parábolas e só entendia quem tinha o Espírito, quem estava com Deus, com o dom de línguas não é tão diferente, a pessoa deve se ‘abrir’ ao Espírito, Jo 6,63: “O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida.”

    2. Alguns dizem que o dom de línguas serviria apenas para evangelizar aqueles de outros idiomas, como uma tradução.

    Essa afirmação não tem suporte na Bíblia quando ela diz:

    “Estando Pedro ainda a falar, o Espírito Santo desceu sobre todos os que ouviam a (santa) palavra.” (At 10,44) Ora Pedro estava se comunicando com eles normalmente, não precisava de dom de tradução, então daí veio o Espírito Santo e “eles os ouviam falar em outras línguas e glorificar a Deus” (v. 46). Ora, para que falar em línguas de outros idiomas se estavam todos comunicando-se normalmente?

    Outro exemplo é de Paulo em Éfeso, em Atos capítulo 19, em que Paulo estava falando normalmente com discípulos (sem precisar de tradução), então Paulo impôs as mãos e: “o Espírito Santo desceu sobre eles, e falavam em línguas estranhas e profetizavam”.

    Se existem línguas estranhas existe o dom de interpretação de línguas conforme: “Por isso, quem fala em línguas, peça na oração o dom de as interpretar.” (1Cor 14,13)

    Acusam o movimento carismático e os pentecostais de pronunciarem palavras inventadas. Primeiro deve se verificar que há oração em línguas e falar em línguas, esse artigo não estuda isso, mas se mostra que deve haver uma oração em línguas: “porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis.” (Rm 8,26).
    Se não sabemos como orar é porque convém que usemos os gemidos (sons) não entendíveis. Se existe o dom de interpretar é porque o dom línguas não é apenas falar outros idiomas.

    No Compêndio de teologia mística e ascética: “o dom  das línguas, que, em São Paulo, é o dom de orar em língua estranha com certo sentimento de exaltação; falar várias línguas”.

    A oração em línguas começa com a pessoa, pronunciando o som característico, que é imitado de alguém que já reza. Então, há pessoas que ainda não tiveram o dom de orar em línguas e tentam imitar alguém que já tem. É como imitar alguém rezando Pai Nosso, quem não fala minha língua, conseguirá até mesmo rezar algumas partes.

    Uma reza mecânica, apenas mexendo os lábios sem a devoção ao Espírito Santo acaba sendo mesmo auto-sugestão. Se essa língua é dos anjos, ou seja, lá qual sistema alfabético desconhecido pelas pessoas, a Bíblia diz que não conhecemos tal linguagem:

    “Assim também vós: se vossa língua só profere palavras ininteligíveis, como se compreenderá o que dizeis? Sereis como quem fala ao vento. Há no mundo grande quantidade de línguas e todas são compreensíveis.” (1Cor 14,10)

    Não devemos confundir com o dom de línguas (e que foi raro) avançado, no qual consta na biografia de alguns Santos, inclusive teve em Atos, em que eles ao evangelizar pagãos, estes escutavam em sua língua nativa. Em Atos 2 se repetiu porque havia muitos estrangeiros naquele lugar, e simbolizava também a Igreja indo a todos os povos conforme mais adiante explicado.

    Ainda sobre pentecostes, em Atos mostra pessoas que parecem terem escutado coisas estranhas ou verem as pessoas em êxtase falando alto, reclamaram:

    “Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: Que significam estas coisas? Outros, porém, escarnecendo, diziam: Estão todos embriagados de vinho doce.”
    (Atos 2,12-13)

    3. O que a Igreja fala a respeito do dom de línguas?

    Não devemos confundir com o que Santo Agostinho e o magistério da Igreja falam a respeito do dom de línguas, eles falam da representação simbólica e eclesial do dom de línguas para a universalidade da Igreja:

    “A Igreja nascia no dom das línguas. As línguas significavam a multiplicidade e variedade dos povos, que ao longo dos séculos deviam entrar na mesma comunidade da Igreja de Cristo.”
    (Papa João Paulo II, Homilia na Solenidade de Pentecostes. Em 7 de Junho de 1992.)

