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  • Cardeal alerta Papa para ‘anticristo atrás de ecologista’

    Sandro Magister

    ROMA, 3 de junho de 2005 – O cardeal Giacomo Biffi, 77 anos, arcebispo de Bologna de 1984 a 2003, teólogo e grande estudioso de santo Ambrósio, reuniu num volume publicado nestes dias por Cantagalli alguns dos seus escritos não especificamente teológicos.

    Título do volume: “Pinocchio, Peppone, o Anticristo e outras divagações ” 

    O Anticristo, a que se refere o título, é aquele descrito pelo filósofo e teólogo russo Vladimir Sergeevic Soloviev no seu último livro escrito pouco antes da sua morte, em 1900: “Os três diálogos e a narrativa do Anticristo”.

    Por que o cardeal Biffi quer repropô-lo hoje à atenção de todos? Porque – escreve ele – “Soloviev preanunciou com lúcida previsão a grande crise que atingiu o cristianismo nas últimas décadas do século XX”.

    Na figura do Anticristo descrito por Soloviev, de fato, Biffi reconhece o “o “símbolo da religiosidade confusa e ambígua do tempo em que hoje vivemos”. Vê descritos e criticados o “cristianismo dos valores”, a enfatização das “aberturas”, a obsessão do “diálogo” a qualquer custo, “onde parece que pouco resta da pessoa única e inconfrontável do Filho de Deus crucificado por nós, ressuscitado, hoje vivo. É a situação que dom Divo Barsotti denunciou com tremenda frase e tremendamente verdadeira quando disse que nos nossos dias no mundo católico Jesus Cristo muito freqüentemente é só uma desculpa solo para falar do outro”.

    Na narrativa de Soloviev, o Anticristo primeiramente é eleito Presidente dos Estados Unidos da Europa, depois aclamado imperador em Roma, se apossa do mundo todo, e no fim se impõe também à vida e à organização das Igrejas. Mas não é tanto sobre esses fatos que o cardeal Biffi chama a atenção, mas quanto às características da personagem. Eis que, repentinamente – em algumas passagens do seu trabalho que, no entanto, exige ser lido na sua íntegra – como o cardeal o resume e como tira deste uma lição para a Igreja de hoje: 

    OBS: Sobre o Anticristo se tornar inicialmente o Presidente dos Eua, isso é uma opinião pessoal de Soloviev, pois não existe profecia alguma sobre isso.  Sabemos através das profecias que o Anticristo, irá sentar no trono de Deus (Vaticano – Roma ), e que fará prodígios e milagres e se auto-proclamará o “salvador da humanidade”.

    Virão dias, ou melhor, já vieram…

    por Giacomo Biffi

    O Anticristo era – diz Soloviev – “um espiritualista convicto”. Acreditava no bem e até em Deus. Era um asceta, um estudioso, um filantropo. Dava “altíssimas demonstrações de moderação, de desinteresse e de ativa beneficência”.

    Na sua primeira juventude se destacara como douto e arguto exegeta: uma sua volumosa obra de crítica bíblica lhe havia propiciado um diploma de honra na universidade de Tubinga.

    Mas o livro que lhe dera fama e consenso universal leva o título: “O caminho aberto para a paz e a prosperidade universal” , onde “se unem o nobre respeito às tradições e símbolos antigos com um vasto e audaz radicalismo de exigências e diretivas sociais e políticas, uma liberdade sem limites de pensamento com a mais profunda compreensão de tudo aquilo que é místico, o absoluto individualismo com uma ardente dedicação ao bem comum, o mais elevado idealismo com princípios e diretivas com a precisão completa e a vitalidade das soluções práticas”.

    É verdade que alguns homens de fé se perguntavam por que nenhuma vez fora pronunciado o nome de Cristo; mas os outros replicavam: “Uma vez que o conteúdo do livro se encontra permeado do verdadeiro espírito cristão, do amor ativo e da boa disposição universal, o que vocês querem mais?”.

    Por outro lado, ele “não tinha por Cristo uma hostilidade de princípio”. Pelo contrário, reconhecia a reta intenção e o elevadíssimo ensinamento.

    Porém, três coisas de Jesus lhe eram inaceitáveis.

    Antes de tudo as suas preocupações morais. “Cristo – afirmava ele – com o seu moralismo dividiu os homens segundo o bem e o mal, enquanto eu os unirei com os benefícios que são igualmente necessários aos bons e aos ruins”.

    Depois não aceitava “a sua absoluta unicidade”. Ele é um dos tantos; ou melhor, dizia, foi o meu precursor, porque o salvador perfeito e definitivo sou eu, que purifiquei a sua mensagem daquilo que é inaceitável ao homem de hoje. 

    Finalmente, e principalmente, não podia suportar o fato que Cristo estivesse vivo, tanto que histericamente repetia: “Ele não está entre os vivos e nunca estará. Não ressuscitou, não ressuscitou, não ressuscitou. Ele apodreceu, apodreceu no sepúlcro…”.

    Mas onde a exposição Soloviev se mostra mais especialmente original e surpreendente – e merece a mais profunda reflexão  – é atribuir ao Anticristo os qualificados de pacifista, de ecologista, de ecumenista. […]

    Nesta descrição do Anticristo Soloviev teve algum objetivo concreto? É inegável que ele alude ao “novo cristianismo” do qual naqueles anos Lev Tolstoj tornou-se eficiente divulgador. […] 

    No seu “Evangelho” Tolstoj reduz todo o cristianismo a cinco regras de comportamento que ele deduz do Sermão da Montanha:

    1. Não só se deve não matar, mas nem mesmo se deve zangar-se com o irmão..

    2. Não se deve ceder à sensualidade, de tal modo que não se deve desejar nem mesmo a própria esposa.

    3. Nunca se deve vincular-se a juramento.

    4. Não se deve resistir ao mal, mas sim aplicar até o extremo e sempre o princípio da não-violência.

    5. Ame, ajude e sirva o teu inimigo.

    Estes preceitos, segundo Tolstoj, de fato vem de Cristo, mas para permanecerem válidos, de fato, não têm necessidade da existência atual do Filho de Deus vivo. […]

    Evidentemente, Soloviev não identifica materialmente o grande romancista com a figura do Anticristo. Mas intuiu com extraordinária clarividência que justamente o próprio tolstoismo, ao longo do século XX, seria o veículo do esvaziamento substancial da mensagem evangélica, sob a formal exaltação de uma ética e de um amor para a humanidade que se apresenta como “valores cristãos”. […]

    Virão dias, nos diz Soloviev – ou melhor, já vieram, dizemos nós – quando na cristandade se tenderá a dissolver o fato salvífico, que só pode ser aceito por ato difícil, corajoso concreto e racional da fé, numa série de “valores” facilmente trocados nos mercados mundanos.

    Deste perigo – nos alerta o maior filósofo russo – nós devemos nos precaver. Ainda que um cristianismo tolstoiano nos tornasse infinitamente mais aceitáveis nos ambientes, nas agregações sociais e políticas, nas transmissões televisivas, não podemos e não devemos renunciar o cristianismo de Jesus Cristo, o cristianismo que tem no seu centro o escândalo da cruz e a realidade perturbadora da ressurreição de Nosso Senhor.

    Jesus Cristo, o Filho de Deus crucificado e ressuscitado, único salvador do homem, não é traduzível numa série de bons e de boas inspirações, homologáveis com a mentalidade mundana dominante. Jesus Cristo é uma “pedra”, come ele mesmo disse de si. Sobre esta “pedra” ou se constrói (confiando-se) ou se abandona (contrapondo-se): “Quem cair sobre esta pedra será estraçalhado; e se ela cair sobre alguém, o aniquilará” (Mt 21, 44). […] 

    Portanto, o ensinamento de Soloviev foi um profético e ao mesmo tempo um ensinamento amplamente não ouvido. Nós, porém, queremos tornar a propô-lo, com a esperança de que a cristandade finalmente se sinta interpelada e nele preste mais atenção.

    Fonte: https://www.montfort.org.br/bra/veritas/igreja/perigo_anticristo

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    Comentários:

    Pelas profecias abaixo de www.apelosurgentes.com.br as características abaixo há o ecumenismo que será necessário para destruir, discriminar e confundir religiões que possuem dogmas ou que acreditam em apenas um caminho, verdade e vida: Jesus. Vem também com o pacifismo porque aparecerá em época de guerra e se proclamará como solucionador político e espiritual. No aspecto ecológico vemos hoje em dia com o aquecimento global, o anticristo se aproveitará como solucionador e aproveitando com uma adesão a tal divindade Gaya (Mãe terra).

    05.06.2005 22:30:00
    Mensagem de Nossa Senhora,nº 2.532 em Montes Claros /MG
    Queridos filhos, rezai com o coração. Não vos afasteis do caminho que vos apontei. Sabei que a humanidade viverá momentos de grandes dificuldades. Um homem com aparência de bom, e este é o anticristo, ganhará grande poder satânico. A ação maléfica se dará na festa de um grande santo, aquele que ao ser chamado por Deus caiu do cavalo e teve sua vida transformada.

    04.10.2005 21:00:00
    Mensagem de Nossa Senhora,n° 2.583
    Queridos filhos, quando sentirdes o peso da cruz chamai por Jesus e buscai forças na Sua Palavra e na Eucaristia. A humanidade beberá o cálice amargo da guerra. O anticristo virá e as nações estarão em guerra. Será o maior sofrimento para os homens. Rezai. Eu quero socorrer-vos.

    21.02.2008 21:00:00
    Mensagem de Nossa Senhora nº 2.959
    Queridos filhos, com o objetivo de enfraquecer a Igreja do Meu Jesus, o opositor convocará os líderes das falsas religiões e muitos falsos pastores. Juntos farão de tudo para destruir o Sagrado e conseguirão muitos dos seus objetivos, mas a vitória final será do Senhor. Por meio dos homens e mulheres de fé, haverá grande esperança para os Meus pobres filhos afastados. Deus não vos abandonará.

    17.05.2005 21:00:00
    Mensagem de Nossa Senhora, n° 2.523
    Queridos filhos, arrependei-vos dos vossos pecados e voltai-vos Àquele que é o vosso Tudo. A humanidade será esmagada pelos homens perversos, mas quem for fiel até o fim receberá a recompensa do Senhor. Um opositor surgirá e por causa dele haverá desprezo na casa de Deus. A cruz e as imagens serão desprezadas e os verdadeiros fiéis serão perseguidos.

    14.01.2006 21:00:00
    Mensagem de Nossa Senhora, n° 2.628
    Queridos filhos, coragem. Deus está ao vosso lado. Aconteça o que acontecer não permitais que a chama da fé se apague dentro de vós. Não vos afasteis da oração. A cruz será pesada para os homens fiéis. O alimento precioso será visto e desejado, mas os homens o temerão. O anticristo agirá com grande fúria para destruir a Igreja do Meu Jesus. A sua maior investida causará o maior dano espiritual, o qual os homens não presenciaram desde os tempos de Adão. Eu sou a vossa Mãe e estarei perto de vós.

    10.03.2008 16:00:00
    Mensagem de Nossa Senhora nº 2.967, transmitida em José Bonifácio /SP
    Queridos filhos, Eu sou a vossa Mãe e sofro por aquilo que vos espera.Chegará o dia em que a cruz será pesada para os homens e mulheres de fé. O opositor impedirá que os cristãos se unam para rezar em lugares públicos e muitos serão martirizados e outros negarão a fé.

  • Sinais que se reconhecerá no Anticristo

    1. Será um pacificador – provável aparecer em uma época de guerra e assim proporá mais poder sobre a Igreja para manter a paz [2] e [3]
    2. Falará em ecologia como argumento para controlar os seres humanos
    3. Fará descer fogo do céu. “Realizou grandes prodígios, de modo que até fez descer fogo do céu sobre a terra, à vista dos homens.” (Ap 13,13).
    4. Será eleito como um messias ou iluminado pela Nova Era.
    5. Será próximo do antipapa, este é o que suspenderá a Missa, mas por pouco tempo, o anticristo seria mais um articulador político e religioso.
    6. Boa aparência [1]

    [1] Em AVVD: Com Minha grande dor, muitas serão enganadas pela sua aparência (pela aparência do impostor). Por causa da sua máscara de cordeiro (30.01.1989)

    [2] Mensagem de Nossa Senhora, n° 2.583: …A humanidade beberá o cálice amargo da guerra. O anticristo virá e as nações estarão em guerra. Será o maior sofrimento para os homens. Rezai. Eu quero socorrer-vos. Abri vossos corações ao Meu chamado e sereis salvos. Vós que estais a escutar-Me a nada deveis temer. Sede fiéis e nenhum mal virá contra vós… (www.apelosurgentes.com.br)

    [3] Conforme comentado nas partes anteriores, o anticristo precisará de um grande apoio político para exercer o seu poder de forma q possa seduzir ainda mais as pessoas:

    “Foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos e vencê-los. Recebeu autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação, e hão de adorá-la todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos desde a origem do mundo no livro da vida do Cordeiro imolado. Quem tiver ouvidos, ouça!” (Ap 13, 7-9)

    De cordo com St. Hildegarda: “Ele seduzirá… e dispensará todos da observância dos mandamentos de Deus e da Igreja, perdoando os seus pecados e fazendo eles adorarem apenas sua divindade” (do anticristo): “He will lure and attract the people to himself by granting them complete exemption from the observance of all divine and ecclesiastical commandments, by forgiving them their sins and requiring of them only their belief in his divinity.”

    Provável que proclame doutrinas cabalísticas. Sabe-se que a cabala, uma religião oculta que veio do judaísmo e tem princípios gnósticos, acredita que com a vinda do suposto messias o que é mal tomará a aparencia de bem, ou seja o dualismo gnóstico e no qual a cabala acredita, fará com que o que é pecado será liberado e os mandamentos revogados.[5] Verificar também o texto sobre cabala e conspiração na história. Citando: “Segundo o messianismo cabalista, o reino do Messias trará a abolição da lei e mesmo a sua inversão, tornando lícito o que era proibido” (cfr. G.G. Scholem, A mística judaica, p. 181 e p. 314). E também: “the abolition of the norm of permitted and forbidden pure and impure” traduzindo: “a abolição da norma do permitido e proibido do puro e impuro” (G.G. Scholem, Sabbatai Sevi, The Mystical Messiah, p. 321).

    Carta aos judeus e maçons sobre o não racismo.

  • Mais profecias sobre o Anticristo

    Sede vigilantes pois doravante, é chegado o tempo em que o Usurpador vai mostrar-se com o rosto descoberto, se assim posso dizer! Ele tomou rosto humano e vai desmascarar-se aos olhos daqueles que receberam a graça do discernimento dos espíritos. Os outros “ficarão deslumbrados”! Eis uma expressão que está verdadeiramente de acordo com o assunto! Muitos acreditarão nele pois ele lhes dirá o que eles querem ouvir, a justificação das suas condutas desequilibradas, mas isso acontecerá apenas para melhor os enganar. Sendo assim Eu previno os que amo e que Me amam sinceramente, segui sempre a Minha voz, a Minha santa palavra e as recomendações e a pedagogia do Meu bem-amado Papa.
    Agnes Marie 06/07/1999

    Estas podemos considerar como profecias, mas não de forma específica como uma mensagem recebida diretamente de Deus:

    “Quisera percorrer a terra, apregoar teu nome, e implantar em terra de infiéis a tua gloriosa Cruz (…). Martírio! Eis o sonho de minha juventude! O sonho que cresceu comigo à sombra dos claustros do Carmelo… Aí, também, percebo que meu sonho é loucura, pois não conseguiria limitar-me a desejar um só gênero de martírio… Para me satisfazer, precisaria de todos eles… Quisera, como tu, meu adorado Esposo, ser flagelada e crucificada… Como São Bartolomeu, quisera morrer esfolada… Como São João, quisera ser escaldada em azeite a ferver. Quisera submeter-me a todos os tormentos que se infligiam aos mártires… Com Santa Inês e Santa Cecília, quisera apresentar meu pescoço à espada e, como Joana D’Arc, minha querida irmã, quisera sobre a fogueira murmurar teu nome ó JESUS… Pensando nos tormentos que serão a sorte dos cristãos na era do Anticristo, sinto o coração alvoroçar-se, e quisera que tais tormentos me fossem reservados”
    (Santa Teresinha História de uma alma – Manuscrito B)

    o demônio se esforçou sempre para retirar do mundo a Santa Missa por meio dos hereges; estes se mostram assim como precursores do Anticristo, que procurará, antes de tudo, impedir a celebração da Santa Missa, o que ele, de fato, conseguirá, conforme a profecia de Daniel (Dan 8, 12): “E lhe será dado o poder contra o sacrifício perene por causa dos pecados”. (Santo Afonso Maria de Ligório)

    Os profetas declararam que o sacrifício seria sempre oferecido na lei nova, e que a abolição do sacrifício perpétuo seria a obra e o sinal do Anticristo (Dan. XII). A primeira tentativa formal para suprimi-lo, foi um dos traços característicos da revolta do século XVI, contra a Igreja.
    (Cardeal Vaughan)

    Por sua parte São Pio X (1903-1914) confessara a angustia de que era possuído ante os progressos alcançados pela seita no interior mesmo da Igreja. Em sua primeira Encíclica “E Supremi Apostolatus” de 4 de Outubro de 1903, expressa seu temor de que o tempo da apostasia que entrava na Igreja, fosse o tempo do Anti-Cristo, falsificação de Cristo, usurpador de Cristo. Eis abaixo o texto:

    “… Nos atemorizava principalmente o estado aflitivo em que se encontra a humanidade atualmente. Porque, quem não se vê que a sociedade humana está sendo atacada de uma doença muito mais grave e mais profunda do que a que afetava as gerações passadas, que agravando-se cada dia e roendo até os ossos, vai arrastando-a para a perdição ? Que doença é está já o sabeis, Veneráveis Irmãos, é para com Deus a deserção e a apostasia; nada sem duvida que esteja mais perto da perdição, segundo estas palavras do Profeta: “Porque perecerão os que se afastarem de Ti” (Sl 72,27)”.

    “Porque verdadeiramente contra seu criador “rugiram as nações e os povos meditaram com insensatez” (Sl 2,1); de tal modo que já é voz comum a dos inimigos de Deus: “Afasta-te de nós, não queremos conhecer os teus caminhos” (Jó 21,14). Daí resulta que está, na maioria dos homens, quase extinto o respeito ao eterno Deus sem levar em conta sua vontade suprema nas manifestações de vida pública e privada. Mais ainda, com todo esforço e engenho procuram que seja abolida por completo ate a memória e a noção de Deus.

    Quem considerar todas essas coisas, pode com razão temer que está perversidade de espírito seja uma antecipação e o começo dos males que estavam reservados para o fim dos tempos, ou que já se encontra neste mundo “o filho da perdição” (2Tes 2,3) de que fala o Apóstolo.”

  • O Anticristo é baixo e calvo e já comanda seu exército

    O EXÉRCITO

    Voltamos a apresentar mais algumas visões do mal, conforme já temos feito outras vezes. Eu vos suplico, atentem para isto: Nosso interesse não é apavorar as pessoas, nem temos obsessão em mostrar o inferno a ninguém. Mas certamente precisamos alertar para estas realidades, até porque a Igreja não fala mais nestas coisas, nem alerta para o perigo do demônio e sua ação incessante em busca da perda eterna das almas. O que temos sim, é verdadeira alucinação por preparar aos que assim desejam e dar-lhes armas para que consigam vencer a batalha que se avizinha, da “ação maléfica total”. Ela breve se derramará por toda a terra, em especial quando o anticristo aparecer. Quem viver, verá!

    Desde há muitos anos viemos sempre alertando para a formação de um exército das trevas, falo dos homens e das suas instituições negras, mas percebo que tantas vezes esquecemos de dizer que, por trás deles, sempre está, e mais vivo e ativo do que nunca toda multidão dos exércitos infernais e invisíveis à maioria dos olhos humanos. Impressiona ver como as trevas agem com enorme e crescente desenvoltura, enquanto os filhos da luz, incautos como pequenas libélulas recém saídas do casulo, voam para a morte, rumo à bocarra escancarada do dragão vermelho. Ou seja: enquanto as trevas se avolumam, os filhos da luz se fazem apagar, quando de fato Jesus nos pediu para sermos luz do mundo! E milhões ficam inertes, não lutam, e – pior que isto – ao invés de mais se agarrarem em Deus, sua única salvação, mais se afastam Dele. Quanta insensatez!

    Então, quando o Céu nos vem alertar para a existência deste processo, e nos mostra não somente a ação dos homens maus – os que se colocaram na linha de frente de um processo que visa fazer adorar Lúcifer aqui na terra – mas também o lado negro dos espíritos caídos, do bando fétido vindo das eternas mansões do horror, das câmaras mais profundas e torturantes do abismo infernal, e faz isso nestes tempos finais é somente para que não continuemos a dormir na ilusão de que tudo vai bem quando tudo desanda. Na Igreja e no mundo. Naquela, primeiro, neste como conseqüência. Vivem eles na triste ilusão de que “Deus não permitirá uma coisa destas”.

    Diante disso eu clamo: Ó blasfemos, quem vos deu direito de ditar ordens a Deus? E onde está, antes, a resposta positiva do homem? Assim, o que mostramos aqui é que tais exércitos já pesteiam ambientes e contaminam as pessoas com sua presença maléfica. E mesmo que estas visões não fossem verdadeiras – já falei isto – ainda assim meu pequeno e simples modo de ver me avisa com precisão, de que a realidade é pior ainda. O linguajar e o ver humano são imprecisos para descrever tão assombrosa maldade e tão horripilante feiúra. Tudo o que podemos mostrar então é nada mais que pálido reflexo da realidade.

    Como da outra vez, vou numerar os tópicos para as explicações abaixo. Peço ao leitor que tenha paciência para poder compreender bem, indo a cada numero citado ler no rodapé do texto o que se refere. Desta vez serão menos anotações, eu prometo! Abaixo vou anotar uma série de visões, cujo relato não é meu, mas da pessoa em questão.

