Categoria: Testemunhos

  • Testemunho por meio da obra Salvai Almas – confidente Cláudio Heckert

    Testemunho da minha conversão

    Mãezinha, eu era uma pessoa que não acreditava em Deus, e ainda mais, eu debochava dos que acreditavam. Sempre fiz tudo errado e achava que era feliz. Passado o tempo, minha vida foi afundando como um barco. Perdi tudo: meu emprego, meu casamento, minha casa, tive dois abortos e quase perdi o amor de minha família. Mesmo não acreditando em Deus, Ele não me abandonou! Voltei a morar com minha família e num certo dia conheci uma pessoa que era como um Anjo, mas a perdi por ignorância. Num momento de desespero resolvi falar com Deus e prometi que se minha vida mudasse eu me entregaria a Ele. Passados alguns dias, fui ao meu antigo emprego e, para minha sorte, meu patrão resolveu me chamar para trabalhar novamente. Aceitei na hora, mas não sabia que ali existia um Anjo chamado Terezinha, que hoje é minha patroa e que mudaria a minha vida. Conversando com ela, desabafei e ela ouviu-me calada e, simplesmente pegou um livro chamado “Salvai Almas” e me disse: “A solução está aqui!” Não pensei duas vezes: peguei o livro – era o dia 4 de Novembro – comecei a rezar as Quinze Orações e, em seguida, fiz a Primeira Anistia. E foi maravilhoso! No dia 19 de Fevereiro de 2004, haveria um Cenáculo em Curitiba e ela (D. Terezinha ) me convidou. Eu não sabia o que era, mas mesmo assim fui e ali tudo mudou! Chorei muito no Cenáculo, pois senti vergonha de tudo que fiz… Pedi perdão a Deus! Eu me senti aliviada e tive a chance de fazer três pedidos a Mãe de Deus: 1º – Entreguei minha vida nas mãos Dela: que fosse feita Sua vontade. 2º – Que se fosse para eu ser feliz que me trouxesse de volta a pessoa que eu amava. 3° – Que se eu merecesse, que Ela me desse o dom de ser Mãe. Passada uma semana, o meu Amor voltou, o qual hoje é meu marido. Tenho um lar lindo, a paz na minha família que hoje é tudo para mim. E o maior milagre que recebi é de hoje estar grávida de quatro meses. Hoje eu grito para o mundo que amo a Deus e Nossa Mãe! Que sem Eles não somos nada: só pó! Se eu viver 100 anos, não conseguirei agradecer tudo o que consegui. Hoje não tenho vergonha de falar de Deus e do Grupo Salvai Almas para as pessoas. Eu dou minha vida como exemplo de que somos todos filhos de Deus: só basta crer! Ainda choro muito, mas de felicidade e agradeço a Deus a cada minuto por tudo o que tenho. Obrigada Senhor! Obrigada Mãezinha! Sou feliz e quero morrer ao vosso lado! Amém! Obrigada Grupo Salvai Almas pelo exemplo de fé!

    M.A.S.S.