    “Aquelas línguas faladas pelos que estavam repletos do Espírito Santo prefiguravam a futura Igreja, que haveria de estar entre as línguas de todos os povos.”
    (Santo Agostinho, Sermão 271)

    Observe que o magistério não costuma falar sobre o estudo de teologia mística nesses documentos, cuida apenas da parte eclesial, observe que nem mesmo os outros carismas são citados. Então ele explica apenas o sentido eclesial do dom de línguas.
    O dom de línguas é também um dom carismático no qual Paulo conforme 1Cor 14: “hierarquia dos carismas”.

    O magistério da Igreja então não falou especificamente sobre a oração de línguas, nem minuciosamente os carismas, há apenas em uma constituição do Concílio Vaticano II:

    “O Espírito Santo (…) distribui também graças especiais* entre os fiéis de todas as classes, as quais os tornam aptos e dispostos a tomar diversas obras e encargos, proveitosos para a renovação e cada vez mais ampla edificação da Igreja, segundo aquelas palavras: «a cada qual se concede a manifestação do Espírito em ordem ao bem comum» (1 Cor. 12,7)”
    (Lumen Gentium 12)

    *mesmo termo que o catecismo usa ao se referir aos carismas.

    Lembrando que cabe a Igreja julgar a autenticidade de tais dons.

    4. Como saber se a oração em línguas que fazemos hoje é a mesma oração no novo testamento?

    Pelos frutos se sabe se algo é de Deus. Se umas das funções do dom de línguas é abertura para outros dons, mas nem sempre é necessário o dom de línguas para tal abertura, e se os carismas que são proclamados pela comunidade reunida em oração edifica as pessoas, então isso é fruto de uma oração bem rezada no Espírito Santo.

    Tenho visto que em grupos de oração da RCC reunidos, geralmente o Espírito Santo escolhe cerca de duas pessoas para comunicar a vontade de Deus para aquelas pessoas, ou determinada pessoa. Fica o dom de línguas mantendo sua característica de dom extraordinário porque ele escolhe quando e a quem comunicar algum dom carismático.

    5. Os carismas e oração em línguas são fenômenos raros e não comuns?

    São Paulo diz que TODOS aspiremos aos dons do espírito, e procuremos tê-los em abundancia, depois diz que todos que estão reunidos em oração pode proferir um cântico em línguas, ou seja, provavelmente a oração em línguas.
     
    “Assim também vós: já que aspirais aos dons do Espírito, procurai tê-los em abundância, para a edificação da assembléia.”
    1Cor 14,12

    “Quando estais reunidos, cada um de vós pode cantar um cântico, proferir um ensinamento ou uma revelação, falar em línguas ou interpretá-las.”
    1Cor14,26

    Isso continua mantendo a característica de dons extraordinários. Já que não são tão extraordinários quanto outros fenômenos místicos como o êxtase, levitação, visões ou locuções interiores.

    Caso alguém considerasse tão extraordinário (raros) esses dons, é como se São Paulo dissesse: “Assim também vós: já que aspirais ao “êxtase, levitação, visões ou locuções interiores”, procurai tê-los em abundância”. O que não tem cabimento, o dons possuem uma prática diferente, para edificação de uma assembléia reunida. Outros fenômenos como êxtases são para ajudar indiretamente na conversão de alguém e diretamente para a santificação pessoal.

    Ninguém ensina dons, porque já temos o Espírito Santo desde o batismo, mas procuramos em espera suplicante que Deus conceda a alguém alguma graça, já que pentecostalmente o Espírito é derramado a todos (cf. Joel 3,2).

    E a Lumen Gentium 12 diz: “O Espírito Santo (…) distribui também graças especiais entre os fiéis de todas as classes, as quais os tornam aptos e dispostos a tomar diversas obras e encargos”. Estamos sempre com obras e encargos na Igreja com o sentido realmente de renová-la.