    Visão 1: Vi um homem baixinho e calvo, que demonstrava grande preocupação. Coçava a cabeça, mas não conseguia ver o rosto dele. Nosso Senhor não me permitia ainda, porque não é tempo. À frente dele, um homem bem alto, usava um terno preto e o escutava. Por duas vezes vi este encontro deles. Havia poucas pessoas no local – mais pareciam ser guarda-costas – que ficavam sempre distantes dos dois. No terceiro encontro secreto deles, que parecia ser sempre numa caverna debaixo do solo, eles chegaram à decisão final. Ouvi quando disseram que tudo já estava preparado, que os aviões já estavam prontos e tudo estava acertado nos mínimos detalhes; a vitória seria certa! O baixinho deu uma risada e coçando a cabeça, ainda com ar de preocupação disse: Vamos ver! Vamos ver!…

    E naquele mesmo dia os aviões americanos atacaram o Iraque (1). Isso explica a visão que relatei anteriormente: este homem está por trás de todas as guerras e de tudo de mal que já está acontecendo!

    (1) Isso nos dá a certeza do que sempre anunciamos: embora o anticristo ainda não se tenha manifestado, ele por trás já comanda as ações dos homens e governos. Quando os Estados Unidos invadiram o Iraque, não o fizeram por ordem de Bush e Blair, mas sim por ordem deste homem oculto, que por trás comanda este espetáculo de horror. Já assim foi na guerra da Bósnia e também na primeira guerra do Iraque. Um dos objetivos é enfraquecer financeiramente a ufana e arrogante nação americana, para que depois ela não consiga enfrentar a China e a Rússia na grande guerra que virá. Isso se nota, aliás, pelo monumental déficit americano, na casa dos trilhões de dólares anuais, coisa que um dia explodirá fatalmente.

    Aliás, estes dois países – China e Rússia – se preparam como nunca para a guerra, com armas cada vez mais eficientes e novas. Olhem os movimentos de Putin da Rússia e seu desejo de reformular a URSS. Ele tem sonhos altos de poder. E junto com a China cumprirão “Gog e Magog”, conforme está em Ezequiel 37 e 38. Outro objetivo do anticristo é experimentar como reagem os povos, para quando chegar a guerra total, além é claro testar a eficácia das armas. Afinal, ele precisa testar tudo, porque não é Deus, nem sabe ou tem certeza se vai dar certo como planejado. Nem ele, nem Lúcifer!

    Visão 2: No ano passado eu vi um terrível exército, que firmemente segurava suas armas nas mãos. Eles pareciam saídos de uma fornalha. Eram como carvões e pareciam estar queimados e até os cabelos eram – e são – horríveis. Olhavam com maldade extrema e pareciam hipnotizados, os olhos eram esbugalhados, os olhares fixos e parados, nem piscavam. Eles “cumpriam ordens” – me disse Nosso Senhor. Eles não pisavam diretamente no chão. Com suas pernas arreganhadas, e seus passos largos eram como astronautas “andando” na lua e balançavam os “corpos” de um lado para outro. Usavam um uniforme ridículo, mas que – noutro dia pude ver pela televisão – ainda existem destes por aí. Tudo é preparação, é imitação e faz sentido!

    Estes homens todos saíram de um campo ermo e escuro e caminhavam sempre mais em direção a lugares povoados (1). As pessoas se encontravam tranqüilas em suas casas, também nas ruas, totalmente despreocupadas. Mas quando viram estes horríveis seres chegar, ficaram assustadas, porque eles realmente entravam na cidade. E garanto a vocês que, o simples fato de olhar para eles, já é motivo de morrer de infarto.

    Seguiam em direção às casas e ali bisbilhotavam, olhando pelas janelas, pelas fechaduras das portas, em todos os cantos onde nem se podia imaginar. Muitas pessoas morreram de pavor ao vê-los se aproximar. Outros correram e se trancafiaram em suas casas. Porém eles não se cansavam e não iam embora, aguardando que as pessoas abrissem as portas num dado momento. E ao verem que as pessoas não abriam as portas das casas, eles entravam assim mesmo, e observavam cada passo, cada atitude de cada pessoa que ali habitava, e agora invisíveis ficavam ali, sempre portando firmemente as armas sobre os ombros.

    Nosso Senhor me explicou que aquele era o exército de satanás, que preparava a chegada do outro que vem depois. Este exército estava sempre à espreita, em todos os lugares, vigiando dia e noite, cada passo das pessoas e amedrontando-as. Elas ficavam presas dentro de suas casas e não tinham mais liberdade; sequer abriam as portas e janelas (2). Porque aquele exército maléfico ameaçava entrar, ameaçava atacar, porém fisicamente eles não causavam mal algum. Seu alvo era apenas a alma das pessoas. Porque os demônios não querem outra coisa nossa, além da alma, nosso dom mais precioso. Eles sabem que esta é a única forma de atingirem ao Deus que nos ama tanto.

    (1) Sempre temos avisado em que chegará o dia em que os demônios aparecerão vivos para muitos, em muitos lugares. Aparecerão, em especial, para aqueles que acham que eles não existem, padres inclusive. Já dissemos que esta explosão de desenhos animados com carrancas medonhas, estas pinturas de seres repugnantes e retorcidos que muitos julgam ser “arte”, e que nos são mostrados já desde pequenos, na verdade visam preparar as pessoas, especialmente as crianças, para a visão real destas repugnâncias e assim não se assustarem tanto. Mas há que saber que, bem pior que a simples visão e mais terrível ainda será a realidade, a presença maléfica e os influxos satânicos que deles emanam. Este influxo diabólico levará milhares de pessoas ao desespero, a loucura, e elas se baterão umas nas outras em fúria, pois milhões de homens e mulheres se tornarão irreconhecíveis, até de uma hora para outra, eis que demônios os comandarão.

    (2) As profecias falam deste tempo de perseguição total, que será movida contra todas as pessoas de bem, não somente católicos, mas estes em especial. A perseguição moral já está em andamento e visões como estas nos mostram que adiante ela será também física, com mortes e sangue derramado em profusão. Não cremos que os demônios em si irão fazer isso – matar fisicamente, pois Deus não permite – mas sim homens sob seu comando. Os que serão levados vivos para o martírio eterno são apenas aqueles que aqui na terra se colocaram conscientemente sob as ordens de satã, para destruir a Igreja de Cristo e matar as almas. Satanás recebeu de Deus grande poder sobre estas almas incautas e fará bom uso delas. Depois, quando não mais servirem nos seus planos, as virá buscar vivas para a mansão do tormento eterno. As visões que seguem anunciam esta realidade futura.

    Visão 3: Tempos depois, vi novamente este homem calvo e baixinho, que estava num campo fechado – Nosso Senhor me falou que era um campo de concentração – e a impressão que tive é de que ali havia inúmeros mortos enterrados. Era como um lugar de fuzilamento, porém não possuía muros altos, mas mesmo assim era muito escuro. Assustei-me quando vi este homem novamente, junto com seu exército cor de carvão – que citei anteriormente – e vi que ele lhes dava ordens diretamente, lhes passava todas as diretrizes de seu plano e explicava bem como deveriam fazer, como executar cada ação e o que deveriam fazer caso as pessoas resistissem. Foi horrível ver tudo o que eles irão fazer. Dias depois vi estes monstros iniciarem seus movimentos, e avançarem em direção às pessoas, às cidades e os povoados.

    E Nosso Senhor me disse: O exército de satanás avança!

    N realidade já faz tempo que ele começou a avançar, mas avança somente quando lhe é permitido por Deus a nada fazem sem permissão (1). E como me é dado observar, eles preparam os caminhos do anticristo, este homem baixinho no tamanho, mas terrivelmente grande na maldade. Este exército na verdade não é constituído de homens, mas por demônios, que receberam e recebem as ordens diretamente do próprio anticristo (2) do “filho de satanás”, como ele mesmo disse noutro dia. Por isso digo a vocês: o inferno é um abismo insondável, tantos são os tipos e formas de demônios que existem e tantos e diferentes os graus de maldade de cada um destes seres repugnantes.

    (1) Já dissemos muitas vezes que os demônios nada fazem sem a permissão de Deus. Eles só avançam quando o Pai Criador permite, mas não devemos achar que isso se dá porque Deus os comanda para a maldade, mas que aqui se esconde uma grande sabedoria: eles avançam ou retrocedem, não devido às ordens de Deus, mas sim dada à reposta dos homens e das nossas orações. Na verdade se trata de uma batalha espiritual, que é aqui mostrada à pessoa de uma forma real e visível. Se nossas orações avançam, a maldade retrocede! Se estas arrefecem, o inferno avança! De fato, Deus deixou ao homem a prerrogativa de derrotar o inferno e somente Se obriga a permitir o avanço do mal, na medida em que os homens deixam de ajudar e não respondem à altura da necessidade, com suas orações e súplicas.

    E justamente aqui entra o fato de que às vezes Deus se obriga a mudar planos e estratégias, que visam enganar e atrapalhar os planos do adversário, tudo por causa desta espantosa inércia dos homens. Ele faz isto para nos proteger, para nos dar mais chances de conversão e dar-nos mais força na luta. Sim, também mais graças neste mundo e maior glória no Céu, se vencermos. Na verdade, tudo o que os demônios fazem – inacreditavelmente – é para nosso próprio bem. Foi isso que ocorreu com a morte de João Paulo II. Foram aquelas torrentes de oração que nos deram mais tempo de graça, porque hoje, tudo já poderia estar em cacos, pois como viram, as forças do inferno estão atiçadas já para o ataque final. Eles sabem que perderão, mas querem poder provocar o maior estrago possível, levando ao inferno o máximo de almas. É só isso que lhes interessa, embora a morte física do homem também lhes agrade ao extremo. Eles odeiam os homens porque podem ser felizes e eles não; também porque podemos nos salvar e eles não!

    (2) Naturalmente que este homem mau está em conluio completo com as trevas. E se Jesus, Maria, os santos, os anjos e até as almas benditas se manifestam aos homens para ajudar nas ações do bem, com toda certeza também alguns homens maus recebem a visão direta dos demônios e do próprio Lúcifer, que os instrui nas ações do mal. E certamente que o próprio anticristo tem a visão constante e a ajuda direta dos demônios a quem comanda. Não sejamos ingênuos de imaginar que isso não esteja acontecendo. Até isso o inferno recebeu de Deus e servirá mais tarde para que Lúcifer jamais reclame que não teve todas as chances de derrotar os homens e vencer a Deus.

    Visão 4: Não bastasse este exército das trevas que aquele homenzinho comanda, também aqui na terra ele comanda outro, formado por homens de carne e osso e músculos. Ele se reúne com ambos no mesmo lugar cavernoso, os demônios cara de carvão e os homens. Este exército vem sendo formado, segundo Nosso Senhor, já há muitos anos e tudo foi programado para que nada dê errado. São homens musculosos, possuem grande força física e são extremamente preparados e maus. São homens escolhidos e todos de elevada estatura. Nenhum deles é baixinho como seu comandante, que mal passa da cintura deles. Possuem a cabeça totalmente raspada (1) e todos eles possuem o “chip” sendo formados e instruídos por satanás e pelo anticristo desde há muito tempo.

    Eles todos estão apenas à espera para se porem em batalha. Estão ainda escondidos, no entanto. Usam uniformes de manga curta para não atrapalhar seus movimentos e suas calças são de um tecido preto, muito elástico, para não atrapalhar o movimento das pernas. E pude ver o que eles fazem, sempre treinando posições de defesa pessoal e de ataque, tanto com armas na mão como sem elas. São formados através de comandos cerebrais (2) e agirão desta forma. E por muitas vezes pude ver as ações deste exército de homens fortes, vestidos de preto, e somente pela graça de Deus posso suportar estas visões e revelações. Não escuto nada do que eles dizem, e quando relato algo é apenas porque Nosso Senhor mesmo me revela. Vejo apenas as reações deles e suas ações.

    (1) Quem sabe seja devido a isso que se disseminou ultimamente, em toda terra, esta moda horrível de raspar totalmente a cabeça. Isso certamente tem propósitos infernais e vai contra a própria natureza do ser humano. Os homens foram feitos com cabelos, e raspar pode significar rebeldia, embora São Paulo o tivesse feito por promessa. Quando estive na Holanda, vi que uma parcela significativa daquele povo – homens e até mulheres – se apresenta totalmente raspado na cabeça, além de ter todo o corpo tatuado com figuras horripilantes. É isto, meus caros: os homens se preparando para acolher o exército de satanás! As drogas e o rock ensinam o resto! Os artistas e jogadores ditam as normas, e os tolos seguem seus desatinados ídolos. Satã guia a todos para desafiarem todas as regras de Deus, ponto a ponto! E os incautos aceitam tudo como se fosse bom!

    (2) Já alertamos que o “chip” tem este pendor de controlar o cérebro das pessoas e não somente monitorar seus passos, mas também vigiar seus pensamentos e determinar seus atos. Ele permite formar autômatos, que obedecerão cegamente as ordens de satanás, tornando-se completamente insensíveis, tal como aqueles robôs e andróides dos filmes e seriados. Faz sentido e nada daquilo é produzido sem um objetivo sórdido. Tudo isso será feito via satélite, tal como se envia ordens e notícias por um telefone celular, de qualquer lugar da terra. Acreditem: tudo está sendo preparado nas nossas “barbas”, mas muitos não se dão conta e acham ser modismos passageiros. Ai, ai, ai! Quando isso explodir, será tarde para muitos incautos! Quanto choro!…Quanta dor!… Quanto sofrimento!…

    Visão 5: Existe um homem na terra, maquiavélico, do qual já falei, o próprio anticristo que age monstruosamente por trás dos bastidores. Baixinho, corpo atlético e tem largas entradas no cabelo. Recentemente fiquei perplexa, ao pensar que existe uma pessoa destas no mundo, e nem se imagina o que se esconde nele. Mas assusta pensar que tamanha monstruosidade se esconde por trás daquele baixinho. Ele sempre recebeu “ordens” de um homem – que na verdade não dá ordens, mas sim o Ok! final – e que sempre aparece ao invés dele. Trata-se de um homem de ombros largos, que é grande não somente no tamanho, mas também no cargo que ocupa neste mundo (1).

    Através do poder que satanás lhe dá, este baixinho pode estar bem aqui perto de mim, enquanto escrevo estas coisas sobre ele (2). Noutro dia, quando Nosso Senhor forçou satanás a revelar certas coisas, este baixinho me olhava com olhar furioso, um riso maquiavélico e queria demonstrar segurança de seus atos, mas na verdade ele não tem. Está sempre coçando a cabeça num ar de “será que vai dar certo?”. E na verdade, todos estes ataques terroristas de hoje, cuja culpa sempre cai sobre um ou outro grupo, ou sobre esta ou aquela pessoa, na verdade são obras projetadas por este mesmo homem, são aprovadas por ele (3) e executadas pelo grupo que o auxilia na tarefa.

    (1) Nós temos conhecimento, por pessoas que estiveram próximas desta gente e já denunciaram o esquema – para ódio do inferno – que um pequeno grupo de pessoas forma a cúpula superior deste esquema a nível mundial, cuja palavra visível chama-se globalização. Já lembramos isto em artigos diferentes. Entre estes, existem pessoas que são como arqui-sacerdotes de Lúcifer, gente já completamente apagada para Deus. São estes arqui-sacerdotes, os únicos que sabem o que realmente está por trás deste projeto.

    Entre os colaboradores deles sejam eles comunistas, sejam mafiosos, sejam eclesiásticos de alta graduação, sejam pertencentes a seitas secretas, nenhum deles sabe exatamente qual é o objetivo final para o qual está sendo dirigido. É que, ardilosamente, cada um é levado a entender que é único, que é o máximo, e até que é bom, e ainda que é senhor de seus atos, quando na verdade é simples escravo, como qualquer cristão perseguido e será morto também quando não mais for de valia para satã. Pobres deles. Estes homens, os da alta cúpula, poucos deles, são os únicos que tratam visivelmente com satanás.

    (2) Na Carta aos Tessalonicenses São Paulo no diz: “A manifestação do ímpio se dará graças ao poder de satanás, com toda sorte de sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não haverem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar do erro”. Isso explica tudo, até as falsas bi-locações do anticristo, que poderá ser mostrado por satanás em muitos lugares ao mesmo tempo. E este falso poder enganará a muitos, se possível até ao eleitos

    (3) Em artigos anteriores já deixamos entender que existe um plano para destruir os Estados Unidos, porque dizem que ele, como uma Fênix renascerá adiante das próprias cinzas. Então, ataques como aqueles das torres gêmeas, não são aprovados e executados de longe por árabes alucinados, mas com certeza existem pessoas dentro do próprio país que sabem disso. Existe um jogo de computador, formado por cartas, criado em 1995 e que mostra exatamente as torres gêmeas do WTC sendo fulminadas por aviões, da mesma forma como aconteceu, mostrando até os detalhes das caras de demônios que formaram-se na fumaça da explosão. Como alguém poderia saber disso antecipadamente?

    Estas são as visões que passamos por hora, as próximas serão sobre o Vaticano.

    Na mensagem “Martírio da Igreja”, Nossa Senhora diz assim: É o rugido aterrorizante do inimigo, a urrar de porta em porta. É o caos! É o mundo em revolta. É o terror! É o medo! E milhões sucumbirão… Dores, angustias, cadáveres, choro, tristeza, ódio, ódio, ódio… É o inimigo marcando a vida!… Está próximo, muito próximo! Então estas visões acima vêm corroborar esta mensagem, mostrando que o inimigo já está realmente a urrar de porta em porta, rondando as casas e as famílias. Mas tudo é, ainda, tênue e difuso. Logo, porém, se estenderão as ações do mal, porque infelizmente diminuem a cada dia as orações, diminuem drasticamente os que crêem e quase se apaga da terra a chama dos que amam. Somente o amor poderia opor uma barreira segura contra este ódio todo, mas envolvidas com o mundo e com a busca desenfreada do dinheiro, morre o amor. Não pode haver amor numa alma contaminada pelo dinheiro!

    E, com toda a certeza o inimigo está já hoje marcando a vida. O Apocalipse nos avisa de que não devemos aceitar – digo aceitar livremente – esta marca odiosa, porque o objetivo dela não é nos trazer facilidades e benesses e sim nos roubar a alma, tornando-nos bestas irracionais e prontas a matar pela ordem de satanás. E farão isso na perseguição, pensando estarem recebendo esta ordem do próprio Deus, pois é assim que se dará.  Sim, até católicos farão isto, não somente pelo efeito da marca, mas porque já aceitaram a marca no seu coração cheio de maldade.

    Mas não posso terminar este novo texto, sem deixar uma mensagem de esperança e de fortaleza: Deus é mais forte! Quem estiver ligado Nele, não precisará temer nada! Quem deve temer são os maus e os incautos! Estes se arrependerão de haverem escarnecido dos avisos de Deus. E estas visões e revelações, certamente são avisos potentes, que nos fazem pensar, não só pensar como agir. E agir significa acima de tudo rezar.

    E como as ações deste exército negro são por hora nas casas, nas famílias é para ali que devemos canalizar nossos esforços e orações. Rezar o Rosário em família, eis o cadeado inexpugnável, que não permitirá proteger as casas da ação do mal. Onde a chave é a Cruz o demônio jamais colocará a mão nela. Nem olhará pelo buraco da fechadura! Quem encher sua casa de Ave Maria não precisará se preocupar, eis porque Nossa Senhora nos pede tanto esta oração poderosa. E a repetição continuada desta oração de batalha, certamente é a única forma de proteger as casas e famílias, pois a Ave Maria é o terror dos demônios.

    E mesmo que uivem de porta em porta nunca adentrarão numa casa onde se reza, pelo menos o terço em família. Aliás, nem mesmo chegarão perto dela. Já das casas das famílias que não rezam!…. Bem elas escolheram isto ao se negarem a aceitar os avisos e sinais de Deus. Tudo é cristalino, mas somente para os que rezam!

    Infelizmente – no próximo “capítulo” iremos ver – muitos têm até o Terço nas mãos, mas que serve apenas para demonstrar ao mundo a santidade: mas por dentro falta amor e faltam as orações!

    Que Deus abençoe a todos! Sem medo: Ele é mais forte!

    Arnaldo

    Fonte: Recados do Aarão

  • Definição de Nova Ordem Mundial

    Introdução

    O termo Nova Ordem Mundial (NOM) tem sido usado por numerosos políticos por todos os tempos, e é um termo genérico usado para se referir a uma conspiração mundial sendo orquestrada por um extremamente poderoso e influente grupo de indivíduos geneticamente relacionados (pelo menos nos mais altos escalãos) que incluem muitas das pessoas mais ricas do mundo, altos líderes políticos, e uma elite comum, assim como os membros da assim chamada Nobreza Negra da Europa (dominada pela Coroa Britânica) cujo objetivo é criar um Governo Mundial (fascista), despido de fronteiras nacionais e regionais, que seja obediente a sua agenda.

    Preste atenção no banqueiro sionista, Paul Warburg:

    “Nós teremos um governo mundial caso você goste ou não. A única questão é se esse governo será alcançado pela conquista ou pelo consenso.” (17 de Fevereiro de 1950, conforme ele declarou diante do Senado norte-americano).

    Sua intenção é efetuar completo e total controle sobre todo ser humano no planeta e reduzir drasticamente a população mundial em dois terços. Enquanto o nome Nova Ordem Mundial seja o termo mais freqüentemente usado hoje para imprecisamente se referir a qualquer um envolvido nessa conspiração, o estudo de exatamente quem constitui esse grupo é algo complexo e embaraçado.

    Em 1992, o Dr John Coleman publicou Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300. Com louvável sabedoria e pesquisa meticulosa, o Dr Coleman identifica os atores e detalha cuidadosamente a agenda da Nova Ordem Mundial da dominação e controle mundial. Na página 161 de Conspirators Hierarchy, o Dr Coleman resume primorosamente a intenção e propósito do Comitê dos 300, como se segue:

    “Um Governo Mundial e um sistema monetário unificado, sob permanente não eleitos oligarcas hereditários que se auto-selecionam na forma de um sistema feudal como era na Idade Média. Nessa entidade de um Mundo Unificado, a população será limitada por restrições no número de crianças por família, doenças, guerras, fome, até 1 bilhão de pessoas que sejam úteis para a classe governante, em áreas que serão estritamente e claramente definidas, permanecendo como a população mundial total.