    “Graças ao movimento carismático, muitos cristãos, homens e mulheres, jovens e adultos, redescobriram Pentecostes como realidade viva e presente na existência cotidiana. Desejo que a «Espiritualidade de Pentecostes» se difunda na Igreja, como impulso renovado de oração, de santidade, de comunhão e de anúncio”.
    (João Paulo II, Vésperas de Pentecostes, 29 Maio de 2004)

  • Penitência – É o que o anjo pede em Fátima

    PENITÊNCIA, PENITÊNCIA, PENITÊNCIA!

    Lourdes, 8ª. Aparição: Santa Bernadete “subiu de joelhos o aclive que precede a cavidade, osculando a cada passo o chão. Voltou-se depois em direção à multidão de 300 pessoas. Com a voz marcada pelos soluços, referiu à multidão o pedido de Nossa Senhora: “Penitência, penitência, penitência!”

    Fátima, 3º Segredo: “Vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um anjo com uma espada de fogo na mão esquerda. Ao cintilar despedia chamas que pareciam incendiar o mundo. Mas, apagavam-se com o contato do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro. O anjo, apontando com a mão direita para a terra, com voz forte dizia: – Penitência, penitência, penitência!” (cf. Ratzinger, Bento XVI, no site: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000626_message-fatima_po.html)

    – A penitência é algo facultativo?
    – Não. É estritamente obrigatório: “Se não fizerdes penitência, perecereis todos do mesmo modo”. (Lc 13,5). PERECEREIS!

    E que é penitência? É reparação dos nossos pecados, das nossas ofensas. Supõe o arrependimento. É possível, sem maior esforço, transformar as 24 horas de cada dia em contínua expiação dos nossos pecados: as mesmas ações ordinárias de cada dia, as mesmas orações que acaso fazemos se tornam penitência contínua se oferecidas cada manhã “em reparação de nossas ofensas” com uma fórmula que nós mesmos podemos compor ou utilizando o “oferecimento do dia” do Apostolado da Oração, segundo o qual é possível transformar em penitência até  mesmo as alegrias de cada dia; “…é a existência toda que se torna penitencial” (João Paulo II, “Reconciliação e Penitência” 4 § 4).

     E,  conforme o Vaticano II também o próprio DESCANSO do corpo e do espírito: (LG 34: “…o descanso do espírito e do corpo, se forem feitos no Espírito, e as próprias incomodidades da vida, suportadas com paciência, se tornam em outros tantos sacrifícios espirituais (= penitências), agradáveis a Deus por Jesus Cristo (cfr. 1 Ped. 2,5).”). Agradáveis a Deus: Falando do Apostolado da Oração, o Papa Pio XII usa o superlativo: “Agradabilíssimo”.

    Conforme Bento XVI a gente oferece as agruras de nossa vida diária que o Papa designa como “pequenas alfinetadas”, assim como “as pequenas canseiras” de cada dia (“Spe salvi” 40). Sem o Oferecimento tudo isto é DESPERDIÇADO e não conta pontos para a Eternidade! Com o MESMO Oferecimento reparamos também os pecados alheios, purificando o Mundo, tornando-o apto a receber Jesus quando regressar na Sua Glória.

    Quanto menos tivermos a expiar dos nossos próprios pecados, mais valerá o Oferecimento para expiar os pecados do mundo. E quanto mais nos servirmos da “reparação alheia” com o uso tão recomendado pela Igreja, das santas Indulgências, menos teremos a expiar dos nossos próprios pecados.

    Resulta, em certo sentido, que o Apostolado da Oração não é facultativo e sim obrigatório!