    Não haverá classe média, apenas governantes e servos. Todas as leis serão uniformes sob um sistema legal de cortes mundiais praticando o mesmo código de leis, apoiados por uma força policial e um exército do Governo Mundial Unificado para reforçar as leis em todos os países onde nenhum limite nacional deverá existir. O sistema será na forma de um estado de bem-estar; aqueles que forem obedientes e subservientes ao Governo Mundial Unificado serão recompensados com os meios de subsistência; aqueles que forem rebeldes simplesmente serão escravizados até a morte ou serão declarados fora-da-lei, e dessa forma um alvo para qualquer um que desejar matá-los. A propriedade privativa de armas de fogo de qualquer espécie será proibida.”

    Por que a Conspiração é desconhecida

    A absoluta magnitude e complicada rede de fraude abrangendo indivíduos e organizações envolvidas nessa conspiração é de pasmar, mesmo aos mais astutos entre nós. A maioria das pessoas reage com descrença e ceticismo em relação a esse assunto, inconsciente que elas têm sido condicionadas (lavagem cerebral) a reagir com ceticismo pelas influências da mídia e institucionais. O autor e desprogramador Fritz Springmeier (The Top 13 Illuminati Bloodlines) declara que a maioria das pessoas construiu em “slides” esse curto-circuito no processo de exame crítico da mente quando vem até ela certos tópicos sensitivos. “Slides”, Springmeier relata, é um termo da CIA para um tipo condicionado de resposta que faz do pensamento de uma pessoa um beco sem saída e termina o debate ou exame do tópico em questão. Por exemplo, a menção da palavra “conspiração” freqüentemente sugere uma resposta slide para a maioria das pessoas.

    O que a maioria das pessoas acredita ser “Opinião Pública” é na realidade propaganda cuidadosamente manufaturada e escrita desenhada para extrair uma resposta desejosa comportamental do público. As pesquisas de opinião pública são realmente tomadas com a intenção de estimar a aceitação pública dos programas planejados pela Nova Ordem Mundial. Uma forte amostra nas pesquisas lhes conta que a programação está “segura”, enquanto uma pobre amostra nos conta como os manipuladores da NOM têm que reformar ou “beliscar” a programação até a resposta desejada ser atingida.

    O Modus Operandi da NOM

    Os conspiradores globais ad NOM manifestam sua agenda através da hábil manipulação de emoções humanas, especialmente o medo. Nos séculos passados, eles repetidamente utilizaram uma invenção que o pesquisador da NOM e autor David Icke caracterizou em seu último livro, The Biggest Secret, como Problema, Reação e Solução.

    A técnica é como se segue: estrategistas da NOM criam o Problema – financiando, reunindo e treinando um grupo de “oposição” para estimular a baderna em um poder político estabelecido (país soberano, região, continente etc.) sobre o qual eles desejam impingir e, assim, criar facções de oposição em um conflito que a própria NOM manobrou até a existência. Nas recentes décadas, os grupos da assim chamada oposição são geralmente identificados na mídia como ‘guerreiros da liberdade’ ou ‘libertadores’.

    Ao mesmo tempo, o líder do poder político estabelecido onde o conflito está sendo orquestrado é demonizado e, como resultado, referido como ‘um outro Hitler’ (tome por exemplo: Saddam Hussein, Milosevic, Kadaffi, etc.). Os ‘guerreiros da liberdade’ não estão reunidos sem freqüência de um elemento criminal local (p.e. KLA, traficantes de droga). No espírito do verdadeiro engano maquiavélico, os mesmos estrategistas da NOM são igualmente envolvidos por cobrir de armas e avisar o líder do poder estabelecido bem como (a NOM sempre lucra com qualquer conflito armado emprestando dinheiro, armando e suprindo todas as partes envolvidas em uma guerra).

    O conflito é atraído ao estágio mundial pelos desabafos da mídia controlada com uma torrente de fotos e registros em vídeo tape de atrocidades horrendas e sangrentas sofridas por civis inocentes. Vem o clamor: “Algo tem que ser feito!” E essa é a reação desejada.

    Os fantoches da NOM então cuidam que a solução se dê enviando ‘Defensores da Paz’ da ONU (Bósnia) ou uma ‘Coalizão de Força’ da ONU (Guerra do Golfo) ou Bombardeios da OTAN e depois tropas de base (Kosovo), ou um exército em ‘busca de Armas de Destruição em Massa’, que obviamente nunca são encontradas. Uma vez instalados, os ‘defensores da paz’ nunca saem. A idéia é ter tropas da NOM em todos os maiores países ou áreas estratégicas onde significante resistência ao controle da Nova Ordem Mundial é provável ser encontrada.

    Quem é a NOM? A porção comum da NOM é dominada pelos banqueiros internacionais, barões do petróleo e cartéis farmacêuticos, assim como outras maiores corporações multinacionais. A Família Real Britânica, quer dizer, Rainha Elizabeth II e a Casa de Windsor, (que são, na realidade, descendentes do braço Alemão da Realeza Européia – a família Saxe-Coburg-Gotha – mudou o nome para Windsor em 1914), são representantes de alto escalão na oligarquia que controla o superestrato da NOM. Os centros nervosos de decisões são em Londres (especialmente a Cidade de Londres), Basel Suiça, e Bruxelas (quartéis-generais da OTAN).

    As Nações Unidas, junto com todas agências trabalhando sob o guarda-chuva da ONU, tais como a Organização Mundial de Saúde (OMS), são representantes completos nesse esquema. Similarmente, a OTAN é uma ferramenta militar da NOM.

    Os líderes de todos os maiores países industrializados como os EUA, Inglaterra, Alemanha, Itália, Austrália, Nova Zelândia etc. (membros do “G7/G8”) são ativos e totalmente cooperativos participantes nessa conspiração. Nesse século, o grau de controle exercido pela NOM tem avançado até o ponto que apenas certos indivíduos escolhidos a dedo, que são cuidados e selecionados e mesmo elegíveis a se tornarem primeiro-ministro ou presidente de países como a Inglaterra, Alemanha ou Estados Unidos. Não faria diferença se Bill Clinton ou Bob Dole ganhassem a Presidência em 1996, os resultados seriam os mesmos. Ambos estão representando o mesmo time para o mesmo clube. Qualquer um que não seja um jogador de um time é sacado: p.e. President Kennedy, Ali Bhutto (Paquistão) e Aldo Moro (Itália). Mais recentemente, Admiral Borda e William Colby foram também assassinados porque um dos dois era se recusando a cooperar com a conspiração para destruir os EUA, não estavam cooperando em alguma posição, ou estavam tentando expor/frustrar o controle da agenda.

    O papel da NOM dispõe a história da maioria de nossas maiores guerras, revoltas políticas e depressões e recessões econômicas dos últimos 100 anos (e anteriores) como sendo cuidadosamente planejadas e instigadas por maquinações dessas elites. Inclui-se aí a Guerra entre os EUA e a Espanha (1898), a Primeira e Segunda Grandes Guerras; A Grande Depressão; a Revolução Bolchevique de 1917; a ascensão do Nazismo na Alemanha; a Guerra da Coréia; a Guerra do Vietnã; a “queda” (1989-91) do Comunismo Soviético; a Guerra do Golfo de 1991; a Guerra em Kosovo; e as duas guerras no Iraque. Até a Revolução Francesa foi orquestrada por elementos da NOM.

    A instigação de uma guerra inventada como uma cobertura para acumular fortunas pode ser datada do começo do Século XII, quando apenas um grupo central de nove membros dos Cavalheiros do Templo, o braço militar de uma sociedade secreta conhecida como o Priorado de Sião, chutou para escanteio as Cruzadas que permaneciam por mais um século e meio. Houve depois um racha entre os Templários e o Priorado de Sião quando Jerusalém caiu diante dos Turcos Sarracenos em 1187. Em 1307, o rei da França, Filipe o Belo, cobiçoso de riqueza e ciumento do poder dos Templários, sendo um fantoche do Priorado de Sião, começou a prender todos os Templários na França em 13 de Outubro. Enquanto muitos Templários foram capturados e torturados, incluindo seu Grão-mestre, Jacques de Molay, muitos outros Templários (que tinham sido denunciados) escaparam. Eles finalmente ressurgiram em Portugal, em Malta (como os Cavalheiros de Malta) e posteriormente na Escócia como o Rito Escocês da Franco-maçonaria, com Albert Pike representando o papel chave na definição de um plano para estabelecer um governo mundial.

    A aquisição e consolidação de sempre maior riqueza, recursos naturais, poder político completo, e controle sobre outros são as forças que motivam a direção das decisões dos líderes da NOM. O preço do sofrimento humano e a perda de vidas inocentes não são assuntos para essas pessoas.

    Fonte: http://reconquest.blogspot.com/ e http://www.threeworldwars.com/

  • Livro A Conspiração Mundial

    A CONSPIRAÇÃO MUNDIAL

    “A manifestação do ímpio37 será acompanhada, graças ao poder de satanás, de toda sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de TODAS AS SEDUÇÕES do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor a verdade que os teria podido salvar. Por isso DEUS lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal.” (2 Ts. 2, 9-12)

    Transcreveremos a seguir, praticamente na íntegra (90%), uma das obras literárias do Almirante William Guy Carr, da Marinha do Canadá, cujo título original, editado no referido País, chamou-se: “The Conspiracy to Destroy all existing governaments and Religions” (“A Conspiração para destruir todos os governos e Religiões existentes”.) O texto que apresentamos foi traduzido para o português da versão francesa. Observamos que o autor, mais preocupado com a difusão da verdade, do que com os ganhos, jamais registrou um “copyright” dos seus livros. Agradecemos e cumprimentamos a Editora Resistência, de Brasília – D.F., pelo belíssimo trabalho. (Título no Brasil, “A Conspiração Mundial”).

    A partir daqui tem início o texto do livro:

    O AUTOR

    As duas últimas obras do Comodoro (Almirante) William Guy Carr (1895 – 1959) foram publicadas após sua morte. A primeira, e a mais modesta delas, é o presente trabalho que data de 1958[1].

    O Alte. Carr teve uma carreira naval exemplar. Suas análises profundas da história e da geopolítica, auxiliadas por um espírito penetrante, coroaram de sucesso suas tentativas implacáveis de remontar os acontecimentos até suas fontes, antes de sacar suas últimas conclusões.

    “Conspiração” não se destina ao indivíduo politicamente inculto, seja ou não produto da universidade… É um assunto destinado aos homens já conscientes do fato de que assistimos a uma corrida da nossa civilização ocidental para o abismo, devido a um grande número de influências que agem coordenadamente. E o acaso não conta…

    Ao escrever para tais homens, William Carr não demonstrou qualquer rancor, sentimento que caracteriza certos patriotas. Carr preconiza, ao contrário, o amor e a paciência.

    “Sereis julgados – declara – pelo esforço consagrado a este trabalho, não pelos resultados obtidos. Não deveis imputar-vos a culpa. Usai a paciência, e não a força. Demonstrai bom-senso, e não denigrais. Sede amáveis e refletidos, em vez de rixentos e agressivos. Fazei com que as pessoas pensem, e deixai-as refletir sobre a questão por si mesmas”.

    Não é, pois, de admirar que os livros de William Guy Carr tenham sido bem acolhidos. Algumas de suas obras têm sido reeditadas várias vezes.

    (O autor também prestou serviços à Inteligência do Império Britânico – n.J.B. Klein.)

    A CONSPIRAÇÃO

    John Robinson, professor de filosofia natural e secretário da Sociedade Real de Edimburgo, na Escócia, publicou, em 1796, certos documentos que recebeu dos Iluminados da Baviera de Adam Weishaupt, quando viajava pela Europa. Isto se passou bem antes que a Revolução Francesa de 1789 explodisse.

    Robinson era um maçom de grau elevadíssimo. Por isto lhe foram confiados documentos secretos. Ele, no entanto, os pôs de lado por algum tempo, antes de lê-los… Quando acabou a leitura, soube que tinha nas mãos um exemplar – revisto por Weishaupt -, da Velha Conspiração Luciferina. Esse documento explica como Weishaupt iria utilizar os Membros da Ordem e Seita dos Iluminados – Os Illuminati –, a fim de conquistar o objetivo final, isto é, a constituição, depois o controle do Primeiro Governo Mundial, estabelecido sob a férula da ideologia luciferiana, imposta à raça humana por meio do Satanismo Despótico.

    A obra de John Robinson teve por título: “Prova de uma Conspiração para Destruir todas as Religiões e Governos na Europa”.

    As informações que ela continha apenas confirmavam aquelas que o Governo Bávaro publicara em 1786, sob o título: “Os Escritos Originais (Protocolos) da Ordem e Seita dos Iluminados”, que Zwach tinha, igualmente, publicado sob o título: “Einige Original Schriften” (Alguns Escritos Originais). O Governo Bávaro tinha remetido exemplares do Plano de Weishaupt – que visava a utilizar esses Illuminati, recentemente organizados-, para destruir todas as autoridades da Igreja e do Estado, antes da eclosão da Revolução Francesa de 1789. Porém, a advertência foi ignorada… O fato de que os Illuminati tenham conseguido guardar em segredo sua identidade, e sua intenção de escravizar a Raça Humana, de corpo e alma, permitiu aos conspiradores levar o complô até seu estágio semifinal.

    O propósito deste opúsculo é explicar como a Conspiração foi posta em execução, de 1789 até os nossos dias. Revelaremos, também, os detalhes do projeto executado pelo General Albert Pike, entre 1850 e 1886, visando à sua conclusão.

    Weishaupt era professor de Direito Canônico na Universidade de Ingolstadt quando revisou e modernizou a Velha Conspiração Luciferina, destinada a impedir à Raça Humana de cumprir o Plano de Deus sobre a Criação. Seu objetivo era impor, em última instância, a ideologia luciferina à massa dos Goyim (bestas humanas), por meio do Satanismo Despótico. De 1770 a 1776, a Casa Rothschild, recém-estabelecida, financiou Weishaupt, assim como hoje os dirigentes dos Illuminati são financiados, da mesma maneira, pelas “Tax Exempt Foundations” – As fundações isentas de impostos -, constituídas voluntariamente por multibilionários, tais como Rockefeller (Stein [au] er, do seu verdadeiro nome), Carnegie Ford.

    O Governo Bávaro descobriu a Conspiração de Weishaupt quando, em 1785, Deus fez cair (permitiu – n.J.B. Klein) um raio sobre um dos seus correios – o padre apóstata Lanz -, e o matou, enquanto cavalgava de Ratisbona a Paris. A polícia do Eleitor da Baviera encontrou com ele um exemplar da versão revisada da Conspiração, destinada aos membros dos Illuminati que tinham recebido ordem de fomentar a Grande Revolução Francesa. Este primeiro projeto de importância, daquilo que deveria conduzir à destruição final de todos os governos e religiões, deveria se realizar, segundo seus planos, em 1789!

    O Plano de Weishaupt era extremamente simples. Em primeiro lugar, ele organizou os Iluminados, e constituiu, em seguida, as Lojas do Grande Oriente, para nelas infiltrar os Iluminati na Maçonaria Azul, ou Maçonaria Européia, usando as lojas como quartéis-generais secretos. Os conspiradores poderiam operar, assim, sob a máscara da filantropia. Weishaupt considerou, sempre, que somente os maçons especialmente selecionados, aqueles dos Altos Graus, deveriam conhecer o “Grande Segredo”. Somente os maçons para sempre dissuadidos de Deus Todo-Poderoso foram iniciados nos Altos Graus das Lojas do Grande Oriente, e sabiam que os Iluminados formavam uma organização secreta tendo por único fim constituir, de algum modo, um Governo Mundial Único, do qual tinham a intenção de usurpar, em seguida, os poderes, de modo a impor seu culto à humanidade: a adoração de Lúcifer.

    Weishaupt afirmava que sua ação asseguraria paz e prosperidade permanentes. Somente os iniciados dos últimos graus, sabiam, então, que a ideologia luciferina seria imposta à Raça Humana por meio do despotismo satânico.

    Provaremos que somente os adeptos dos últimos graus são iniciados como Grandes Sacerdotes da Sinagoga de Satanás. Eles adoram Lúcifer, o príncipe oposto ao nosso Deus, ao qual chamam de “Adonai”.

    O plano que os Iluminados tinham em vista previa a utilização da corrupção pelo dinheiro e pelo sexo, e, pôr em ação pessoas influentes caídas sob seu controle. Essas pessoas serviriam, em seguida, como peões nas estratégias secretas dos Iluminati. Ele mandava, igualmente, que jovens pertencentes a boas famílias, ligadas ao internacionalismo, fossem recrutadas e, depois, enviadas a escolas particulares, onde os Iluministas os endoutrinariam nas idéias internacionalistas, e os formariam, de maneira que eles pudessem ocupar, na política e na religião, os postos de “Especialistas”, “Peritos” e “Conselheiros”.

    Os Iluminati – é preciso que se saiba -, usam a riqueza, o poder, e a influência dos seus membros para colocar seus “Agentes” em postos chaves nos bastidores de todos os governos, quer seja no domínio das finanças, da indústria, da educação, ou da religião. Eles adaptam, então, as políticas governamentais, para que elas coincidam com o Plano Luciferiano que visa a promover guerras e revoluções numa escala cada vez maior. Weishaupt estipulava que os Iluminati deveriam organizar, financiar, dirigir e controlar o Comunismo e, mais tarde, o Nazismo e o Sionismo Político, a fim de facilitar sua tarefa, dividindo a população mundial em partidos opostos, cada vez mais numerosos.

    A política de auto-eliminação deverá ser perseguida até que só o Comunismo2 e a Cristandade sejam as potências mundiais sobreviventes.

    Quando essa fase da Conspiração for atingida, os Iluminati provocarão o maior cataclisma social que o mundo jamais viu… Os goyim, controlados pelos comunistas ateus, e aqueles outros que professam o Cristianismo, se massacrarão às dezenas de milhões, e se deixará que o façam. Não esqueçamos de que é durante as guerras mundiais que o demônio recolhe suas mais ricas colheitas de almas. Esse massacre geral se produzirá enquanto os Iluminati, seus amigos bilionários, cientistas, e seus agentes, repousarão, com toda segurança, e no luxo, nos “santuários” escolhidos e equipados com antecedência (Flórida do Sul, Índias Ocidentais, Ilhas do Caribe), e isto enquanto os dois partidos estejam sendo, literalmente, sugados e exauridos, física e economicamente3. Eles não terão, então, outra alternativa senão aceitar um Governo Mundial, sua única esperança. Os Iluminati usurparão, em seguida, os poderes desse Governo e coroarão seu déspota-rei do mundo inteiro. (o anticristo – n.J.B. Klein)

    Será somente nesse momento que a Sinagoga de Satanás – que sempre controlou, e ainda controla, todas as organizações subversivas -, dará a conhecer, através de uma manifestação universal, pela primeira vez, a verdadeira luz da pura doutrina luciferina, e imporá a ideologia luciferiana ao que restar da Raça Humana, por meio do despotismo satânico.

    Constatamos, assim, que o objetivo final não é temporal e materialista como gostariam de nos fazer crer os que dirigem a Conspiração. Estamos implicados no movimento contínuo da revolta luciferina contra o poder supremo e a autoridade de Deus Todo – Poderoso, que os luciferianos chamam de Adonai.

    Ensinaram-nos a bondade infinita do nosso Deus, mas nos mantiveram na ignorância do fato de que a revolta luciferiana começou no mundo celeste, que chamamos o Céu (paraíso).

    Lúcifer contestou, e pôs em jogo, a supremacia de Adonai (Deus – n.J.B. Klein), sob o pretexto de que seu plano de direção do Universo era inconsistente e impossível de ser posto em prática, porque se baseia na afirmação de que todos os seres inferiores têm a obrigação de conhecê-lo, amá-lo e serví-lo por causa das suas perfeições infinitas. Lúcifer proclamou que a única maneira de dirigir o universo inteiro seria estabelecer uma ditadura totalitária, e fazer respeitar, à força, a vontade do Ditador, graças ao seu despotismo Absoluto. A palavra Universo como a emprega aqueles que têm aceitado a ideologia luciferina, no mundo celeste ou nos outros, significa: “A totalidade das coisas existentes, inclusive a Terra, os corpos celestes e tudo que pode se encontrar no espaço”..

              Não se pode compreender esse importante assunto, na sua totalidade, se não se conhece a verdade inteira. É preciso conhecermos, portanto, a ideologia luciferina tão bem quanto a história escriturística do combate que se tem perpetuado em todas as épocas, neste mundo, entre Deus e Lúcifer, a fim de decidir qual dos planos sobre a criação será, finalmente, aplicado.

    A menos que saibamos a inteira verdade não poderemos decidir, pelo uso dos dons divinos da inteligência e da vontade livre, se aceitamos o plano e o amor de Deus, se nós O serviremos e obedeceremos por toda a eternidade, ou, se iremos, literalmente, para o Diabo (Lúcifer).

    O desiderato daqueles que dirigem a Conspiração Luciferiana é impedir que as massas – os Goyin, as bestas humanas, não conheçam toda a verdade, porque sabem que isto as fariam aceitar, automaticamente, o plano de Deus. Em conseqüência, os luciferianos contam com o seu gênio para mentir e enganar àqueles que têm a intenção de escravizar os corpos e as almas, e fazer-lhes crer, não importa o quê, exceto a verdade. Assim, compreendem melhor porque Cristo referiu-se à Sinogaga de Satanás, que dirige a Conspiração Luciferina nesta terra: “Vós sois os filhos do diabo, e cumprem a sua vontade. Ele é um homicida desde o princípio. Não possui a verdade porque a verdade não está nele” (Jo. 7,44). Devemos nos lembrar, igualmente, que as palavras “Sinagoga de Satanás” não caracterizam, unicamente, os judeus (conspiradores – n.J.B. Klein), porque Cristo fez saber, claramente, que incluem, também, “aqueles que se dizem judeus, mas não o são, e mentem”4.