    Desprezando essa penitência suave, teremos que supri-la com penitências mais duras “sob cilício e cinza” (Mt 11,21), “cobrindo-se de saco e cinza” (Lc 10,13), “para que seja reduzido à impotência o corpo (outrora) subjugado ao pecado, e já não sejamos escravos do pecado” (Rm 6,6), “para mortificação do seu corpo, a fim de que a sua alma seja salva no dia do Senhor Jesus” (1Cor 5,5). Com o mesmo temor que sentia o Apóstolo: “Castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros”. (1Cor 9,27). “Trazemos sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo”. (2Cor 4,10) “De ora em diante ninguém me moleste, porque trago em meu corpo as marcas de Jesus”. (Gl 6,17) “De fato, à nossa chegada em Macedônia, nenhum repouso teve o nosso corpo”. (2 Cor 7,5). “Meu ardente desejo e minha esperança são que em nada serei confundido, mas que, hoje como sempre, Cristo será glorificado no meu corpo (tenho toda a certeza disto), quer pela minha vida quer pela minha morte”. (Fl 1,20) “Eram aflições de todos os lados, combates por fora, temores por dentro”. (2Cor 7,5) “Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja”. (Cl 1,24) “Trabalhos e fadigas, repetidas vigílias, com fome e sede, freqüentes jejuns, frio e nudez!” (2Cor 11,27) “… este é um homem perfeito, capaz de refrear todo o seu corpo“. (Tg 3,2) E, conforme o exemplo de Santa Bernadete acima, “Subindo de joelhos e osculando a cada passo o chão”.

    Comenta o Cardeal Ratzinger: “O anjo com a espada de fogo à esquerda da Mãe de Deus lembra imagens análogas do Apocalipse: ele representa a ameaça do juízo que pende sobre o mundo. A possibilidade que este acabe reduzido a cinzas num mar de chamas, hoje já não aparece de forma alguma como pura fantasia: o próprio homem preparou, com suas invenções, a espada de fogo. Em seguida, a visão mostra a força que se contrapõe ao poder da destruição: o brilho da Mãe de Deus e, de algum modo proveniente do mesmo, o apelo à penitência.

    Mas… considera Bento XVI, não temos força suficiente para grandes austeridades. Que fazer então? Recomenda o Papa o uso das indulgências da Igreja que outra coisa não é que aproveitar-se da penitência alheia. Está em “Sacramentum Caritatis 21”, textualmente: “não somos capazes, só com as nossas forças, de reparar o mal cometido”.

    A penitência mais suave nos é outorgada “pelas misericórdias de Deus”: “Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual”. (Rm 12,1). É, portanto, o nosso “Oferecimento”!

    E as indulgências são chamadas por João Paulo II de “o dom total da misericórdia de Deus”. (a absolvição sacramental é “dom parcial” a ser complementado pelas indulgências).

  • O Paraí­so começa aqui

    Vicka entrevistada por Stefania Consoli

    O homem procura continuamente qualquer coisa. Se pedirmos o amor verdadeiro e sincero a Nossa Senhora, que é Mãe, Ela estará sempre disposta a no-lo conceder, mas, em troca, espera também algo de nós. Sinto que hoje, de modo especial, vivemos um tempo de grandes graças, em que homem é convidado, não somente a  pedir, mas também a agradecer e a dar. Não estamos ainda conscientes de quanta alegria se experimenta na oferta. Se eu me sacrifico por Nossa Senhora (Ela mesma me pede), sem nada procurar  para mim mesma, e depois peço algo para os outros, sinto no coração uma alegria especial e vejo que Nossa Senhora fica feliz. A Mãe alegra-se, tanto quando oferece quanto quando recebe. O homem deve rezar e oferecer-se, por meio da oração. O resto será concedido no momento apropriado.
        Nossa Senhora explicou muitas vezes que, quando Deus nos dá uma cruz – a doença, o sofrimento, etc. -, devemos acolhê-la como grande dom. Ele sabe porque a entrega e quando a retoma: o Senhor pede só nossa paciência.
        Nossa Senhora disse que quando o dom da cruz chega, nós não estamos preparados para acolhê-la, dizem sempre: “mas por que eu e não os outros?” Não. Vocês devem agradecer e rezar, dizendo: Senhor, obrigado por este dom. Se tiverdes ainda mais alguma coisa para dar-me, estou disposto a aceitar, mas peço-Vos, dai-me força para carregar minha cruz com paciência e amor… Em vocês entrará a paz. Nunca podem imaginar o valor que o sofrimento tem aos olhos de Deus!
        É muito importante rezar por todas as pessoas que recusam aceitar a cruz. Elas têm necessidade de nossas orações e, com nossa vida e exemplo, podemos fazer muito.
        Devo dizer que, pessoalmente, estou felicíssima, porque sinto uma grande alegria dentro de mim e muita paz. Em parte, é mérito meu, porque desejo viver contente, mas, sobretudo, é o Amor de Nossa Senhora que no-lo concede. A Santíssima Virgem Maria pede-nos simplicidade, humildade e modéstia… Tanto quanto me é possível, esforço-me, com todo o coração, para oferecer aos outros aquilo que Nossa Senhora me dá.
        A Rainha da Paz disse que o Paraíso já se vive aqui na terra e, depois, simplesmente continua. Mas essa «passagem» é importantíssima: se eu vivo o Paraíso aqui e sinto-o dentro de meu coração, estarei preparada para morrer a qualquer momento que Deus me chamar, sem resistências. Ele quer que estejamos preparados todos os dias, se bem que ninguém sabe quando será. Então, a «grande passagem» não é outra coisa que nossa preparação.
        Há também quem opõe resistência e luta contra a ideia da morte. Por isso, com o sofrimento, Deus dá-lhe uma «oportunidade». Ele dá  o tempo e a graça para vencer sua batalha interior.
        O medo não vem de Deus! Uma vez Nossa Senhora disse: « Se sentem no coração alegria, amor, satisfação, significa que estes sentimentos vêm de Deus. Mas se sentem inquietude, insatisfação, ódio, tensão, devem saber que isso vem de outro lado». Por isso, devemos discernir sempre. Quando a inquietação começa a perturbar a mente, o coração e a alma, devemos logo lançá-la fora. A melhor arma para descartá-la é o Terço nas mãos, a oração feita com amor.
        Nossa Senhora recomenda o Rosário. Se Ela o sugere, significa que Lhe dá prazer! Contudo, qualquer oração é boa se é rezada com o coração.
    Quase nunca estou em silêncio! Não porque não goste, antes, tenho-o como muito bom. No silêncio a pessoa pode interrogar a própria consciência, pode recolher-se e escutar Deus. Mas minha missão é encontrar as pessoas ou alguém que espera de mim uma palavra.
        O maior silêncio cria-se quando, a um determinado momento do testemunho, convido as pessoas a calar, enquanto eu rezo por todos os seus problemas e dificuldades. Estes momentos têm uma duração de 15 a 30 minutos. Hoje em dia, as pessoas não têm tempo para parar, para rezar em silêncio, e assim prolongo aquela experiência, de modo que alguém possa encontrar-se a si mesmo e olhar para dentro. Depois, pouco a pouco, a consciência dará o seu fruto. As pessoas dizem-se muito contentes, porque, naqueles momentos, sentiram-se bem, como se estivessem no Paraíso.
        A Santíssima Virgem disse: «Muitas vezes as pessoas escutam Minhas mensagens com um ouvido e, depois, as fazem sair pelo outro, nada permanecendo no coração». Os ouvidos não são importantes, mas o coração. Se a pessoa quer mudar-se a si mesma, aqui há muita possibilidade. Mas se procura sempre o melhor para si, permanecendo egoísta, torna vã as palavras de Nossa Senhora.