    A Sinagoga de Satanás se compõe, na verdade, de homens e mulheres de um grande número de nacionalidades, que remontam a Caim, filho de Eva.

    Adquiri meu conhecimento sobre a “fé” luciferina lendo tudo o que pude encontrar, e, também, lendo e estudando as traduções das obras de S. E. o Cardeal Caro Y Rodriguez, de Santiago, arcebispo – primaz do Chile. Eu vos transmito estas informações para que possais decidir sobre a marcha dos acontecimentos, num ou noutro sentido.

    A “fé” luciferina ensina que Lúcifer era o espírito mais brilhante do Exército Celeste. Seu poder e influência eram tão fortes que ele acabou pondo em questão o poder e a supremacia de Deus – “Adonai”, e provocou a deserção de um grande número de espíritos celestes das altas hierarquias. Estes, deixaram Deus e seguiram o Príncipe dos Anjos caídos. Dentre os traidores estava Satanás, o “filho mais velho de Adonai”.

    De acordo com a crença luciferina, o arcanjo São Miguel é irmão de Satanás, bem como o filho mais moço de Adonai. A doutrina luciferina reconhece que São Miguel infligiu uma derrota aos anjos que tinham optado pela causa luciferina, no Céu. Dessa época, data a inimizade eterna entre Satanás e São Miguel.

    Ainda de acordo com os ensinamentos luciferinos, a palavra “inferno” é utilizada para designar o mundo celeste para o qual Deus baniu Lúcifer e os espíritos celestes mais inteligentes, que seguiram o Príncipe do Inferno por sua livre vontade. Deus – Adonai -, decidiu, então, dar outra chance a essas criaturas, considerando que elas tinham sido enganadas ao adotar a revolta luciferina. Ele criou, em conseqüência, outros mundos, entre os quais a Terra, e os povoou com os anjos menos culpados dentre aqueles que tinham se separado dele, no Céu, quando da revolta. Ele os fez à sua imagem e semelhança; foram dotados de corpos, nos quais insuflara a luz espiritual da graça santificante. A aparência destes era semelhante à do Cristo que Pedro, Tiago e João contemplaram na transfiguração. Deus pôs esses anjos caídos nos mundos, através de um processo de nascimentos que os privou do conhecimento das suas existências anteriores, dotando-os, no entanto, de inteligência, e concedendo-lhes a vontade livre. Seus espíritos foram feitos de maneira que pudessem receber inspirações do mundo celeste, tanto daqueles espíritos que permanecerem fiéis a Deus, quanto dos espíritos que tinham abraçado a causa luciferina. Os mais fracos desejam, geralmente, receber tais inspirações, usando a sua própria inteligência. O corpo age de acordo com as  decisões do espírito; todas as ações do corpo devem  ser ou positivas (boas) ou negativas (más). Toda ação pneumática (espiritual) é registrada no “Livro da Vida”. O indivíduo decide com conhecimento do seu futuro eterno, e, através das suas ações pneumáticas, demonstrando se aceita o plano de Deus para o Universo, ou plano de Lúcifer. O resultado é o “Bem” ou o “Mal”. Segundo a fé luciferina, Lúcifer, fez de Satanás o “Príncipe deste Mundo” quando da criação. O objetivo deste era incitar nossos primeiros pais a separar-se de Deus – “Adonai” -, e impedir que seus descendentes realizassem o Plano de Deus para a criação. Essa “Fé” ensina, igualmente, que Deus, no Jardim do Éden – o paraíso -, acompanhava nossos primeiros pais, instruindo-os sobre seu plano e sua concepção de vida.

    (…) Os luciferianos ensinam – aos iniciados dos graus inferiores do Rito Paládico Novo, fundado por Albert Pike – que Deus – “Adonai” é um Deus ciumento e egoísta, que impediu nossos primeiros pais de conhecer os prazeres das relações sexuais, – o segredo da procriação -, porque deseja reservar-se tais prazeres! Podeis constatar a abominação, uma mentira difícil até de se qualificar, o tanto que é assustadora! Deus, simplesmente tinha deixado para depois a revelação da procriação, a fim de primeiro provar a honestidade, a integridade e a obediência dos nossos primeiros pais. Ele queria estar certo do poder contar com eles antes de confiar-lhes o segredo, de sabê-los dignos de poder cumprir essa função santa e sagrada, que daria a outros a oportunidade de aceitar seu plano sobre a criação. Os luciferianos contam, aos iniciados no Rito Paládico Novo, que Satanás gratificou a “Raça Humana com o dom mais importante, quando iniciou Eva nos prazeres das relações sexuais, fazendo com que ela descobrisse o segredo da procriação. As Santas Escrituras nos ensinam que Satanás incitou Eva a desobedecer a Deus: “Da árvore do Bem e do Mal não comerás” -, prometendo-lhe que se ela aceitasse sua sugestão, Adão e ela se tornariam iguais a Deus em Poder, e nunca morreriam. Em outras palavras, Satanás revelou a Eva a ideologia relativa ao sexo e às relações sexuais, o “conhecimento da carne”, que está em total oposição com a vontade de Deus: o ato de procriação deve ser realizado por um homem e uma mulher, unidos por toda a vida pelos laços do casamento. Um ato realizado na mais restrita intimidade, fundamentado em sentimentos profundos, expressões mútuas de alegria, estima, devotamento e reconhecimento, devendo o summum ser atingido  pelo desejo espiritual dos dois seres, consistindo na promoção do Plano de Deus, isto é, o povoamento do mundo, a fim de viver-se eternamente com Ele, na felicidade.

    A conquista de Eva por Satanás foi de um gênero totalmente diferente, pois reproduziu o Rito da Missa Adonaicida, a Missa Negra. Segundo o ritual dessa “missa”, os atos amorosos de Satanás foram calculados de modo a excitar as paixões animais de Eva, até o ponto em que a satisfação da excitação sexual se põe acima de qualquer outra consideração. Satanás aconselhou-a a amar a volúpia mais do que a modéstia. (…) De acordo com o Satanismo, é perfeitamente normal empregar qualquer meio que seja a fim de satisfazer o desejo sexual, seja ele animal ou humano! O Talmude da Babilônia, – que se baseia nos ensinamentos cabalísticos dos promotores da Conspiração Luciferina -, ensina que é perfeitamente normal que um “homem” abuse de crianças com idade de 3 anos, a fim de satisfazer suas diabólicas paixões animais! A “fé” luciferina proclama, além disso, que Caim nasceu da união de Eva com Satanás!

    (…) Quando se compreende isto, pode-se, facilmente, alcançar como a Conspiração Luciferina, permanente, se desenvolveu nesta Terra com o objetivo de escravizar, de corpo e alma, os sobreviventes da Conspiração dos Illuminati. Isto explica, igualmente, o dilúvio quotidiano de sexualidade na mídia, os filmes pornográficos, as exibições impúdicas da mulher, a canção sexy, o ritmo “Elvis Presley”, o Rock’n Roll6.

    Voltaire escreveu que, para levar as massas a uma nova servidão, os Illuminati deveriam mentir-lhes, como o próprio Diabo, não timidamente, ou por um certo tempo, mas descarada e permanentemente. Ele expunha aos seus companheiros Iluministas: “Devemos fazer-lhes promessas levianas, e empregar frases extravagantes… e poderemos fazer, a seguir, o contrário do que prometemos… isto não terá conseqüências”.

    Mas, o fato mais esclarecedor de todos é o conhecimento da terrível e espantosa influência do satanismo na conduta de certos homens – os que foram admitidos como Grandes Sacerdotes da fé luciferina -, que se emasculam, ou pedem aos seus médicos que os castrem, a fim de impedir que as considerações sexuais intervenham na sua determinação de estabelecer a Ditadura Totalitária Luciferina sobre a Terra.

    Segundo fontes confiáveis, Janos Kadar é um desses homens. Uma revista das mais importante da América, publicou, em fins de 1956, a história da maneira com que Kadar tomou o poder da Hungria, e pôs fim à rebelião. O autor afirma que Kadar foi emasculado por seus inimigos, quando esteve preso. Tal declaração é mentirosa. Kadar foi castrado por seu cirurgião, e a seu pedido. Ele desejava tornar-se um adepto perfeito da causa luciferina. Kadar era de tal maneira fanático que, depois de ter reprimido a Revolta Húngara, ordenou que fossem emasculados 45.000 jovens húngaros que tinham caído prisioneiros. Em seguida, os enviou a campos especiais, onde foram treinados para se tornarem agentes dos Illuminati, e serem empregados no auxílio a Conspiração Luciferina, na sua última fase. Tudo isto é essencialmente horrível, mas é a verdade.

    “News behind the News” 7, afirmou, em 1956, que a Revolução Húngara tinha sido tramada pelos Illuminati, do exterior, e que tinha como objetivo testar, na prática, a realização do plano Pike: provocar o cataclisma social último, implicando povos controlados pelos comunistas ateus, e, povos que professam o cristianismo. As provas recebidas posteriormente estabelecem, formalmente, que tínhamos absoluta razão nas afirmações.

    A “fé” luciferina ensina que a Conspiração progrediu em tal rapidez que Deus decidiu enviar S.Miguel à Terra, na pessoa de Jesus Cristo(!), a fim de acabar com a Sinagoga de Satanás e dispensar seus sicários. Ensina, também, que S. Miguel, – o Cristo -, falhou na sua missão*.

    Pike elaborou o ritual da missa adonaicida baseado na sedução de Eva por Satanás; na vitória luciferina sobre Cristo; e, na sua morte instigada pelos Illuminati. Cristo veio para nos resgatar e liberar das correntes com as quais Satanás nos havia sujeitado. Pike “ensina” que Satanás tinha obtido o controle de todos aqueles que exerciam funções importantes nos governos, religiões, ciências, e demais atividades humanas. O nascimento de Cristo num estábulo nos ensina que, se querermos cumprir o Plano de Deus, devemos começar pelos mais humildes, a fim de educar a maioria da humanidade. Cristo nos deu conhecimento, da maneira a mais clara possível, que era inútil e vão começar pela cúpula. Se tivéssemos aprendido a lição, teríamos uma “revolução” espiritual! Cristo nos ensinou, também, que só há uma maneira de pôr fim à Conspiração Luciferina: ensinar a verdade inteira, interessando no problema os povos de todas as nações. Ele nos assegurou que, se fizermos conhecer a verdade, e explicarmos às massas que a ideologia luciferina é má, a opinião pública se tornaria uma força imensa incontrolável pela Sinagoga de Satanás.

    Weishaupt e Pike reconheceram essa verdade. Insistiram no fato de que todo agente iluminista, suspeito de traição, deveria ser executado. Weishaupt, escreveu que se um só homem pudesse divulgar8 seu segredo, seu plano recuaria 3.000 anos, ou seria definitivamente adiado. Weishaupt, serviu-se de Thomas Jefferson para transferir à América sua conspiração luciferiana revisada.

    Jefferson integrava o grupo dos financistas, políticos, economistas, cientistas, industriais, profissionais liberais, e religiosos, que tinha a idéia de um Governo Mundial, dirigido por homens de cabeça (os iluministas). Esta seria a única maneira de pôr fim às guerras e revoluções. Jefferson ocupava uma posição tão elevada nos conselhos executivos dos Illuminati, que estes impuseram, secretamente, a impressão da insígnia da seita no verso do Grande Selo da América, festejando antecipadamente sua posse no governo. Como essa informação tem chocado a maioria dos cidadãos americanos, citaremos documentos autênticos e acontecimentos históricos, cuja existência foi cuidadosamente ocultadas ao grande público do Canadá e Estados Unidos.

    Em 17899, o altíssimo iniciado maçom, John Robinson, confirmou que os Illuminati tinham se infiltrado nas lojas maçônicas americanas.

    Em 19 de julho de 1789, David A. Pappen, presidente da Universidade de Harvard, preveniu seus alunos quanto à influência do Iluminismo na política americana, bem como na religião (imaginamos o que ele diria da Harvard de hoje, se ainda estivesse vivo!).

    No dia de Ação de Graças, de 1789, Jedediak Morse pregou contra o Iluminismo. Advertiu sua congregação, e o povo americano, de que os Iluministas dissimulavam seu verdadeiro objetivo ao se infiltrarem nas lojas maçônicas, cobrindo suas ações subversivas, bem como suas intenções, com a máscara da filantropia.

    Em 1799, John Cosens Ogden revelou o fato de que os Iluministas da Nova Inglaterra se consagravam, infatigavelmente, à destruição da religião e do governo da América, fingindo preocupar-se com a sua proteção.

    Em 1800, John Quincy Adams se opôs a Jefferson na eleição à presidência americana.  Adams tinha organizado as lojas maçônicas da Nova Inglaterra. Ele escreveu três cartas ao coronel W. L. Stone, expondo as atividades subversivas de Jefferson. As informações contidas nessas cartas permitiram a Adams ganhar as eleições. As cartas, às quais nos referimos, estão, – ou estavam -, expostas na Biblioteca Rittemburg Square, na Filadélfia.

    Em 1800, o Capitão William Morgan sentiu-se no dever de informar aos demais franco – maçons sobre os propósitos, e o modo com que os Illuminati usavam suas lojas com objetivos subversivos. Os Illuminati, delegaram a um dos seus membros, Richard Howard, a incumbência de executar o “traidor” Morgan. Esse tentou fugir para o Canadá, mas não conseguiu10.

    Em 182911, uma Iluminista chamada “Fanny” Wright, fez uma conferência para um grupo cuidadosamente selecionado de Iluministas, no novo templo maçônico de New York. Ela explicou a ideologia luciferina quanto ao “amor livre” e à “liberdade sexual”.

    Informou, igualmente, aos Iluministas americanos sobre o fato de que estava previsto organizar e financiar o Comunismo ateu, com o objetivo de prosseguir no cumprimento dos seus planos secretos, conforme sua visão do mundo. Dentre os homens que contribuíram para implementar essa fase da Conspiração Luciferina, encontramos Clinton Roosevelt (um ancestral direto de Franklin Delano Roosevelt), Horage Greeley e Charles Dana.

    Em 1834, a fim de dissimular seu verdadeiro propósito, as pessoas citadas organizaram o “Partido Loco-Foco”.

    Em 1835, mudaram seu nome para “Partido Whig”, e o empregaram na coleta dos fundos que financiaram Mordecai Mark Levi (isto é, Karl Marx) quando este escreveu “O Manifesto Comunista”, junto com Engels12, e “O Capital”, em Soho (Londres).

    Essas duas publicações foram redigidas sobre o controle direto dos Illuminati. Destinavam-se a organizar o Comunismo ateu, como exigia o plano de Adam Weishaupt elaborado em 1766.

    Em 1834, os Illuminati fizeram de Giuseppe Mazzini13 seu “Diretor de Ação Política”. Esse título significava, na realidade, “Diretor de Atividades Revolucionárias”. Léon de Poncins, em “As Forças Secretas da Revolução” (p.65), confirma o que publiquei a respeito em “Pawns in the Game” e “Red Fog Over América”: Mazzini mantinha relações estreitas com dirigentes ocultos, e conduzia atividades revolucionárias em diferentes países. Mazzini conheceu o General Albert Pike pouco depois que o presidente Jefferson Davis dissolveu as tropas indígenas auxiliares, sob o pretexto de que tinham cometidos atrocidades durante a guerra.

    Em 1850, com 41 anos de idade, Albert Pike se infiltrou na Maçonaria, e foi iniciado na loja Western Star, de Little Rock, no Arkansas. Apoiado pelos Illuminati, fez uma carreira fulgurante.

    Em 02 de janeiro de 1856, Pike foi eleito Soberano Grande Comendador do Conselho Supremo da Jurisdição Sul dos Estados Unidos. Ligou-se, estreitamente, a um luciferiano chamado Moses Holbrock, que ocupava um cargo maçônico correspondente, em Charleston, na Carolina do Sul. Juntos, elaboraram o ritual de uma versão modernizada da “Missa Negra” luciferiana, baseada na doutrina cabalística. Holbrock morreu, e Pike introduziu a “Missa Adonaicida”, que deveria ser celebrada pelos iniciados admitidos no segredo integral, e no último grau do Rito Paládico Novo. Esse ritual preconiza, ao celebrante, iniciar a sacerdotisa que desempenha o papel de Eva nos prazeres do sexo, assim como Satanás os ensinou a ela. Assim, a memória de Eva é perpetuada, e se lembra aos presentes como se utiliza, ainda, o sexo, para obrigar as pessoas que desejam controlar, a se afastarem de Deus14. O ritual exige a imolação de uma vítima humana, animal, ou mesmo uma ave. O sacrifício é oferecido a Lúcifer, para comemorar a vitória da Sinagoga sobre Cristo. Faz-se circular e beber, em pequenos goles, o sangue da vítima, e comer pedaços da carne, tudo isso para ridicularizar Cristo que ensinava: “Aquele que come minha carne e bebe meu sangue terá a vida eterna”15.

    O celebrante profana, a seguir, uma hóstia consagrada por um padre da Igreja Católica Romana16. Este ato é realizado para demonstrar aos presentes que Deus – “Adonai” não é todo poderoso. Isto indica, também, a determinação de destruir todas as outras religiões. Aliás, todas as Missas Adonaicidas terminam com uma orgia de comidas, bebidas e sexo. Pike declarou que: “para que um adepto dos altos graus seja perfeitamente senhor de suas paixões, que deixam a nú tantos corações, seria preciso usar mulheres com freqüência, mas sem paixão, a fim de dominar seus desejos, e sujeitar as mulheres”. Pike escreveu, igualmente, que “as lojas de irmãos, que não têm uma loja de irmãs anexa, são incompletas”. Remetemo-nos à página 578 do livro “A Mulher e a Criança – Maçonaria Universal”, de A. C. de La Rive, que trata, precisamente, das lojas de adoção, usadas para introduzir mulheres nos ritos

    paládicos17.

    Por causa do seu apoio incondicional à causa luciferina, Pike foi eleito Soberano Pontífice da Franco – Maçonaria Universal, e, enquanto tal, foi assistido por dez anciãos da Suprema Loja do Grande Oriente de Charleston, na Carolina do Sul. Pike ocupava a residência magistral que mandou construir em Little Rock, em 1840. Foi ali que elaborou o Plano das Fases Terminais da Conspiração Luciferiana. Como provaremos a seguir, o último cataclisma social deverá produzir-se no embate entre as massas controladas pelos comunistas ateus, e aquelas que reconhecem a religião cristã18. É esse plano diabólico que justifica a definição da palavra “Goyn”: “gado humano preparado para o massacre”. A fim de pôr em execução esse plano, diabolicamente inspirado, Pike organizou o “Rito Paládico Novo”, e ordenou a Mazzini que estabelecesse Conselhos Supremos em Roma e Berlim, para operar em ligação com o quartel-general que ele tinha estabelecido em Charleston. O Supremo Conselho de Roma era responsável pela “Ação Política”, enquanto que o de Berlim constituía o “Diretório Dogmático”. Os três Supremos Conselhos tinham por missão dirigir as atividades subversivas de 23 outros conselhos, que Pike erigiu em posições estratégicas na América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, África e Oceania19.

    Para provar que “O Supremo Segredo” só é revelado aos adeptos dignos de receber a iniciação do último grau do rito paládico, que os entroniza como membros da “Grande Loja Branca” e “Grandes Sacerdotes da Fé Luciferina”, citaremos uma carta de Mazzini ao Dr. Breidenstein, antes deste receber o último grau: “Construímos uma irmandade espalhada por todos os pontos do mundo. Gostaríamos de quebrar todos os jugos. Entretanto, há um, invisível, o qual se pode apenas sentir, e que pesa sobre nós. Donde vem? Onde está? Ninguém sabe… ou não quer dizer. Essa sociedade é secreta até mesmo para nós, os veteranos das sociedades secretas”.

    Tendo em vista provocar o último cataclisma social, entre comunistas e cristãos, Pike deveria colocar Iluministas nos postos de controle do Estado do Vaticano. Para facilitar a infiltração, Pike ordenou que Mazzini suscitasse, na Europa, um clima “antivaticano”, até que – como o sabemos -, a integridade física das pessoas, no interior do Vaticano, fosse posta em perigo. Karl Rothschild20, filho de Mayer Amschel Rothschild, que financiou os Iluminados da Baviera de Weishaupt, interveio, então, em favor do Estado Pontifical, sob o pretexto de que desejava impedir uma inútil efusão de sangue. Foi assim que um dos membros mais altos dos Illuminati obteve o reconhecimento e a estima do Papa, e dos Altos Funcionários do Vaticano. Então, ele aproveitou para introduzir agentes da seita, como peritos, conselheiros financeiros21 e políticos… Estes cumpriram, de modo preciso, a diretriz de Weishaupt, que orgulhosamente escreveu: “Nos infiltraremos nesse lugar – o Vaticano-, e quando estivermos lá dentro, não sairemos jamais. Nós o minaremos até que reste, apenas um coquinho vazio!… Depois que os Iluminati se infiltraram no Vaticano, a Conspiração Luciferina fomentou duas guerras mundiais, que dividiram a Cristandade em exércitos opostos.

    Os cristãos, de todas as confissões, se mataram uns aos outros aos milhões, com  a conseqüência de que as massas, controladas pelo Comunismo ateu, tornaram-se uma potência equivalente ao que resta na Cristandade. O curso dos acontecimentos, até os nossos dias, está estritamente conforme as prescrições de Weishaupt e da sua Conspiração Luciferina. O modo com que isso ocorreu indica que o plano de ação, elaborado por Albert Pike, entre 1850 a 1886, na sua residência de Little Rock, foi escrupulosamente seguido. Não esqueçam de que os arquivos secretos do Vaticano são os mais completos do mundo, mais do que todos os outros! Imaginamos qual não teria sido o curso da História se os Iluminati não tivessem conseguido estabelecer uma conspiração do silêncio, cobrindo todos os governos, sejam eles políticos ou religiosos. Possuo numerosas cartas de padres que viveram em Roma, e estudaram no Vaticano. Elas comprovam que o Santo Padre é uma espécie de prisioneiro, no interior do Vaticano22; assim como o presidente dos Estados Unidos é um prisioneiro na Casa Branca; a rainha da Inglaterra, no Palácio de Buckingham; e, Khrouchev, no Kremlin. Uma só vez, nesses últimos anos, a vigilância constantemente exercida sobre o Papa foi relaxada. Foi quando se pensou que Sua Santidade estava à morte. Sabemos que ele se encontrava de tal maneira debilitado que somente um milagre pôde dar-lhe as forças necessárias para convocar uma personalidade oficial, com a qual podia contar. Ele deu ordem para que se enviasse um apelo a todos os católicos romanos, pedindo-lhes “rezar pela Igreja do Silêncio”. [Pio XII]. Pike limitou a iniciação ao Rito Paládico Novo aos homens e mulheres que já tinham se afastado, definitivamente, de Deus, vendendo suas almas à Satanás, em troca da realização material e dos prazeres carnais. Mas, a astúcia e a inteligência dos mestres da Sinagoga de Satanás são tais que, mesmo os iniciados nesse rito, não podem ser admitidos no supremo segredo, antes de serem testados a fundo.