        Nossos encontros são, a maior parte das vezes, constituídos só de oração. Nossa Senhora gosta de rezar o Credo, o Pai Nosso, o Glória ao Pai….
        Também cantamos juntas, não ficamos muito em silêncio! No começo, Nossa Senhora falava mais, mas agora dá preferência à oração.
        Se rezarmos com o coração sincero a fim de que o Senhor nos dê alegria, vamos recebê-la. Em 1994, tive um pequeno acidente: para salvar do fogo uma avó e um neto, queimei-me. Foi uma situação difícil. As chamas queimaram meus braços, o peito, o rosto, a testa… No hospital de Mostar, disseram-me que eu tinha necessidade de fazer uma cirurgia plástica. Durante o percurso, na ambulância, disse à minha mãe e à minha irmã: cantem um pouco! Logo reagiram com surpresa: mas como podemos cantar neste momento! Você está desfigurada! Então respondi: alegrem-se, agradeçamos a Deus!
        Quando chegamos ao hospital, uma amiga, vendo-me, disse: você está muito queimada, como pode permanecer assim? Eu respondi serenamente: se Deus quer que eu permaneça assim, aceitarei em paz. Pelo contrário, se deseja que tudo seja curado completamente, significa que este episódio foi um dom para eu salvar uma avó e seu neto. Estou no início de minha missão, na qual devo servir só a Deus.
        Acredite: um mês depois nada mais tinha, nem uma pequena cicatriz! Estou muito feliz. Todos me diziam: veja-se no espelho? Eu respondia: não, não o farei… Eu vejo-me por dentro: só ali encontro o meu espelho!
        Se a pessoa rezar com o coração e com amor, a alegria nunca faltará. Mas hoje se anda muito ocupado com coisas que não são importantes e foge-se do que dá alegria e felicidade. Se as famílias colocam os bens materiais em primeiro lugar, não podem esperar alegrias, porque elas só têm matéria. Se queremos que Deus seja a Luz, o Centro e o Rei da família, não devemos temer: a alegria surgirá. Nossa Senhora está triste, porque Jesus tem o último lugar nas famílias, ou até nada tem, absolutamente.
        Não é tanto uma expulsão quanto uma prova de força. Sucede que, frente às diversas situações, dizemos: «Mas isto eu posso  fazer só! Por que devo procurar Deus se eu posso  estar no primeiro lugar?»
        É uma ilusão, já que não nos é dado deixar Deus de lado. Ele é tão bom e simples que no-lo permite. Ele sabe que, antes ou depois, regressaremos a Ele. Deus dá à pessoa uma liberdade completa, mas permanece perto e espera sempre o seu regresso.
        Aqui vêm muitos peregrinos todos os dias. Pessoalmente não mais direi a alguém: Você deve fazer isto ou aquilo, deve crer, deve conhecer Nossa Senhora…. Se o pedem, então direi de outra forma, permanece na sua vontade. Porém, tome conta que não está aqui por acaso, está chamado pela Santíssima Virgem. Isto é um chamamento. Portanto, se Nossa Senhora o conduziu aqui, significa que espera algo de você! Deve descobrir a sós, no seu coração, aquilo que Ela espera de você.
        Os jovens encontram-se numa situação muito, muito difícil. Nossa Senhora disse que podemos ajudá-los apenas com nosso amor e oração. Aos jovens, disse: «Queridos jovens, tudo o que o mundo lhes oferece passa. Estejam atentos: Satanás quer usar cada momento livre para si mesmo». Neste tempo, o demônio está particularmente ativo entre os jovens e nas famílias, que ele quer cada vez mais destruir.
        As famílias estão em perigo, porque não há diálogo, não há oração, não há nada! Por isso, Nossa Senhora quer que se renove a oração nas famílias; pede que os pais rezem com os filhos e os filhos com os pais, até que Satanás seja desarmado. Esta é a base da família: a oração. Se os pais dessem tempo aos filhos, não haveria problemas, mas hoje os pais deixam os filhos entregues a eles mesmos, para terem mais tempo para si e para tantas tolices, sem compreenderem que os filhos se perdem.
        Rezarei por todos vocês e os apresentarei a Nossa Senhora. A Rainha da Paz os abençoe com sua Paz e seu Amor. Uma grande e sincera saudação do coração.

    Comentário do site Sinaisdostempos: As mensagens de Nossa Senhora em geral sempre colocam a reza de coração como uma primeira impulsionadora da alegria e do amor.

    O paraíso começa aqui de forma interior, da forma exterior seria achar que apenas obras humanos salvariam o ser humano de sua condição.