    A maneira como a “Grande Loja Branca” – Sacerdotes da Fé Luciferiana, guarda seu segredo foi perfeitamente revelada quando Deus fez com que os documentos ultra-secretos, emitidos por Albert Pike, caíssem em mãos diferentes daqueles às quais se destinavam.

    Mazzini morreu em 1872, Pike designou, então, Adriano Lemmi para sucedê-lo como Diretor de Ação Política. Este, já iniciado no Rito Paládico Novo, era um satanista. Pike revelou-lhe o supremo segredo. Explicou-lhe que Lúcifer é o único Deus, além de Adonai, e que o objetivo final da conspiração em marcha consiste em impor a ideologia luciferina à Humanidade23. Os fatos referentes a essa nomeação foram relatados no livro de Domenico Margiotta: “Adriano Lemmi, Chefe Supremo dos Franco – Maçons”.

    O fato de somente alguns dos iniciados dos Altos Graus dos rito Paládico estarem de posse do supremo segredo, foi outra vez provado quando Pike julgou necessário remeter a carta, com as instruções que transcrevemos, aos Iluministas que tinham sido escolhidos para dirigir os 23 conselhos, estabelecidos no mundo inteiro.

    Um exemplar dessa carta, datada de 14 de julho de 188924 também foi desviado… O “correio” é citado por A.C. de La Rive, na p. 587 do seu livro: “La Femme et L’Enfant dans la Franc – Maçonnerie Universelle”. Citamos o parágrafo:

    “Eis o que devemos dizer às massas: nós adoramos um Deus, mas trata-se do Deus que se adora sem superstição… A Religião Maçônica deveria ser, por todos nós, iniciados dos Altos Graus, mantida na pureza da Doutrina Luciferina… Se Lúcifer não fosse Deus, será que Adonai, cujos atos na sua totalidade atestam sua crueldade, perfídia, ódio ao homem, barbaria, e repulsa à ciência, – se Lúcifer não fosse Deus, será que Adonai e seus padres o caluniariam? Sim! Lúcifer é Deus. E, infelizmente, Adonai também é Deus, porque a lei eterna exige que não exista esplendor sem sombra, beleza sem feiúra, branco sem negro. O absoluto não pode existir senão enquanto duplo elemento (Deuses)… Donde, a doutrina do Satanismo é uma heresia. A verdadeira, e pura religião filosófica, é a crença em Lúcifer, igual a Adonai, mas Lúcifer Deus de luz e Deus do Bem, lutando pela Humanidade contra Adonai, Deus das Trevas e Deus do Mal”.

    A História nos ensina, que, desde 1776, a Conspiração tem-se desenvolvido exatamente como Adam Weishaupt previu, simplesmente porque os dirigentes dessa empresa demoníaca têm sido capazes de guardar o segredo do seu objetivo final, isto é, a escravização, de corpo e alma, do que restar da Raça Humana. Vamos, agora, desvelar os planos que os Illuminati têm a intenção de seguir, até o completo arremate.

    Weishaupt, depois Pike, tinham necessidade de que o Sionismo Político fosse organizado, financiado, e controlado pelos Illuminati, de maneira que pudessem utilizá-lo, inicialmente, para a criação de um Estado soberano que veria o coroamento do seu Déspota-Rei, Senhor do Universo, o que lhes permitiria, a seguir, fomentar a Terceira Guerra Mundial.

    O Sionismo Político foi organizado por Herzl, em 1897. Uma pessoa dotada de inteligência, – essa faculdade dada por Deus-, pode negar o fato de que essa fase do complô já está se desenrolando no Oriente Médio26 (e, também, no Próximo) nos nossos dias? Se deixarmos a 3ª G.M. eclodir, o Sionismo e o mundo muçulmano serão varridos do mapa, e as nações restantes serão eliminadas, enquanto potências mundiais. Restarão, entre os Illuminati e seu objetivo, somente o COMUNISMO ATEU E O CRISTIANISMO.

    Numa carta que escreveu a Mazzini, em 15 de agosto de 1871, Albert Pike explica como chegar à Terceira Guerra Mundial. Um exemplar dessa carta se encontra, ou se encontrava, na Biblioteca do Museu Britânico Imperial de Londres:

    “Nós, os Illuminati, soltaremos os Niilistas e Ateus, e provocaremos um formidável cataclisma social que mostrará às nações, em todo o seu horror, o efeito do ateísmo absoluto, origem de toda selvageria e das desordens as mais sangrentas. Os cidadãos serão obrigados a se defender, por toda parte, contra a minoria dos revolucionários, e exterminarão esses destruidores da civilização.

    A multidão, desiludida com o Cristianismo, cujo, espírito deista estará, sem qualquer direção nesse momento, buscará um ideal, mas, não sabendo onde e a quem render adoração, receberá a verdadeira luz, pela manifestação universal da pura doutrina de Lúcifer. Essa manifestação será, enfim, revelada ao povo; ela resultará do movimento reacionário geral que seguirá, de perto, a destruição do Cristianismo e do Ateísmo, ambos conquistados e destruídos no mesmo instante”.

    Se acaso algum dos nossos leitores ainda duvide da verdade que afirmamos, que nos permita ressaltar que S.E. o Cardeal Caro y Rodriguez, primaz do Chile tentou advertir os católicos, e até mesmo os franco-maçons27, do destino planejado para eles.

    Quando Franklin Delano Roosevelt foi eleito presidente dos Estados Unidos, estava absolutamente certo de que a Conspiração alcançaria seus objetivos finais ainda durante sua vida. Em conseqüência, [aceitou o conselho e] mandou imprimir, em 1933, no verso das notas de 1 dólar, a insígnia dos Illuminati – que Jefferson já tinha feito cunhar secretamente no verso do Grande Selo Americano.

    Estava, portanto, notificado aos Iluministas do mundo inteiro, que os Illuminati estavam em condições de exercer um controle absoluto sobre as finanças, a política e as ciências sociais da América. Roosevelt deu o nome de “New Deal” (Plano do Governo Americano para o Restabelecimento Econômico e a Segurança Social) a essa iniciativa. Na política exterior, Roosevelt apoiou o Comunismo ateu, de maneira que este, em todos os pontos, se tornasse equivalentes em força, à Cristandade. Roosevelt estava de tal maneira convencido de que seria o primeiro Déspota-Rei, que teve a audácia de declarar, em 1942, a Winston Churchill, “que tinha chegado o momento do Império Britânico ser dissolvido no interesse da paz mundial”. Este incidente ocorreu em Vallentia Harbour, Terra Nova, quando se encontraram para tratar da questão da OTAN. A que espécie de paz Roosevelt se referia? A uma paz sob a férula de uma ditadura luciferina? É mais que provável!

  • O Anticristo

    O sentido bí­blico da palavra Anticristo e profecias

    Jesus já começa avisando em João 5, 43: “Vim em nome de meu Pai, mas não me recebeis. Se vier outro em seu próprio nome, haveis de recebê-lo…” O Outro que vem em seu próprio nome é o anticristo: “… A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo em que o homem se glorifica a si mesmo em lugar de Deus e do seu Messias que veio na carne” (CIC 675).

    A palavra Anticristo ocorre somente nas Epístolas Joaninas; mas existem assim chamados paralelismos a estas ocorrências no Apocalipse, nas Epístolas Paulinas, e outros menos explícitos nos Evangelhos e no Livro de Daniel.

    Nas Epístolas Joaninas embora o Apóstolo João fale de vários Anticristos, ele distingue entre os muitos e o agente único e principal: “O Anticristo virá. Já agora há muitos Anticristos.” (1Jo 2,18). Mostra que os anticristos saíram do “nosso meio” (1Jo 2,19). Estavam então infiltrados já entre os da comunidade de cristãos, provavelmente eram judeus mal intencionados. Diz também que ele já está no mundo: “mas é o espírito do Anticristo de cuja vinda tendes ouvido, e já está agora no mundo.” (1Jo 4,3) Ele agora falou em o “espírito do anticristo” que já está no mundo e que vai de encontro ao que disse São Paulo de que o mistério de iniqüidade já está em ação: “Porque o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento daquele que o detém.” (2Tes 2,7).

    O apóstolo Paulo nesse capítulo fala da evolução do mal: a fermentação da iniqüidade, a grande apostasia, e o homem da iniqüidade. Precisamente, ele descreve uma coisa (to datechon), e depois como uma pessoa (ho katechon), evitando a ocorrência do evento principal: “algo o detém” e “aquele que o detém”, (v. 7).

    Em 2Tes 2,3-4 mostra que o anticristo negará a cristo se achando um novo Cristo (Messias): Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus.

    Se São Paulo e São João falam que tal “espírito” já esta´no mundo, o “algo que o detém” só pode ser (veja o rodapé de sua Bíblia) a fé Cristã, no qual quem guarda são as Igrejas legalmente constituídas. “aquele que o detém” é portanto o líder que defende o Cristianismo no mundo, o Papa.

    Praticamente todos os comentaristas encontram o Anticristo mencionado no Apocalipse, mas eles não concordam quanto ao capítulo específico do Livro no qual a menção ocorre. Alguns apontam para a “besta” de 11,7; outros para o “dragão vermelho” de 12; outros ainda para a besta “com sete cabeças e dez chifres” de 13; enquanto muitos escolásticos identificam o Anticristo com a besta que tinha “dois chifres, como um cordeiro” e falava “como um dragão” (13,11) e etc. Em outra seção voce verá que o Anticristo é a Besta.

    Depois de estudar a figura do Anticristo na Epístola de São Paulo aos Tessalonicenses, alguém facilmente reconhece o “homem da iniqüidade” em Dn 7,8.11.20.21, aonde o Profeta descreve o “pequeno chifre”. O Padre Emmanuel (O Drama do Fim dos Tempos, Pe Emmanuel-André) exemplifica Daniel: “o chifrezinho era um rei que acabaria por dominar sobre toda a terra com inaudito poder. Vomitará, lhe foi dito, blasfêmias contra Deus, esmagará debaixo dos pés os santos do Altíssimo; ele pensará que pode mudar os tempos e as leis; e tudo lhe será entregue durante um tempo, dois tempos, e a metade de um tempo”. (Daniel 7). Por este rei todos os intérpretes entendem o Anticristo.

    Atenção o Anticristo não negará Cristo e outros profetas anteriores, apenas dará outras interpretações.

    Ratzinger no Congresso dos Catequistas em Dezembro de 2000: ” Vim em nome de Meu Pai e não Me recebestes, mas se vier outro, em seu próprio nome, recebê-lo-eis’ (Jo 5, 43). O sinal distintivo do Anticristo é falar em seu nome.”

    O Anticristo nas profecias de Santos da Igreja:

    “Ele sentará no Templo de Deus como se fosse Cristo, e levando para o mau caminho aquele que adorá-lo.” (Santo Irineu)

    “O Anticristo deseja ser o senhor de todas as coisas, e se tornar o mestre de todo o Universo. Ele realizará milagres e sinais inexplicáveis.” (São Nilo 430 d.c.)

    “Cristo veio dos Hebreus, e o Anticristo nascerá entre os Judeus.” (Santo Hipólito)

    “Será durante esse tempo que nascerá o Anticristo, duma religiosa hebraica, duma falsa virgem que terá comunicação com a antiga serpente, o mestre da impureza… …fará prodígios, não se alimentará senão de impurezas.” (Nossa Senhora de La Salette)

    “O anticristo vira de uma terra entre dois mares, e praticara sua tirania no Oriente. Depois de seu nascimento falsos professores e doutrinas aparecerão, seguido de guerras, fome e pestes.” (Santa Hildegarda)

    “Enoque e Elias* se aproximarão secretamente do anticristo; Eles contarão às pessoas quem ele é, e por quem cujo poder opera milagres, e em que modo ele vira ao mundo e como será seu fim.” (Santa Mechtilda)

    “Por meio de seu grande poder, engano, e malícia ele terá sucesso em seduzir ou forçará a cultuá-lo dois terços da humanidade.”
    (São Cirilo de Jerusalém)

    “Anticristo se apresentará para os Judeus como o Messias. E assim eles o seguirão (2 Tes 2,9) Ele levará os ricos do mundo para Jerusalém e mostrará ter poder sobre as leis naturais” (Dyonisio de Luxemburgo)

    “Ele ganhará o apoio de muito dons e dinheiro, ele se venderá para o diabo e desde então não terá anjo da guarda ou consciência.” (São Jerônimo)

    “O Anticristo reinará sobre o mundo, de Jerusalém, no qual ele a transformará numa magnificente cidade” (Santo Anselmo)

    “Anticristo será possesso por Satan e será o filho ilegítimo de uma judia do Oriente” (São João Crisóstomo)

    “Anticristo ensinará que Cristo era um impostor, e nao o real Filho de Deus.” (Santo Hilário)

    *Seria cada um figurativamente, Elias, o espírito de profecia que denuncia a vinda e confirma pelas profecias, e Enoque ou Moyses seria a figura da lei, da ortodoxia, que segue retamente a lei católica.

    O anticristo será baixo e calvo

    Mais profecias sobre o Anticristo

    Sinais que se reconhecerão no Anticristo.

    Cardeal alerta Papa para ‘anticristo atrás de ecologista’.

    Abominação da desolação: perigo para a Missa e para o mundo

    Filme Avatar é mais uma propaganda para o anticristo

    Aviso aos evangélicos (protestantes): Os Papas da Igreja Católica continuarão a serem perseguidos por defenderem o evangelho e o Papa sofrerá com a vinda do antipapa no qual este se romperá contra a doutrina, proclamará um ecumenismo relativista e dividirá a Igreja Católica e protestantes.

    1. Os fatos reais se encaixam com a bíblia e confirmam a conspiração

     

    1.1 Introdução

    Os judeus ainda esperam um Messias. Eles são donos dos meios de comunicação e boa fortuna. Imagina se alguma seita secreta lança uma Messias para enganar aqueles. Seria um plano bem elaborado se acrescentar que tal Messias não negará Jesus Cristo para que assim consiga mais adeptos.

    Em João 10,1 Jesus se refere aos fariseus e falsos pastores da época que tinham entrado e dominado a Sinagoga (v.8). Não entraram pelo local tradicional, a porta, e sim pela janela, mas as ovelhas de Jesus, ou seja, os que são fieis sabem escutar (reconhecer) qual é o pastor de Deus assim não se deixam ser enganados, por falsas novas doutrinas. Na mesma situação que os perversos fariseus da Sinagoga na época, os pastores (clero) que hoje perderam a fé, se preparam para executar o plano de destruição.

    Desde a época dos apóstolos, os anticristos saíram do “nosso meio” (1Jo 2,19) e que estavam infiltrados dentro da própria comunidade conforme a epístola do apóstolo: “Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco.” (1Jo 2,19).

    Muitas sociedades secretas e heresias contra a Igreja nasceram do meio de judeus enganando a maioria dos judeus e não judeus com suas mentiras gnósticas. Seriam as sociedades secretas o mistério da iniqüidade que estava em ação (2Tes 2)? “Eu conheço a tua angústia e a tua pobreza – ainda que sejas rico – e também as difamações daqueles que se dizem judeus e não o são; são apenas uma sinagoga de Satanás .” Ap 2,9

    Leia o artigo sobre ação das sociedades secretas contra Deus desde o Antigo Testamento.

    1.2 Corroendo a Igreja por Dentro

    “…assim quanto mais eles usaram de violência para ocupar os lugares de culto, mais eles se separaram da Igreja. Eles PRETENDEM representar A IGREJA; na realidade, expulsam-se a si próprios e perdem-se. Ainda que os católicos fiéis a TRADIÇÃO se reduzam a um punhado, são eles a VERDADEIRA Igreja de Jesus Cristo…” (Santo Atanásio)

    Pense qual seria o meio mais fácil de destruir uma grande e secular instituição (Igreja Católica) senão por dentro dela mesmo e por infiltração? Esse é o tema discutido nesse tópico seguido de profecias que comprovem.

    “Alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém lhe lançou as mãos.” (Jo 7,44)
    Essa e tantas outras passagens no Evangelho mostram o quanto os fariseus estiveram muito perto de prender e levar Jesus a julgamento, mas porque Deus não permitiu que ele fosse levado a julgamento dessa forma? Porque Jesus teria que ser traído logo por um dos seus discípulos e porque não dispendou ele antes?

    Deus permitiu, provavelmente, que Jesus fosse traído por um dos seus discípulos para mostrar o que poderá acontecer no futuro, em que muitos dos seus escolhidos para estar em destaque na Igreja haverá de traí-lo, ou seja, foi mostrado mais uma vez que não há meio mais fácil de destruir um grupo, do que alguém que já esteja dentro dele.

    Instrução Permanente da franco-maçonaria Alta Vendita é uma das seitas secretas que tem esse plano de acabar com a Igreja por dentro:

    “Em poucos anos, pela força das coisas, este jovem Clero terá ascendido a todas as funções; formará o conselho do Sumo Pontífice, será chamado a escolher o novo Pontífice que há-de reinar .” Isso significa que o Papa estará cercado de maus bispos e cardeais (franco maçonaria eclesiástica) que colocarão um falso Papa, não eleito pelos cardeais.

    Papa Leão XIII (1878-1903) pressentiu a subversão pelo cume da Igreja e escreveu um pequeno exorcismo contra satanás. Eis o trecho do exorcismo que figura na versão original mas foi suprimido nas versões posteriores:

    “Eis que astutos inimigos encheram de amargura a Igreja, Esposa do Cordeiro Imaculado, deram-lhe absinto para beber e puseram suas mãos ímpias sobre tudo o que há nEla de mais precioso. Onde a Sede do bem-aventurado Pedro e Cátedra da Verdade haviam sido estabelecidas como luz para as nações, eles erigiram o trono da abominação da sua impiedade, para que uma vez golpeado o pastor possam dispersar o rebanho.”

    Vemos então o cumprimento da profecia: “Porque o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento daquele que o detém.” (2Tes 2,7). E quem seria esse que o detém? Se juntarmos com o que disse João, de que o anticrito sairia de “nosso meio” (1Jo 2,19), vemos que um pastor (Papa), o líder que guarda as ovelhas na comunidade é necessário que tal pessoa se afaste (Papa) para tomar no lugar um falso pastor e que tem a voz diferente dos outros pastores (Papa). Ou seja o anti-papa proclamará doutrinas diferentes bem ao gosto pagão e humanista da maçonaria.

    Se São Paulo e São João falam que tal “espírito” já está no mundo, o “algo que o detém” só pode ser (veja o rodapé de sua Bíblia) a fé Cristã, no qual quem guarda são as Igrejas legalmente constituídas. “aquele que o detém” é portanto o líder que defende o Cristianismo no mundo, o Papa.

    1.3 Algumas profecias de profetas reconhecidos pela Igreja de que satanás conseguirá chegar aos altos escalões da Igreja:

    Nossa Senhora em Akita (as revelações são dadas como sobrenaturais pelo Vaticano): “O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos.”

    La Salette:

    “O Vigário de meu Filho terá muito que sofrer, porque durante algum tempo a Igreja será entregue a grandes perseguições. Será o tempo das trevas; a Igreja terá uma crise medonha.”

    Aqueles que estão à frente das comunidades religiosas tomem cuidado com a pessoas que eles devem receber, porque o demônio usará de toda a sua malícia para introduzir pessoas entregues ao pecado, pois as desordens e o amor dos prazeres carnais se espalharão por toda a terra.

    “Roma perderá a fé e tornar-se-á a sede do Anticristo.”

    “Os chefes, os guias do povo de Deus negligenciaram a oração e a penitência, e o demônio obscureceu as suas inteligências; tornaram-se estrelas errantes que o velho demônio arrastará com a sua cauda para fazê-los perecer.”

    Irmã Helena Aiello recebeu uma mensagem de Nossa Senhora em 11 de abril de 1952 (sexta-feira santa): “O Meu Coração está sangrando porque a Igreja será perseguida. Os lobos rapaces são muitos e vestem-se com a pele de cordeiro, e por isto o Cristo na terra (o Papa) sofrerá muito.

    Ana Catarina Emmerich, freira alemã estigmatizada, em processo de beatificação, teve a seguinte visão: “uma grande quantidade de pessoas que trabalhavam para derrubar a Igreja de São Pedro. Os demolidores levavam grandes pedaços; eram em grande número, sectários e apóstatas. Em seu trabalho seguiam “certas” ordens e “certas” regras; disse mais: “Vi, com horror, que entre eles havia também sacerdotes católicos… Vi o Papa em oração, rodeado de falsos amigos, que, com freqüência, faziam o contrário do que ele ordenava.”

    Pe Gobbi:

    13/06/89 – “Esta infiltração maçônica, no interior da Igreja, já vos foi predita por Mim em Fátima , quando vos anunciei que satanás se introduziria até o vértice da Igreja.”

    Nossa Senhora faz referência a uma revelação de Fátima não integrante das duas primeiras partes do Segredo, que são de conhecimento público (ver mensagem de 13/05/92: “Naquela ocasião (Fátima), eu predisse os tempos da perda da verdadeira fé e da apostasia, que se difundiria por toda a Igreja … eu predisse os tempos da guerra e da perseguição à Igreja e ao Santo Padre, por causa da difusão do ateísmo teórico e prático e da rebelião da humanidade a Deus e à sua Lei… eu predisse o castigo e que, por fim, o Meu Coração Imaculado triunfaria”).

    Assim, Nossa Senhora revela o amplo processo de infiltração da maçonaria até os mais altos escalões da hierarquia da Igreja Católica (até o vértice da Igreja, ou seja, satanás ocuparia o próprio trono do sucessor de Pedro). Não surpreende, portanto, os relatos de reações papais diante da gravidade de revelações que transpunham para a nossa época os tempos preditos no Apocalipse. Certamente, forças maçônicas inseridas dentro da Igreja inviabilizaram, de todas as formas possíveis, a divulgação das mensagens de Fátima, particularmente as revelações constantes do Terceiro Segredo, por razões óbvias.

    Profecia de Lérida:

    Profecia de Lerida, na Espanha, datada de 1881, que foi mandada copiar com fidelidade e foi divulgada pelo grande Papa Leão XIII.

    Jesus fala: “Advirto-vos, meus queridos, sobre a avassaladora paixão que sofrerá a Minha Igreja, pela ação deicida de uma sacrílega apostasia doutrinária, que com sutileza demoníaca, levarão adiante grande número dos meus discípulos, os quais, investidos da responsabilidade ministerial que exercerão iniquamente entre vós, produzirão um cisma mortal nas almas dos meus fiéis. Eu estarei convosco. A Igreja é santa de minha santidade. Eu salvarei a Minha Igreja.

    Rezai! Rezai diariamente. Que seja a vossa oração, humilde e confiante; perseverai nela! O mundo está ameaçado de ruína total por falta de oração, que significa o esquecimento de Deus. Rezai pelo Santo Padre. Com o correr dos anos ele terá grandes sofrimentos. Daqui a cem anos, sobre o pastor supremo cairá uma dura prova, que colocará em gravíssimo perigo sua fidelíssima, abnegada e preclara existência. Este será o sinal de uma grande crise, como não tem havido até agora; que estremecerá a minha Igreja e o mundo.

    O Sumo Pontífice que será seu antecessor, o sacrificarão desapiedadamente (atentado contra o papa Bento XVI ? nota do site), os mesmos que o escolheram para ocupar a cadeira de Pedro, diante da firme negativa em aderir ao antipapa. Estes dois pontífices levarão, um e outro, o mesmo nome.

    Os pastores, cada vez em maior número, extraviarão meu rebanho. Seduzidos por fantasiosas teorias heréticas, maquinadas por falsos teólogos, eles atraiçoarão sua missão de guias do meu povo, introduzindo no Templo Santo um culto indigno, de raízes pagãs. Ensinarão uma doutrina adulterada. Será um tempo em que o príncipe das trevas se apossará das mentes ensoberbecidas de dignitários, eclesiásticos e civis.”

    Mensagem de Jesus a Vassula Ryden (AVVD) (sobre os melhores amigos, os que guiam o rebanho do Senhor):

    Senhor?

    – Minha filha, ouve-Me e escreve: Eu sou o Grande Pastor do Meu Rebanho. Tinha formado pastores, para que guardassem o Meu Rebanho; mas muitos dos Meus Companheiros revestiram-se de incompetência, não se preocupando com os cordeiros tresmalhados, e não reconduzindo para o Redil aqueles que se perderam. Os Meus Melhores Amigos enchem-Me agora das maiores Dores e as Chagas mais profundas do Meu Corpo são-Me infligidas com a Vara que Eu Mesmo lhes dei. Estes são os Meus Melhores Amigos e, contudo, Eu estou ferido, a ponto de ficar irreconhecível, pelas suas próprias mãos. A Minha Coluna é continuamente flagelada, todo o Meu Corpo treme de Dor e os Meus Lábios, ressequidos, tremem. Sem temor algum, eles aclamam a Paz; mas não há Paz alguma, porque se deixaram atrair e seduzir pelo Racionalismo, pela Desobediência e pela Vaidade. Que Dor Me provocam e que Chagas Me infligem!

    Mais algumas profecias sobre a ação do mal contra o clero na obra AVVD:

    “A rebelião, hoje, está já em acção, mas em segredo; e aquele que a impede será o primeiro a ser afastado, antes que o rebelde apareça abertamente 2 . 
    Eu digo-vos: Amai a Minha Igreja como Eu Próprio a amo…”
    A REBELIÃO, HOJE, JÁ ESTÁ EM AÇÃO

    EU SOU O GRANDE PASTOR DO MEU REBANHO

    O PROFETA DANIEL

    O PROFETA DANIEL (continuação)

    EU DISSOLVEREI ESTA REBELIÃO… – EU MESMO DESALOJAREI OS APÓSTATAS

    Outra mensagem de Jesus a Vassula sobre o anticristo

    Mensagem da Obra A Verdadeira Vida em Deus:

    E Eu digo-vos: Encherei as tuas trevas com a Minha Luz, porque tenciono desposar-te, geração, com o Meu Espírito Santo (Ap 21,2) Foi dito que o Rebelde vos nutrirá à força, um dia, com uma porção de racionalismo e, um outro dia, com uma porção de naturalismo, com a intenção de suprimir e apagar a fraca luz que ainda resta em vós, vós que sois o Meu templo.

    O Invasor 10 que assaltou muitas das Minhas cidadelas 11 , forçando-vos ao abomínio da desolação 12 abolindo em vós 13 o Meu Sacrifício Perpétuo, para erguer, em seu lugar, uma imitação sem valor algum 14 : uma imagem de homem mortal que é um abomínio para a Minha Santidade 15 .

    Vós sois a Minha Cidade Santa 
    16 , e vós, vós que tendes permitido ao Meu Espírito Santo que vos inunde como um rio 17 , sois a Minha Nova Jerusalém (Ap 21, 12) , as Primícias (Ap 14, 4) aqueles mesmos que tiveram constância e fé (Ap 13,10) E, como o orvalho que sai da Minha Boca, como gotas de chuva sobre a erva, vós levareis a Esperança a muitos corações áridos, porque toda a irradiante Glória do Meu Coração se refletirá em vós, fazendo-vos cintilar como jóias preciosas de diamante, límpido como cristal (Ap 21, 11) .
     

    9 Ler a segunda carta aos Tessalonicenses 2, 1-12
    10 Satanás
    11 Isto é, nós. Aceno a Dn 11, 31
    12 O materialismo, o racionalismo, que conduzem ao ateísmo, às seitas, com New Age, Scientologia, etc.
    13 Ler Dn 11, 31-39; Ap 13, 14-18; Ap 21, 1-27
    14 As seitas que macaqueiam a Palavra de Deus e não têm a Sagrada Comunhão
    15 Jesus chorava
    16 Jesus disse isto com muita majestade (Ap 21, 2)
    17 Ler Ez 47, 1-12 e Ap 22, 1-2

  • Maçonaria e suas conspirações

    O Segredo Maçônico, páginas 45-52

    Em seu trabalho de subversão, a franco-maçonaria responsabiliza-se por três tarefas que representam sucessivas etapas em direção ao objetivo final.

    primeiro passo é trabalhar no interior de suas lojas. A franco-maçonaria gradualmente impregna seus iniciados dos princípios e ideais maçônicos. É mais uma sutil equivalência das técnicas de lavagem cerebral comunistas. Os irmãos formados dessa maneira compreendem grupos ativos na superfície das lojas.

    Segundo , é o trabalho de propaganda no mundo exterior. A franco-maçonaria tem aperfeiçoado uma muito efetiva técnica de propaganda oculta no mundo, de forma geral, que consiste em propagar e impor os ideais maçônicos além das lojas, sem revelar a fonte secreta de que essas correntes se originam. Como um dos oradores do Convento do Grande Oriente de 1922 expressou, “A maçonaria deve ser sentida por toda parte, mas em nenhum lugar sua face deveria ser desvelada”. Isso consiste em disseminar a crença na natural, inevitável e irresistível evolução do progresso humano.

    O terceiro passo em direção ao objetivo final está no campo da atividade política. A propaganda ideológica, como descrita acima, corre em paralelo com a conspiração política, cujo objetivo é tomar o poder e colocar franco-maçons em posições de comando. Na medida do possível, o público não deve saber que eles são maçons.

    Todo esse vasto campo de atividade é protegido por dois segredos: o segredo esotérico no interior das lojas maçônicas; e a ação política secreta fora das lojas.

    Deixe-nos agora passar ao estudo da natureza do segredo esotérico. No primeiro estágio, novos membros são atraídos pelas generosas e humanitárias profissões de fé da franco-maçonaria, e também pelas promessas de influência e assistência oculta.

    Os candidatos são cuidadosamente e perfeitamente escolhidos, examinados bastante tempo antes que eles estivessem mesmo próximos. Quando eles são recebidos no interior da loja, eles são levados a prestar um juramento de segredo, que é renovado toda vez que eles avançam a graus mais altos. Nesse ponto começa o segundo estágio na formação do candidato; tão logo ele venha a se tornar um Maçom, um processo de formação doutrinária (ou lavagem cerebral) começa, que continuará por toda sua vida.

    Os enunciados do princípio são escolher e expressar habilmente termos vagos, generosos e humanitários que podem ser interpretados de formas muito diferentes. Cautelosamente, e por fáceis estágios, um neófito aprende que esses termos têm um significado oculto, um significado mais alto, que ele não entenderá até que ele tenha experimentado iniciação mais distante. Nesse caminho, ele aprende, uma por uma, de uma sucessão de significados ocultos, que a ele é contado ser uma elevação à Luz, em que ele gradualmente se torna impregnado. Isso é o propósito da sucessão de diferentes graus; se o Maçom é receptivo, ele ascende na hierarquia Maçônica, e mesmo assim ele nunca em nenhum tempo sabe exatamente onde ele permanecerá ali, nem quantos maiores graus ou pessoas controlam a organização. Como na organização secreta comunista, alguém nunca está muito seguro se os degraus titulares correspondem ao real assento do poder.

    A franco-maçonaria é, portanto, em uma lógica, uma sucessão de sociedades secretas superpostas umas nas outras, cujo modus operandi tem sido vagarosamente desnudado, pelo menos em amplo contorno, por uma série de pacientes investigadores; todavia, ela continua desconhecida para o público geral e, de modo geral, continua a ser muito efetiva.

    Para justificar os enunciados acima, aqui estão uns poucos textos maçônicos emanandos de altos dignatários na Ordem, que eles mesmos admitem serem iniciados em um alto nível.

    “Os Graus Azuis”, escreveu Albert Pike, “são apenas a recepção exterior ou pórtico do Templo. Parte dos símbolos estão mostrados ali para o Iniciado, mas ele é intencionalmente enganado por falsas interpretações. Não é tencionado que ele venha a entendê-los; mas é tencionado que ele venha a imaginar entendê-los. Sua verdadeira explicação é reservada aos Adeptos, os Príncipes da Maçonaria. Todo o corpo da arte Real e Sacerdotal era escondido tão cuidadosamente, desde séculos, nos Altos Graus, como que fosse mesmo assim impossível resolver vários dos enigmas que eles contêm. É bem suficiente para a massa daqueles chamados de Maçons, imaginar que tudo está contido nos Graus Azuis; e cujas tentativas de apontar o erro deles será em vão, e sem qualquer recompensa verdadeira por violar essas obrigações como um Adepto. A Maçonaria é a verdadeira Esfinge, enterrado até a cabeça nas areias espalhadas em volta pelos tempos.” (A. Pike: Morals and Dogma, p. 819)

    O bem-conhecido Maçom inglês, Wilmshurst, diz a mesma coisa:

    “O método em questão (da franco-maçonaria) é de iniciação; a convenção e a prática é aquela de alegoria e símbolo, que é de obrigação do franco-maçom, se ele deseja compreender esse sistema, trabalhar para interpretar e pôr em interpretação pessoal. Se ele falhar nisso, ele ainda fica- e o sistema deliberadamente tenciona que ele deveria-na escuridão sobre os segredos e significados da Ordem real, embora anteriormente um membro dela.” (W. L. Wilmshurst : The Maçônico Initiation, 1957, PP- 4-5)

    E mais adiante ele diz:

    “Nós professamos conceder a iniciação, mas poucos Maçons sabem o que a real iniciação envolve; muito poucos, alguém suspeita, teriam o desejo, a coragem, ou a disposição de fazer os necessários sacrifícios para realizar isso.” ( W. L. Wilmshurst, ibid., p. 17)

    Por seu lado, Irmão Oswald Wirth, tão elogiado por Mellor, nos conta que:

    “Quando a franco-maçonaria, ou por essa matéria qualquer outra confraria baseada na iniciação, orgulha-se de sua impenetrável manta de segredo, não é um caso do transferível, mas do inteligível conteúdo dos mistérios. Alguém pode divulgar apenas a carta morta, não o espírito, que de seu próprio consentimento revela-se àqueles que são privilegiados em entender.

    “É um assunto sério pedir a Iniciação, para alguém que tem que assinar um pacto. Concordado, não há nenhuma assinatura externa, formal, visível; não pode ser comparada com assinar um nome com sangue, por ser puramente moral e imaterial, demanda que a alma do homem seja verdadeiramente comprometida no ato. Não é, portanto, como dirigir uma barganha com o Demônio, em que aquele Mau permite que ele mesmo seja enganado; é um acordo seriamente interiorizado em ambos os lados, e não há escapatória dessas cláusulas. Os iniciados de fato fecham um pacto dentro de certas obrigações dirigidas aos discípulos assim admitidas aos seus ensinos, já que o próprio discípulo está, por aquele absoluto fato, indissoluvelmente amarrado aos seus mestres. . . .

    “Note que os guias nunca são vistos e não empurram a si mesmos adiante. . . .

    “Nos fundamentos de qualquer real iniciação há certos obrigações contraídas. Tome cuidado então de bater na porta do Templo se você não está resolvido a se tornar um novo homem. . . .

    “Tudo não seria nada mais do que uma armadilha e uma desilusão, se você não pedisse para ser iniciado livre de toda obrigação, sem pagar com sua alma para sua entrada na fraternal comunhão com os pedreiros desse grande edifício humanitário, cujo desenho tem sido traçado pelo Grande Arquiteto do Universo. . . .” (O. Wirth: L’Idéal Initiatique, pp. 10-11)

    Desta forma, há uma teologia secreta na franco-maçonaria, para usar a aguda expressão de Rabbi Benamozegh, em seu livro Israel et l’Humanité e, nesse contexto, ele está em total concordância com os escritos Maçônicos dos quais nós citamos, se Francês, como Oswald Wirth, Inglês, como Wilmshurst, ou Americano, como Albert Pike; se “regular” ou “irregular”, para usar os termos do Sr. Mellor.

    Então vem o segundo estágio nas atividades secretas da Maçonaria-atividade secreta do lado de fora das lojas-que consiste em expandir e implantar por todo o mundo os ideais filosóficos da franco-maçonaria sob uma cobertura comum de humanitarismo .

    Esse trabalho é consumado por infiltração secreta e a circulação secreta de ideais, por meios de uma técnica admiravelmente descrita para nós pelo Franco-maçom Regis, quando falava no Convento do Grande Oriente em 1928:

    “Sob a influência do Grande Oriente, e na tranquilidade e silêncio de nossos Templos, nós deveríamos estudar todas as mais importantes questões que afetam a vida de comunidades, da Nação e da humanidade em geral. Nossos Irmãos estarão perfeitamente bem informados; eles deixarão o Templo bem instruídos, totalmente equipados para a batalha adiante. Eles nos abandonarão seus aventais e suas insígnias exteriores da Maçonaria; eles afundarão na cidade da mesma forma que cidadãos comuns, mas cada um estará perfeitamente impregnado de nossa visão de mundo, e cada um, em seu circulo profano, em seu partido ou sua união, agirá de acordo com sua consciência, já que, eu repito, ele estará saturado pelo ensinamento que ele tem recebido.

    “O resultado será rico, não porque é oculto, mas porque a influência da Maçonaria gradualmente penetrará em todo lugar; para a confusão do mundo profano, o mesmo espírito e a mesma unidade de ação forçarão seus caminhos adiante, e, como em um bem construído silogismo, uma certa conclusão produzindo inevitáveis consequências gradualmente emergirá e irá se impor em seu ambiente profano.

    “Sobre e acima de todas nossas outras lealdades, um poder não pode negar que nos governa; esse poder é o poder espiritual chamado franco-maçonaria.

    “E por que não seguir esses orgulhosos pensamentos para sua conclusão lógica? Porque nós sabemos mais, porque nós trabalhamos adiante em linhas mais profundas que a massa daqueles que pertencem a grupos profanos, e é quase inevitável que nós venhamos a tomar o seu comando. Deixem-nos esconder nossa luz sob um bushel; para uma grande extensão sem precedente, e desta forma muitos corpos profanos fiquem sem problema de receber uma infusão de nosso quente, sangue vivo. Eu estou perfeitamente bem ciente que nós, discretamente, formamos a elite em todos os grandes partidos sociais sociais e políticos, e que desta forma nós estamos seguros de estarmos aptos a controlar sua política. É nossa obrigação-Eu repito, nossa obrigação-ter certeza que nós controlamos os políticos que são eleitos, que nós corrijamos seus erros, e mostremos a eles seus enganos, e os repreendamos pelo que eles têm falhado em fazer. Em uma palavra, a franco-maçonaria deveria ser a `consciência do político’.” (Irmão Regis, Convento do Grande Oriente 1928, p. 256)

    Finalmente, nós chegamos ao terceiro estágio do trabalho da Maçonaria, que é sua intervenção direta na política.

    Isto é como Leão XIII descreveu-a em sua Encíclica de 19 de Março de 1902:

    “A franco-maçonaria é a permanente personificação da Revolução; ela constitui um tipo de sociedade em reverso cujo objetivo é exercitar uma soberania oculta sobre a sociedade como nós sabemos, e cuja única raison d’étre consiste em travar guerra contra Deus e Sua Igreja”. (Encíclica: No 25º Ano de Nosso Pontificado)

    É instrutivo, nesse contexto, comparar a conclusão do famoso Papa com as seguintes passagens do igualmente renomado franco-maçom, Oswald Wirth:

    “A causa da franco-maçonaria se tornou identificada com a causa da República, e se campanhas eleitorais às vezes absorveram tantas vezes os assuntos das lojas, a razão é que todos os amigos do progresso, procurando dar um golpe final nos clérigo e reacionários, ridicularizados juntos sob o estandarte da Maçonaria.” (O. Wirth : Le Livre de l’Apprenti, p. 80)

    “Se nesses momentos de agonia civil, as lojas tinham se limitado ao que nós podemos chamar de sua ocupação normal em tempo de paz, elas teriam falhado em sua mais sagrada obrigação, pois elas teriam recusado defender a herança das liberdades conquistadas pelos nossos valiosos ancestrais. É para sua honra que elas têm quebrado suas regras, lançando-se com toda pressa na arena política. Elas formaram-se no interior de comitês eleitorais para salvar a República, esquecendo momentaneamente a alta filosofia humanitária cujo culto é o alvo básico da franco-maçonaria.” (O. Wirth : L’Idéal Initiatique, p. 82)

    A franco-maçonaria tem tomado as rédeas da política internacional, e especialmente em todos os movimentos revolucionários que têm sacudido a Europa e o mundo desde 1789: em 1830, 1848, e 1871 na França; em 1848 e 1917 em outro lugar na Europa, para mencionar apenas os mais importantes exemplos. A franco-maçonaria gaba-se de ter sido tanto a inspiração e a secreta governadora da Terceira República na França (1870-1939), e é a franco-maçonaria que tem estado na vanguarda da luta contra a Igreja Católica na França, Itália, Espanha, Portugal e Áustria-ou, em uma palavra, todo lugar por onde a Igreja fosse a religião do país. Nós não nos propomos a reescrever essa história aqui, nem mesmo a resumir as atividades políticas da franco-maçonaria; nós somente mencionamos isso para lembrar ao leitor que esse é um fator que deve ser levado em conta. (Para um completo estudo dessa questão, veja Leon de Poncins : The Secret Powers behind Revolution.)

    Mas um ponto que nós devemos enfatizar nesse contexto é o segredo cercando todas essas atividades.

    A franco-maçonaria praticamente nunca é mencionada na Imprensa; livros de história silenciam-se a respeito do poder e influência da Ordem, e os governos e parlamentos nunca ousam debater um tal perigoso assunto. Reportagens de encontros maçônicos e congressos não estão disponíveis ao público; revistas e publicações maçônicas não são colocadas na Bibliothéque Nationale ou no British Museum, embora a lei do país demande isso.

    Em geral, nós podemos dizer que a franco-maçonaria tem se sucedido em dirigir suas atividades políticas em segredo. Mas nenhum segredo pode ser guardado indefinidamente, e quase sempre é possível descobrir as origens maçônicas de uma decisão política, assim e assado-só por aquele tempo que é geralmente tão tarde para escondê-lo. Nós escolhemos os seguintes exemplos de história para ilustrar esse ponto:

    O tratado de paz de 1918 foi diretamente inspirado pela Maçonaria. Suas cláusulas foram trabalhadas em uma grande conferência internacional maçônica que tomou lugar em 28, 29 e 30 de Junho de 1917, no quartel general do Grande Oriente da França na Rue Cadet, Paris. Essa conferência foi cuidada por representantes das principais lojas de países aliados e neutros-Itália, Suíça, Bélgica, Sérvia, Espanha, Portugal, Argentina, Brasil, Estados Unidos (de onde duas lojas em Arkansas e Ohio, não representadas, enviaram cordiais saudações) e assim por diante; somente a Grande Loja da Inglaterra não esteve representada. Em 1936, as minutas completas desse encontro vieram à tona e foram publicadas em sua integridade, acompanhadas por um detalhado comentário, em Leon de Poncin’s : La Société des Nations-Super-Etat Mgonnique, em que todas as informações e documentos nos seguintes parágrafos foram conseguidos.

    As preparações para o Congresso em Junho foram postas em mão no começo de Janeiro de 1917, como as minutas do subseqüente encontro relatam:

    “Enviando a você o sumário de minutas da Conferência Maçônica das Jurisdições das Nações Aliadas, que foi preparado em Paris em 14 e 15 de Janeiro de 1917, assim como as resoluções e o manifesto aí adotado, é nosso privilégio informar a você que esse Congresso decidiu organizar um Congresso Maçônico no Grande Oriente da França, em Paris, nos próximos dias 28, 29 e 30 de Junho.

    “O objeto desse Congresso será investigar os meios de elaborar a Constituição da Liga das Nações, assim como prevenir a repetição de uma catástrofe similar para uma presente cólera que tem precipitado o mundo civilizado em lamentação.

    “Foi opinião dessa conferência que esse programa não pode ser discutido somente pela franco-maçonaria das Nações Aliadas, e que isso é uma matéria também para os corpos maçônicos das nações neutras para trazer qual luz o eles possam ter para a discussão de um problema tão grave. . . .

    “É responsabilidade da franco-maçonaria na conclusão do drama de agora estar representada para fazer sua grande e humanitária voz ser escutada, e guiar as nações em direção a uma organização geral, que se tornará sua salvaguarda. Seria faltar com sua obrigação, e falso para seus grandes princípios, manter isso em silêncio. . . .

    “É claramente compreensível que o Congresso Maçônico se confinará inteiramente no campo humanitário, e que, em conformidade com as Constituições Maçônicas, não tocará em qualquer questão de natureza política.

    “Nós estaríamos muito gratos em receber de você a garantia de seu apoio com o mínimo atraso possível. . . .” (Leon de Poncins; La Société des Nations, pp. 65-67)

    (Os grifos são nosso)

    Fonte: http://reconquest.blogspot.com/

  • Conspiração na História: exemplos do Antigo Testamento

    Conspiração na História: exemplos do Antigo Testamento

    Orlando Fedeli

    A tese conspirativa da História é rejeitada pelos liberais, pois é incompatível com sua crença na bondade natural do homem. De outro lado, ela é exposta de modo ridículo por certa literatura anti-maçônica, que em tudo vê ações secretas, conciliábulos, maquinações fantasmagóricas, intrigas rocambolescas e que imagina simbologias cabalísticas misteriosas nas coisas mais simples. Foi a cosmovisão conspirativa que Umberto Eco caricaturou na obra “Il Pendolo de Foucault”.

    Trata-se de duas posições antagônicas. Uma nega quaisquer conspirações, porque o homem é bom e a conspiração pressupõe maquiavelismo e maldade inexistentes. Outra em tudo vê o mal, vislumbrando o maçom embuçado, o judeu marrano e revolucionário, o terrorista atrás de cada esquina da História. Ambas pecam por excesso. E se de fato existe uma conspiração na História, tanto o liberalismo ingênuo, quanto o imaginativo anti-maçonismo direitista ajudam a ocultá-la: o primeiro pela sua tola negação; o segundo pelo excesso caricato.

    Conspirar vem do latim conspirare , que significa literalmente aspirar com outros, aspirar coletivamente, isto é, trabalhar junto com outros para obter um fim.

    Sendo o homem um ser racional e social, é natural que ele procure se associar a outros para alcançar finalidades que, sozinho, não pode atingir. Literalmente, o homem está sempre conspirando. Quando ele organiza uma festa ou um jogo com amigos, ele aspirou junto, conspirou. Quando se inscreve num curso ou organiza uma firma com sócios, ele conspirou, isto é, aspirou junto com outros alcançar o saber ou o lucro.

    Se um grupo de bandidos organiza um assalto, um seqüestro, uma revolução, eles também estão conspirando. Nestes casos, em que se visam fins ilícitos, é claro que a conspiração tem que ser secreta.

    Ninguém organiza pública e abertamente um cartel como o de Medellin. Mascara-se uma associação criminosa com fins publicamente inocentes. Quer a associações com objetivos criminosos secretos quer a sociedades secretas, a ambas cabe, em sentido próprio, o termo conspiração.

    Entretanto, o homem comum tem dificuldade para crer em conspirações. É custoso para a inocência e a honestidade imaginar a malícia e o crime. Elas tendem a verem tudo correção e liceidade. Acresça-se a isso o romantismo sentimental, a influência das idéias liberais sobre a bondade do homem, a dificuldade ou incapacidade da maioria das pessoas em arquitetar planos a longo prazo e a crença na inexistência ou na aposentadoria do demônio, e se compreenderá como hoje é difícil mostrar que na História – desde os primeiros tempos – há uma enorme conspiração diabólica para perder as almas.

    O que torna explicável a História é a luta entre duas conspirações, a conspiração de Deus e a do demônio.

    Para salvar as almas, Deus organizou a divina “conspiração” da Igreja. Para perdê-las, o demônio organiza aquilo que o Papa São Gregório Magno chamou nos Morales de Anti-Igreja. É o que Santo Agostinho descreveu com maestria na Civitas Dei:

    “Dois amores deram nascimento a duas cidades: a cidade terrestre procede do amor de si até ao desprezo de Deus; a cidade celeste procede do amor de Deus levado até ao desprezo de si” (De Civit. Dei, lib. XIV, c. 28).

    Esta mesma idéia é descrita por Santo Inácio como a batalha das duas bandeiras, a de Cristo contra a do demônio. É a luta que o Evangelho de São João afirma existir entre os filhos da luz e os filhos das trevas, e que fôra anunciado no Gênesis pelo próprio Deus quando disse: “Porei inimizade entre ti (a serpente) e a mulher, entre a tua raça e a dela, e ela mesma te esmagará a cabeça.” (Gn. III, 15).

    Deus, infinitamente sábio, usa alguns homens para salvar outros. Também o demônio, astutamente, procura usar homens para perder outros. Deus organizou a Igreja. O demônio organiza os maus – seus filhos – numa anti-Igreja, que, por sua natureza – tendo em vista seus fins -, tem que ser secreta.

    Dissemos que desde os primeiros tempos houve uma conspiração diabólica para perder as almas. Neste artigo, não pretendemos fazer uma demonstração exaustiva de que na História, desde todos os séculos – como disse Leão XIII na Humanum Genus – os maus se articulam para combater o bem, a Igreja e a Cristo.

    Queremos apenas chamar a atenção para alguns sinais dessa conspiração nos tempos anteriores a Cristo tendo como base a própria Sagrada Escritura. Com isso visamos abrir os olhos de mentes católicas que recusam-se a ver que há uma conspiração na História, ou que imaginam ingenuamente que a conspiração começou em 1714 com a constituição maçônica feita por Anderson, conforme dizem os livros maçônicos e anti-maçônicos.

    Na Escritura se lê que, com a permissão de Deus, Satanás destruiu os bens de Jó, matou seus filhos e causou-lhe uma grave chaga da cabeça aos pés. Para fazer estes males, está escrito que Satanás, além de utilizar forças naturais (raios, furacões), instigou os Sabeus e organizou os Caldeus em três esquadrões (Jó I, 13-20). Deus revelou nesse texto que o demônio, com Sua permissão, pode usar quer os fenômenos naturais quer os homens e até organizar povos inteiros para fazer o mal.

    No caso de Jó, a ação diabólica visava apenas um homem. Mas com a propagação da idolatria, o que o demônio visava era a perda de povos inteiros, porque – é preciso não esquecer – os deuses pagãos eram demônios, como se lê nos Salmos e em São Paulo. “Porque todos os deuses pagãos são demônios” (Sl. XCV, 5) e “Ou o ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios” (São Paulo, I Cor. X, 19-20).

    Com a idolatria, o demônio dominou todos os povos gentios. Narra o Evangelho que quando Cristo foi tentado, “o demônio o transportou a um monte muito alto e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua magnificência. E lhe disse: Tudo isto te darei, se prostrado me adorares” (Jo. IV, 8-9).

    “E o demônio conduziu-o a um alto monte, e mostrou-lhe num momento todos os reinos da terra, e disse-lhe:

    Dar-te-ei o poder de tudo isso, e a glória desses (reinos) porque eles me foram dados, e eu os dou a quem me parece. Portanto, se tu me adorares, todos eles serão teus” (São Lucas IV, 5-8).

    Cristo repeliu a tentação, dizendo que só a Deus devia se adorar, mas não negou o que Satanás afirmava: que todos os reinos do mundo eram dele na época em que Cristo veio à terra. Eram seus pela idolatria, porque ao adorar os ídolos todos esses povos adoravam ao próprio demônio. Tanto eram dele que seus reis e dirigentes maquinavam planos contra Deus e contra o seu Cristo. Conspiravam e Deus se ria de suas pretensões.

    “Por que razão se amotinam as nações, e os povos maquinam planos vãos? Os reis da terra sublevam-se e os príncipes coligam-se contra o Senhor e contra o seu Messias. Quebremos (disseram) as suas cadeias e sacudamos de nós seus laços. Aquele que habita nos céus ri-se, o Senhor zomba deles” (Sl. II, 1-4).

    E Israel estava incluído no “tudo isso é meu” afirmado por Lúcifer, quando tentou a Cristo?

    A cegueira com que se negaram a ver a luz de Cristo mostra que sim. Ademais o próprio Cristo afirmou que os fariseus, que eram os dirigentes do povo judeu, eram filhos do demônio. “Vós sois filhos do demônio e quereis satisfazer os desejos de vosso pai (…) o pai da mentira” (João VIII, 44).

    Como e quando o pai da mentira dominou os judeus?

    A destruição de Jerusalém por Nabucodonosor no VI século a.C. comprova que já então os judeus se tinham entregue ao demônio. Deus mostrou então ao profeta Ezequiel, em visão, que permitira tal castigo pelos pecados de idolatria cometidos secretamente pelos sacerdotes e dirigentes do povo. A descrição da visão lembra um enredo de mistério.

    “E conduziu-me à entrada do átrio e olhei, e eis que havia ali um buraco na parede. E disse-me: filho do homem, escava a parede. E tendo eu escavado a parede, apareceu uma porta. E Ele me disse: entra e vê as péssimas abominações que estes aqui cometem. E tendo entrado, olhei, e eis que havia ali imagens de toda a sorte de répteis e de animais, a abominação de todos os ídolos da casa de Israel estavam pintados na parede por toda a roda. E setenta homens dos anciãos da casa de Israel estavam em pé diante destas pinturas, e Jezonias, filho de Safar, também em pé no meio deles; e cada um tinha na sua mão um turíbulo;

    e o fumo do incenso, que deles saía como uma névoa, elevava-se para o alto. E Ele me disse: vês bem, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, o que cada um deles pratica no segredo de sua câmara; porque eles dizem: O Senhor não nos vê, o Senhor desamparou a Terra” (Ez. VIII, 7-13).

    Em seguida Deus lhe faz ver que até mesmo “entre o vestíbulo e o altar” havia quem “adorava o sol que nascia” (Ez. VIII, 16).

    Nessa curiosa visão, Deus mostra que os sacerdotes de Israel, nas trevas, em segredo, se entregavam à idolatria. Para chegar ao local dos seus crimes havia que utilizar passagens secretas… Na superfície, os sacerdotes ensinavam a religião verdadeira. Nas trevas, em segredo, praticavam outra. Quase 600 anos antes de Cristo, os sacerdotes e chefes judeus haviam renegado a religião verdadeira, ocultamente.

    Se eles agiam secretamente é porque o povo ainda era suficientemente fiel para não tolerar a idolatria pública. Contudo, Deus destruiu Jerusalém punindo todo o povo pelo pecado dos chefes, porque o crime dos governantes afeta a nação enquanto tal.

    Continuamente se lê nas profecias que a apostasia do povo é atribuída especificamente aos sacerdotes, anciãos e governantes judeus.

    “Verdadeiramente o ponteiro mentiroso dos escribas gravou a mentira” (…) “desde o profeta até o sacerdote todos forjam a mentira” (Jer. VIII, 8-10).

    Foram os sacerdotes que perderam a fé, duvidando da Escritura e adorando Baal. O Deus invisível estava além das nuvens, distante. O ídolo, o demônio, lhes parecia mais próximo e acessível.

    “Os sacerdotes não disseram: `Onde está o Senhor?’. Os depositários da lei não me conheceram, e os pastores prevaricaram contra mim, e os profetas profetizaram em nome de Baal, e seguiram os ídolos” (Jer. II, 8).

    Ao invés de cuidar do povo, seus dirigentes o maltratavam e desencaminhavam.

    “O Senhor entrará em juízo com os anciãos de seu povo e com os seus príncipes; porque vós devorastes a minha vinha, e as rapinas feitas ao pobre encontram-se em vossa casa” (Js. III, 14).

    “Porque os pastores obraram loucamente, e não buscaram o Senhor; por isso não entenderam e todo o seu rebanho se dispersou” (Jer. X, 21).

    “Foram confundidos os da casa de Israel, eles e os seus reis, os príncipes e sacerdotes, e os seus profetas, os quais diziam a um pau: `Tu és meu pai’; e a uma pedra: `Tu me geraste.’” (Jer. II, 26-27).

    “Coisas espantosas e estranhas se tem feito nesta terra: os profetas profetizam a mentira, e os sacerdotes aplaudiam-nos com as suas mãos; e o meu povo amou essas coisas” (Jer. V, 30).

    “E aos profetas de Jerusalém vi imitar os adúlteros (ou idólatras) e ir após a mentira; e fortificaram a mão dos malvados para que nenhum se convertesse de sua malícia” (Jer. XXIII, 30).

    “Porque dos profetas de Jerusalém é que se derramou a corrupção sobre toda a terra” (Jer. XXIII, 15).

    Esses textos curiosíssimos afirmam sempre que foram os chefes, os sacerdotes e os profetas que perderam o povo de Deus, acreditando na mentira (no singular) e adorando ocultamente os ídolos.

    Não adiantava, porém, conspirar ocultamente, pois o Deus que tudo vê, conhece as maquinações secretas e os mais íntimos arcanos dos corações:

    “Poderá alguém ocultar-se em lugares ocultos, sem que eu o veja? (…) Eu ouvi o que disseram os profetas, que em meu nome profetizavam a mentira (…) profetas que vaticinaram a mentira (…) os quais querem fazer que meu povo se esqueça de meu nome” (Jer. XXIII, 24-27).

    Portanto, os castigos infligidos por Deus ao Reino de Judá foram causados por uma apostasia oculta concertada pelos sacerdotes que pretendiam corromper o povo ensinando a mentira em nome do Deus da Verdade.

    Que houve uma conspiração no sentido etimológico e próprio está declarado na Sagrada Escritura pelo profeta Isaías que registra estas palavras de Deus:

    “Porque o Senhor Deus me falou assim, (tomando-me) com sua mão poderosa e avisando-me para não seguir pelo caminho deste povo dizendo: `Não digais: Conspiração; porque tudo o que este povo diz é uma conspiração” (Isaías VIII, 12).

    A finalidade dessa conspiração está explícita em Jeremias:

    “E o Senhor me disse: Uma conjuração se descobriu entre os varões de Judá, e entre os moradores de Jerusalém. Tornaram às antigas maldades de seus pais, que não quiseram ouvir minhas palavras; e estes também foram após deuses estranhos para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá romperam a aliança que eu fiz com seus pais” (Jer. XI, 9-10).

    A conspiração dos chefes de Israel e Judá foi feita para levar o povo eleito à idolatria, isto é, a cultuar o demônio.

    “Por esta causa ouvi a palavra do Senhor, homens escarnecedores que dominais sobre o meu povo, que está em Jerusalém. Porque vós dissestes: `Nós fizemos um concerto com a morte, e fizemos um pacto com o inferno (…) porque pusemos nossa confiança na mentira, e pela mentira fomos protegidos” (Isaías XXVIII, 14-15).

    A conspiração dos dirigentes judeus no Antigo Testamento para levar o povo a adorar os ídolos foi selada com um pacto com o próprio inferno, isto é, com o demônio. A conspiração era diabólica porque visava levar à adoração do demônio e era dirigida por ele.

    “E puseram os seus ídolos na casa em que o meu nome foi invocado para o profanarem” (Jer. XXXII, 34).

    Pois ao demônio não basta ser adorado: ele quer profanar o Templo de Deus, fazendo colocar a abominação no lugar santo.

    Todo esse mal era resultado de uma adesão consciente à mentira, uma vontade decidida a fazer o mal que levava os conspiradores a arquitetarem e estudarem o modo mais eficaz para levar o povo ao pecado.

    “Jerusalém (…) confiou na mentira” (Jer. XIII, 25).

    “Abraçaram a mentira e não quiseram voltar” (Jer. VIII, 5).

    “Habituaram a sua língua a dizer a mentira; estudaram como haviam de fazer o mal.” (Jer. IX, 5) e imitaram “os maus costumes das nações” (Jer. X, 2).

    Por que dizem os profetas continuamente que os dirigentes judeus abraçaram, registraram e ensinaram a mentira, empregando o termo no singular?

    Isto deve ser relacionado com a afirmação de Cristo, que chamou o diabo de “pai da mentira” (São João VIII, 44), na ocasião de sua grande discussão com os fariseus, aos quais chamou de filhos do demônio, isto é, os membros da raça da serpente (Gen. III, 15). Qual é essa mentira por excelência de que o demônio é pai?

    Deus é a Verdade e, como Ele é um, há uma só Verdade. Nota essencial da fé verdadeira é a unidade (S. Paulo, EF. IV, 5-13). Ora, o demônio ataca a única fé com mil heresias diversas, pois que é próprio do erro a multiplicidade e não a unidade. Contudo, se estudarmos as heresias, veremos que há nelas algo subjacente comum a todas, a par de seu ódio e sua negação da Verdade única. Isto faz com que na multiplicidade infinda dos erros haja uma certa forma de unidade (unidade secundum quid ), escondida sob os mitos e

    mentiras dos sistemas heréticos. Esse substrato comum, matriz de todos os erros, nega as verdades mais profundas e fundamentais a respeito de Deus, isto é, do Ser. O substrato comum a todas as heresias é a Gnose. Ela é a mentira por antonomásia. É a revolta anti-metafísica.

    O termo Gnosis, em grego, significa conhecimento. Essa doutrina pretende dar ao homem um conhecimento salvífico, redentor, ao lhe proporcionar:

    1) o conhecimento da essência divina;

    2) o da natureza secreta e divina do homem;

    3) o conhecimento do que são o mal e o pecado. (cfr H. C. Puech, Enquête de la Gnose, Gallimard, Paris,1978, vol. I, pp. 168-236; Robert M. Grant, La Gnose et les origines cheretiènes, Seuil, Paris, 1964, pp. 18-19).

    A respeito da unidade gnóstica subjacente às diversas seitas heréticas convém ler o que diz S. Irineu no Adversus Haeresis, Migne, vol. VII; S. Hipólito de Roma, La Gnose et le temps, Gallimard, Paris, vol., p. 235;

    Serge Hutin, Les gnostiques, pp. 6-9; Robert M. Grant, op. cit., p. 17.

    O que a Gnose pretende conhecer, antes de tudo, é a essência da divindade, ou seu processo interior.

    Ora, nos Provérbios, sintomaticamente Deus previne contra essa pretensão, dizendo:

    “Assim como não faz bem o mel àquele que o come em demasia, assim o que quer sondar a majestade (divina) será oprimido pela sua glória” (Prov. XXV, 27). Se Deus repreendeu essa pretensão, é que já nos tempos do Antigo Testamento havia entre os judeus quem procurasse “sondar a majestade divina”, como faziam os gnósticos.(“Sabemos que já no período do Segundo Templo uma doutrina esotérica era ensinada em círculos fariseus” (G.G. Scholem – A mística judaica – Major trends in jewish mysticism – Perspectiva. S. Paulo, 1972, p. 41)

    Para a Gnose, Deus não é aquele que é (Ex. III, 14), e sim um constante vir-a-ser. Ele seria a mudança. Ora, é interessante que Deus tenha prevenido os judeus contra essa mentira dizendo:

    “Pois eu sou o Senhor e não mudo”, “Ego enim Dominus et non mutor” (Mal. III, 6).

    Para várias seitas gnósticas, a divindade original é chamada contraditória ou dialeticamente de Tudo e Nada ao mesmo tempo. Na Grécia, essa divindade era o Pan (tudo) e Bythos (o vazio). Na India é Brahman (tudo) e o Nirvana (nada absoluto). O Bhagavad Gita diz que essa divindade é ser e não-ser, é aquele que está além” (Bhagavad Gita, XI, 37).

    “Eu sou o ser e o não-ser” (Bhagavad Gita, IX, 19).

    Nos fragmentos heraclitanos se lê: “Um único ser, o único sábio, quer e não quer ser chamado Seus” (Heráclito, Frag. 32, Diels. ).

    O gnóstico Basílides dizia que o nome do que existia e não existia era nada (S. Hip., Philosophoumena, I, 21, VII, 20-21, vol. II, p. 103).

    Na Cabala se ensina que o Em-Sof é o nada (cfr. G. G. Scholem, Major trends in jewish mysticism – A mística judaica, Perspectiva, S, Paulo, 1972, pp. 12-13). G. G. Scholem diz que “ser e não-ser não são senão diferentes aspectos da realidade divina que no fundo é um super-ser” (G. G. Scholem, Les origines dela Kabbale, p. 448).

    Ora, é curioso notar que Deus repreende, no Antigo Testamento, aqueles que confiaram no nada:

    “Os vossos lábios falaram a mentira e a vossa língua profere a iniqüidade. Não há quem invoque a justiça, nem há quem julgue segundo a verdade, mas confiam no nada” (Isaías LIX, 3-4).

    A Gnose afirma que o homem possui no mais íntimo de seu ser uma partícula divina, uma centelha de Deus, uma Funkenlein, como dizia mestre Eckhart. Por isso, a essência última do homem seria divina. O homem seria um deus decaído que era preciso libertar das prisões da materialidade, da racionalidade, da moral.

    Quando todas as partículas divinas esparramadas pela natureza de novo se reunirem, a divindade voltaria a existir e ela teria a forma de um Homem. Por isso, para o maniqueísmo, o Homem primordial era o próprio Deus:

    “Antes de tudo, convém sublinhar que o Homem primitivo é apenas uma hipóstase do Pai da Grandeza, o próprio Deus (…). O Homem primitivo é portanto idêntico a esta Alma (de Deus) ou, como diz o maniqueu Faustus a S. Agostinho, ele é feito “da substância de Deus, sendo isto mesmo que é Deus” (H. C. Puech, Le manicheisme, in Histoire Générale des Religions, vol. III, p. 96).

    Na India, o deus Supremo , Brahman, era chamado de Homem (Puruska).

    “Tu és o imperecível supremo que é preciso conhecer. Tu és o supremo apoio de todo o universo, tu és o eterno guardião da lei antiga, para mim, penso, tu és o sempiterno Homem (Bhagavad Gita X, 12).

    “Tu conheces a ti mesmo, por ti mesmo, ó Homem supremo, fonte dos seres, Senhor das criaturas, Deus dos deuses, Regedor do mundo (Bhagavad Gita X, 15).

    “Tu és o deus principal. ó Homem antigo (…) tu permeias o Universo, ó forma infinita (Bhagavad Gita, XI, 38).

    A Cabala, por sua vez, identifica o Deus manifestado nos sefirots como sendo o Homem Primordial, o Adam Kadmon. Para provar isto, um dos argumentos usados é que, segundo o método da guematria, as letras que formam o nome de Deus – iod, he, vau, he (IHWH) – tem valor numérico de 45. Ora, as letras que formam a palavra Adam (alef, dalet, mem) dão um total de 45 também. Logo (??), Adão é igual a Deus pois ambos valem 45 (cfr. G. G. Scholem, A cabala e seu simbolismo, p. 125).

    O misterioso livro gnóstico judaico, o Schiur Komá, descreve o corpo de Deus como sendo o de um imenso homem que se identifica também com o Universo. Assim Deus, Universo e Homem seriam uma coisa só (Cfr. G. G. Scholem, Major trends in jewish mysticism – tradução portuguesa A mística judaica, Perspectiva, São Paulo, 1972, pp. 64-65).

    Portanto, a mesma divindade que textos de religiões e autores gnósticos chamam de Nada, intitulam também Homem.

    Vimos já que Deus, em Isaías, exprobou os seguidores da mentira que “confiam no nada” (Isaias LIX, 3-4). Esse mesmo profeta clama a palavra de Deus contra os judeus:

    “Cessai, pois, de confiar no homem, em cujas narinas (não) há (senão) um sopro, porque somente Deus é o que é excelso” (Isaias II, 22).

    Não se diga que há nesse texto apenas e tão somente um conselho de ordem moral. Esse versículo é a conclusão de um texto acerca das causas de humilhação dos maus no dia do juízo, no qual Deus repreende a casa de Jacó – o povo judeu – por estar cheio de superstições como os filisteus (v. 6); de ter enchido o país de ídolos que serão esmigalhados no dia do juízo (v. 10-18) e que então os que traíram Deus lançarão fora os seus ídolos (v. 21).

    O versículo citado opõe a confiança no homem à confiança em Deus excelso. Ele associa idolatria e confiança no Homem. Deus, por Isaías, clama então contra os que “confiam no Nada” e contra os que confiam no Homem, exatamente no Nada e no Homem, que Gnose e Cabala afirmam ser nomes de Deus.

    Para a Gnose, a evolução divina se faz por um processo dialético, visto que Deus e todo ser são formados por dois princípios contrários e iguais.

    Para Heráclito, “Deus é dia e noite, inverno e verão, guerra e paz, abundância e fome” (Diels. 12 B, 67).

    “Vida e morte, vigília e sono, juventude e velhice são a mesma coisa: são muitas metamorfoses” (Diels. 12B, 88).

    Vimos que para o Bhagavad Gita Deus é “ser e não ser”, ao mesmo tempo (Bhagavad Gita XII, 37; IX, 19).

    Sabe-se bem que no maniqueísmo, o dualismo de Deus e o dualismo metafísico são claramente ensinados (cfr. H.C. Puech, Le Manicheisme, in Histoire Générale de Religions, vol. III, p. 96, 1ª coluna).

    Como a Gnose, a Cabala afirma que em Deus há dois princípios opostos: o do bem e o do mal (cfr. G.G. Scholem, A mística judaica, ed. cit., pp. 237-291). “Tudo o que é demoníaco tem sua raiz em alguma parte do mistério de Deus” (G.G. Scholem, A mística judaica, p. 240). Essa noção dualista de Deus foi explicitada mais claramente pelo sistema cabalista de Isaac Luria de Safed e por Natham de Gaza (cfr. G.G. Scholem,Sabbatai Sevi, The mystical Messiah, pp. 301-302, Princeton University Press, Princeton, New Jersey, 1975).

    Em conseqüência decorrem daí não só um dualismo metafísico, que afirma a igualdade de contrários, como também um dualismo dialético no campo da moral, que faz identificar santidade e iniqüidade, virtude e pecado. A Mischnah (Berahot IX, 5) afirma que se deve amar a Deus de todo o coração, isto é, com os bons e maus impulsos.

    ” Man is bouns to bless (God) for the evil even as he blesses (God) for the good, for it is written. And thou shalt love the Lord thy God with all thy heart and with all thy soul, and with all thy might. (Deut. VI, 5). With all thy heart (lebab) – with both thine impulses, thy good impulses and thine evil impulses .” (The Mischnah, Oxford University Press, Oxford, 1980, 1ª ed., 1933, trad. Herbert Dowley).

    O dualismo metafísico e a moral dialética próprios da Gnose e da Cabala fazem identificar ser e não ser, bem e mal, luz e trevas, verdade e mentira, virtude e pecado. Ora, a prova de que já no Antigo Testamento essa dialética dualista gnóstica se infiltrara secretamente entre os judeus está em Isaías, onde o Deus que exprobou a adesão dos escribas e sacerdotes à mentira, diz:

    “Ai de vós que ao mal chamais bem, e ao bem mal, que tomais as trevas por luz e a luz por trevas, que tendes o amargo por doce e o doce por amargo.” (Is. V, 20).

    Essa inversão completa de verdade e de moral perpetuou-se secretamente entre os judeus até o tempo de Cristo e depois no Talmud, que afirma “que o mais perfeito cumprimento da lei está na sua violação”.

    Segundo o messianismo cabalista, o reino do Messias trará a abolição da lei e mesmo a sua inversão, tornando lícito o que era proibido (cfr. G.G. Scholem, A mística judaica, p. 181 e p. 314).

    Na era messiânica haveria “the abolition of the norm of permitted and forbidden pure and impure” (G.G. Scholem, Sabbatai Sevi, The Mystical Messiah, p. 321). Se havia uma conspiração de fundo gnóstico já no Antigo Testamento, fica claro porque Nosso Senhor Jesus Cristo preveniu os fariseus dizendo-lhes: “Não julgueis que vim destruir a lei ou os profetas, mas sim (para os) cumprir. Porque em verdade vos digo que, enquanto não passar o céu e a terra, não desaparecerá da lei um só jota ou um só ápice, sem que tudo seja

    cumprido” (Mt. V, 17-18). E ele condena a seguir aqueles que violam mesmo um dos mínimos mandamentos da lei e “ensinam assim os homens” (Mt. V, 19).

    Finalmente, Cristo afirma que os fariseus, por causa de sua tradição, anularam a lei: “Vós, por causa de vossa tradição, tornastes nulo o mandamento de Deus” (Mt. XV). “É em vão que me honram, ensinando doutrinas e mandamentos de homens” (Mt. XV, 9).

    Ora, a Cabala judaica pretendia ser uma doutrina revelada por Deus a Moisés e transmitida por tradição oral, tanto que Cabala quer dizer tradição. Não se estranhe então a afirmação de que já no Antigo Testamento, os rabinos judeus haviam abandonado a Verdade revelada para seguir a mentira da Gnose (que entre os judeus se chama Cabala). Os textos da Escritura que citamos indicam isso. Mas, para os que confiam no Homem, veja-se a confirmação do que dizemos na palavra de um homem que é o maior conhecedor de Cabala em nosso dias:

    “Sabemos que já no período do Segundo Templo uma doutrina esotérica era ensinada em círculos farisaicos.” (G.G. Scholem, A mística judaica, p. 41).

    Por tudo isso, fica bem claro que os judeus se desviaram de sua missão e abandonaram a Revelação e a Lei de Deus devido a uma conspiração diabólica dirigida pelos sacerdotes e escribas.

    Resta perguntar: terá essa conspiração diabólica, visando perder as almas, cessado com o advento de Cristo? Ou terá ela se tornado mais oculta ainda, mais feroz e mais diabolicamente hipócrita?

    Os que negam a existência da “conspiração” dos maus na História, ou são ingênuos, ou… são membros dela.

    Fonte: www.montfort.org.br

  • Revelações Públicas, Privadas e Aparições

    Qual a posição da Bíblia e da Igreja em relação às mensagens, profecias e visões que envolvem Maria e os Santos?

    O pronunciamento oficial da Igreja sobre aparições e revelações estão nestes dois documentos, o primeiro é o prefácio, o segundo são as normas para procedimentos de aprovação.

    https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20111214_prefazione-levada_po.html

    http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19780225_norme-apparizioni_po.html

    1. O que são Revelações Públicas e Privadas

    1.1 Introdução

    Ao falarmos de mensagens, profecias e aparições devemos distingui-las da Bíblia em vários aspectos, e todas são classificadas como revelações pela Igreja. As primeiras são chamadas pela Igreja de revelações privadas e a Bíblia chamada de revelação pública. Primeiro vamos distinguir entre o que é revelação pública e revelação privada para em segundo lugar discorrer sobre como as revelações privadas se manifestam, e em outros capítulos a sua importância na história da Igreja ontem e hoje.

    O fato de a única revelação de Deus destinada a todos os povos ter ficado concluída com Cristo e o testemunho que d’Ele nos dão os livros do Novo Testamento, vincula a Igreja com o acontecimento único que é a história sagrada e a palavra da Bíblia, que garante e interpreta tal acontecimento, mas não significa que agora a Igreja pode apenas olhar para o passado, ficando assim condenada a uma estéril repetição. Eis o que diz o Catecismo da Igreja Católica : « No entanto, apesar de a Revelação ter acabado, não quer dizer que esteja completamente explicitada. E está reservado à fé cristã apreender gradualmente todo o seu alcance no decorrer dos séculos » (n. 66).

    Estes dois aspectos – o vínculo com a unicidade do acontecimento e o progresso na sua compreensão – estão otimamente ilustrados nos discursos de despedida do Senhor, quando Ele declara aos discípulos: « Ainda tenho muitas coisas para vos dizer, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Espírito da Verdade, Ele guiar-vos-á para a verdade total, porque não falará de Si mesmo (…) Ele glorificar-Me-á, porque há de receber do que é meu, para vo-lo anunciar » ( Jo 16, 12-14). Por um lado, o Espírito serve de guia, desvendando assim um conhecimento cuja densidade não se podia alcançar antes porque faltava o pressuposto, ou seja, o da amplidão e profundidade da fé cristã, e que é tal que não estará concluída jamais. Por outro lado, esse ato de guiar é « receber » do tesouro do próprio Jesus Cristo, cuja profundidade inexaurível se manifesta nesta condução por obra do Espírito. A propósito disto, o Catecismo cita uma densa frase do Papa Gregório Magno: « As palavras divinas crescem com quem as lê » ( CIC , n. 94; S. Gregório Magno, Homilia sobre Ezequiel 1, 7, 8).

    Vamos agora compreender o conceito de revelações privadas, no qual segundo Ratzinger: “se aplica a todas as visões e revelações verificadas depois da conclusão do Novo Testamento” e que se aplica a mensagem de Fátima, inclusive as de Vassula Ryden, Padre Gobbi e muitas outras que ainda estão processo de averiguação e contam com certa aprovação não oficiais, mas por parte da Igreja.

    Não é papel da revelação privada tomar lugar da bíblia, mas de ajudar a aproveitar melhor a Palavra.

    Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica sobre isto também: « No decurso dos séculos tem havido revelações ditas “privadas”, algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja. (…) O seu papel não é (…) “completar” a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente numa determinada época da história » (CIC 67). Isto deixa claro duas coisas: (prossegue Ratzinger) 

       “1. A autoridade das revelações privadas é essencialmente diversa da única revelação pública: esta exige a nossa fé; de fato, nela, é o próprio Deus que nos fala por meio de palavras humanas e da mediação da comunidade viva da Igreja. A fé em Deus e na sua Palavra é distinta de qualquer outra fé, crença, opinião humana. A certeza de que é Deus que fala, cria em mim a segurança de encontrar a própria verdade; uma certeza assim não se pode verificar em mais nenhuma forma humana de conhecimento. É sobre tal certeza que edifico a minha vida e me entrego ao morrer. 

    2. A revelação privada é um auxílio para esta fé, e manifesta-se credível precisamente porque faz apelo à única revelação pública.

    Então, Ratzinger vai confirmando no documento [1] que para medir a verdade e o valor de uma revelação privada é a sua orientação para o próprio Cristo.

    «Não extingais o Espírito, não desprezeis as profecias. Examinai tudo e retende o que for bom» (5, 19-21). Em todo o tempo é dado à Igreja o carisma da profecia, que, embora tenha de ser examinado, não pode ser desprezado.

    Vemos que Ratzinger ao falar do carisma de profecia, fala da profecia no sentido geral como as visões e locuções.

    “Em todo o tempo é dado à Igreja o carisma da profecia, que, embora tenha de ser examinado, não pode ser desprezado. A este propósito, é preciso ter presente que a profecia, no sentido da Bíblia, não significa predizer o futuro, mas aplicar a vontade de Deus ao tempo presente e consequentemente mostrar o reto caminho do futuro.

    Neste sentido, pode-se relacionar o carisma da profecia com a noção « sinais do tempo », redescoberta pelo Vaticano II: « Sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu; como é que não sabeis interpretar o tempo presente? » ( Lc 12, 56). Por « sinais do tempo », nesta palavra de Jesus, deve-se entender o seu próprio caminho, Ele mesmo. Interpretar os sinais do tempo à luz da fé significa reconhecer a presença de Cristo em cada período de tempo. Nas revelações privadas reconhecidas pela Igreja – e portanto na de Fátima -, trata-se disto mesmo: ajudar-nos a compreender os sinais do tempo e a encontrar na fé a justa resposta para os mesmos.” (Cardeal Joseph Ratzinger, www.vatican.va)
    – os grifos são nossos –

    1.2 Manifestação no homem das revelações privadas

    Sobre a profecia em forma de visão no qual também inclui as aparições, Ratzinger pelo Vaticano explica:

    A antropologia teológica distingue, neste âmbito, três formas de percepção ou « visão »: a visão pelos sentidos, ou seja, a percepção externa corpórea; a percepção interior; e a visão espiritual ( visio sensibilis imaginativa intellectualis ). É claro que, nas visões de Lourdes, Fátima, etc, não se trata da percepção externa normal dos sentidos: as imagens e as figuras vistas não se encontram fora no espaço circundante, como está lá, por exemplo, uma árvore ou uma casa.

    Sob a forma de Deus comunicar-se a essas pessoas o padre carmelita Marie-Eugene de l´Enfant ao tratar da Espiritualidade de São João da Cruz e Santa Tereza d`Ávila diz o seguinte sobre os favores e dons extraordinários: “Os favores extraordinários são produzidos por uma ação direta de Deus, que elimina toda e qualquer cooperação da alma que não seja uma passividade receptiva.

    Visões imaginarias e visões intelectuais, afirmam os dois santos (São João da Cruz e Santa Teresa d`Ávila), são produzidas nas faculdades, sem qualquer atividade da sua parte e são-lhes comunicadas por via sobrenatural.” [3] Sobre a discussão de que linguagem Deus usa: “Deus adapta-se, mesmo nos Seus modos de agir extraordinário, à ordem natural que nos rege. Visões e revelações divinas não apresentam nada de chocante . Deus fala, nelas, a nossa linguagem.”São João da Cruz um dos maiores místicos fala sobre as comunicações sobrenaturais, inclusive as locuções: “Assim Deus aperfeiçoando o homem ao modo do homem, pelo mais baixo e exterior ate o mais alto e interior. Primeiro, aperfeiçoa-lhe o sentido corporal… (…) E quando esses sentidos já estão algo dispostos, costuma aperfeiçoá-los mais, fazendo-lhes algumas mercês sobrenaturais e regalos, para os confirmar mais no bem, oferecendo-lhe algumas comunicações sobrenaturais, tal como, corporalmente, visões de Santos ou de coisas santas, odores suavíssimos e locuções.

    [3] P. Marie-Eugene de l’E. – J.O.C.D., Je veux voir Dieu – ed. Carmelo, Venasque, 1988, 1160 pg

    1.3 Profetas no tempo da Igreja e importância

    Poderíamos levantar a questão: Com a morte do último apostolo São João teria colocado um freio na profecia posterior ? É apenas uma tese que existe, afirma Ratzinger, e que procede de um grande desprezo conforme Ratzinger vai explicando na entrevista sobre profecia cristã:

    “É que a primeira vinda de Cristo restabeleceu, entre Deus e o homem, uma ligação nova que é sempre de reforçar. Assim, graças à sua própria ligação com o Verbo feito carne, o homem descobre o que Este lhe ofereceu. É precisamente esta nova relação que irá introduzir o homem na verdade total, mas também de uma forma nova, como o próprio Jesus o diz no Evangelho de São João, em que fala da descida do Espírito Santo 9. A cristologia pneumatológica que provém do último discurso, no Evangelho de São João, constitui, a meu ver, um ponto pertinente, nesta nossa reflexão, na medida em que o próprio Cristo explica que a Sua vida terrestre, em carne, não é senão um primeiro passo. A verdadeira vinda de Cristo realiza-se no momento em que Cristo já não está ligado a um lugar fixo ou a um corpo físico, mas em Espírito, depois da Sua Ressurreição, até aos nossos dias, capaz, pois, de vir a todos os homens de todas as gerações, para os introduzir na Verdade, de uma forma cada vez mais profunda. Importa lembrar este dado teológico, pois ele esclarece o tempo da Igreja em que nós estamos em vias de viver…” ler o resto da entrevista

    Veja que o sentido do termo profetas é amplo: “A Igreja é fundada nos Apóstolos e nos profetas” (Cf. Ef 2,20: Ef 4,11) . Ao tempo, pensava-se que se tratava apenas dos doze Apóstolos e dos profetas do Antigo Testamento, enquanto os exegetas modernos nos dizem que o termo “apóstolo” tem uma acepção muito mais larga, tal como o termo “profeta”, que inclui também os profetas do tempo da Igreja. (J. Ratzinger)

    Quanto ao seu papel na Igreja:

    “Ora, segundo o capítulo 12 da primeira Epístola aos Coríntios, os profetas de outrora organizavam-se como membros de um colégio*. O colégio dos profetas é também mencionado na Didakhé, o que quer dizer que existia ainda, quando a obra foi escrita.
    Com o tempo, o colégio dos profetas foi dissolvido. A dissolução do colégio dos profetas não é certamente um acaso. De fato, como no-lo mostra o Antigo Testamento, a função de um profeta não é algo que se possa institucionalizar**, na medida em que os profetas dirigiam a sua crítica, não apenas aos sacerdotes, mas também aos profetas institucionalizados. Isto parece bem claro no livro do Profeta Amós, em que este fala contra os profetas do Reino de Israel. Acontece mesmo muitas vezes que os profetas livres e independentes falam contra os que pertencem a um colégio. É que, entre os primeiros, Deus encontra, por assim dizer, mais margem de manobra, mais liberdade de agir por si mesmos, no momento em que é necessário que eles intervenham ou tomem iniciativas. Visto que os dois tipos de profetas que embelezam a história da Igreja têm a sua razão de ser, parece-me que se não pode falar de uma reforma do colégio dos profetas.


    No que respeita aos profetas do tipo dito institucional, importa confessar que o colégio dos Apóstolos, a exemplo de São Paulo que também foi um profeta a seu jeito, se reconhece ter não menos o seu caráter profético. E é assim que a Igreja se vê perante desafios que lhe são próprios, na medida em que o Espírito Santo encontra, no momento crucial, uma porta de entrada para intervir.”

    *colégio, órgão ou conselho que faz parte de uma instituição.

    **Instituição nesse caso significa a Igreja.

    Resumindo, Ratzinger explica no texto acima que sempre houve profetas como “órgão” da Igreja, e assim com o tempo entravam em conflito com alguma pessoa da Igreja na época, nunca com a doutrina da Igreja, e assim aos profetas eram dado o papel de tomar iniciativa e agir apara ajudar a resguardar a fé, conforme Deus intervia.

    “Quanto aos profetas ditos livres ou independentes, é bom lembrar que Deus Se reserva a liberdade de intervir diretamente na Sua Igreja para a despertar, para a avisar, para a promover e santificar, justamente pelos carismas que lhe dá. Sempre na história da Igreja existiram personagens carismáticos e proféticos. E eles surgiram sobretudo numa reviravolta, num momento decisivo da história da Igreja.”

    A seguir Ratzinger responde por uma das grandes duvidas sobre revelações privadas:

    14 – Muitos profetas, na Igreja, tais como Catarina de Sena, Brígida da Suécia e Sor Faustina Kowalska, atribuíram as suas mensagens proféticas a Cristo, que lhas revelou. Contudo, em Teologia, estas mensagens proféticas são correntemente chamadas ” revelações privadas”, termo que se presta a mal entendidos, porque toda a profecia autêntica é dirigida ao Povo de Deus enquanto Igreja, e não pode ser privada, propriamente falando.

    Em matéria de teologia, o termo “privado” não quer dizer que uma só pessoa está implicada, e não as outras. É um termo que significa o grau e que determina o contexto. Encontramo-lo, por exemplo, na expressão “missa privada”. O que importa fixar aqui, é pura e simplesmente que as “revelações” dos místicos cristãos ou dos profetas do tempo da Igreja jamais terão o mesmo lugar que ocupa a revelação bíblica, e que elas se subordinam a esta, nos enviam para ela e por ela se explicam. Por conseguinte, não se pode dizer que tais revelações não têm importância para a Igreja. Basta citar as aparições de Lourdes ou de Fátima, para provar o contrário. Estas aparições são, afinal, uma memória da revelação bíblica. E é justamente porque elas o são que têm uma autêntica importância.