    A primeira viagem

    Conheci o Cláudio ao final do ano 2001. Eu já havia lido o primeiro livro do Salvai Almas, porém não havia despertado em mim o interesse de continuar aprofundando o estudo sobre o assunto. Aliás, eu havia recém concluído o estudo de Teologia há pouco tempo e, com ela, alguns conceitos racionalistas haviam penetrado em meu pensamento. A primeira idéia é duvidar – o que em si é positivo – desde que se aprofunde a questão. E, assim, parecia que tudo havia morrido por aí mesmo. Neste meio tempo li a extraordinária obra da mística alemã Anna Catarina Emmerich – Vida, Paixão, Morte e Glorificação do Cordeiro. É uma obra contundente, forte e que deixa impressões indeléveis na mente de quem a lê com cuidado e atenção. Contudo, chamou-me a atenção a história do Cálice que vem descrita ao final. Por algum motivo, a descrição de tão antigo objeto ficou fortemente marcada na minha mente. E é aqui que a outra história começa. Então um amigo – do grupo de oração Salvai Almas – entregou-me um livreto com o título O Milagre do Fim. Qual não foi a minha surpresa ao constatar que o conteúdo de tal livro era a continuação da história do Cálice usado por Jesus na Última Ceia. De imediato, formou-se, dentro de mim, o desejo de conhecer o autor do opúsculo. A minha primeira indagação era saber se tais escritos vinham ou não do Céu e se nada havia neles que fosse contra a Fé, a Moral e os bons costumes. Outra questão era saber da sua fidelidade à Igreja Católica, que tem o dever de discernir sobre os carismas dos leigos. Afinal, marquei o primeiro encontro com o Cláudio. O receio inicial logo se desvaneceu frente a um homem simples como uma criança, mas de uma Fé profunda e madura. Logo de início pude perceber nele o seu grande amor à Igreja Católica Apostólica Romana e a sua profunda reverência para com o Clero e a Hierarquia. Em todos os momentos ele demonstrou íntima convicção, sem nunca vacilar, quanto à certeza de que as mensagens eram do Céu. Outra faceta foi eu ter percebido que, em momento algum, ele tentou fazer mais adeptos, deixando-me à vontade para decidir. Mas, havia uma outra questão… Acompanhar o Cláudio numa “caminhada” em visita a cemitérios. A tal “caminhada” foi marcada para o início de 2002. No dia 6 de fevereiro, de 2002, partimos para uma visita aos cemitérios do Norte do Estado de Santa Catarina e Sul do Paraná. Devo dizer que eu havia morado mais de 30 anos na região e, por isso, conhecia bem todas as localidades a serem visitadas. Como ainda persistissem algumas dúvidas, pedi interiormente a Nossa Senhora um pequeno sinal, embora pensando que não se deve pedir sinais. Ou cremos ou não cremos. Somos livres para decidir em questões de “Fé Humana”. Porém, ao chegarmos a certa localidade e ao ser perguntado pelo Cláudio como se chamava o local onde estava situado o cemitério, me ocorreu um inexplicável lapso de memória, e por mais que tentasse, não conseguia me lembrar do nome. No mesmo instante o Cláudio olhou em minha direção e, com um leve sorriso, falou: P., São Miguel já me falou que o nome é POÇO PRETO. Devo acrescentar que o Cláudio nunca esteve naquela região, desconhecendo totalmente o nome das localidades. Pois é, P., você pediu… A bem da verdade,  devo acrescentar que desde então comecei a participar ativamente do Grupo Salvai Almas, das caminhadas nos cemitérios e dos Cenáculos de orações. Com isso a minha vida e a de alguns dos meus filhos foram espiritualmente enriquecidas. Por tudo isso seja Deus louvado!

    NATANAEL

  • Testemunhos das Mensagens de Mediugórie

    Testemunhos de Jovens sobre Mediugorie

    «Vim aqui quase por acaso, encontrei um Padre no ônibus que me propôs vir a Mediugórie. Res-pondi: «Não, eu deixei a Igreja há um bom tempo», mas depois decidi fazer esta experiência. Logo que cheguei, vi rapazes da minha idade que rezavam o Rosário e pensei que fossem todos loucos, mas depois, pelo contrário, perguntava-me: «Se eles o fazem porque devo ser eu o único a não rezar?» e assim, no primeiro dia, rezei o meu primeiro Rosário. Vivi muitíssimas outras experiências muito fortes, da Aparição de Nossa Senhora a Miriana à subida ao monte Podbrdo.
        Há cinco anos que não entrava na igreja, verdadeiramente nunca esperava encontrar tanta gente de minha idade».
    Vincenzo, 17 anos

        «É a quarta vez que venho a Mediugórie e é sempre uma alegria voltar, porque sinto-me neste lugar um pouco como em minha casa. A primeira peregrinação que fiz aqui mudou completamente minha vida. Era 2004, e desde então quis voltar sempre, porque me dá força para continuar a viver a vida de todos os dias com a luz da fé acesa. Nestes dias, sinto poder viver uma espécie de paraíso, porque posso dedicar toda minha vida a Deus.  Espero conseguir transmitir minha experiência testemunhando, com minha vida, que Cristo é meu Salvador. Aconselharei Mediugórie a todos, do mais jovem ao mais idoso, e espero que todos se decidam pela conversão.
        Colocar Deus em primeiro lugar significa abandonar-se completamente a Ele. Deixar que Ele faça tudo o que quiser de nossa vida. Eu experimentei que se é feliz somente se nos abandonarmos verdadeiramente a Deus. Isto é o que quero fazer como resposta a meu Senhor. Foi Ele que me tirou da situação em que estava e espero que queira usar-me como seu instrumento».
    Matteo, 20 anos

        «Mediugórie é um lugar onde se abandona a vida quotidiana para dedicar-se à vida espiritual, na qual, deixando o stress, tem-se a possibilidade de olhar melhor para o próprio coração. Estar aqui no Festival dos Jovens, e viver esta experiência, junto de pessoas de nações tão diversas e entre todas estas bandeiras, toca-nos profundamente o pensamento de que Deus nos criou todos juntos, como uma só família. Todos devemos lutar pela paz e adorar o Senhor. É pena que estejamos demasiadamente apegados a nossos interesses, em vez de colaborar: somos todos irmãos!
        Até agora ainda não tinha conhecido o Senhor como uma pessoa próxima, a Quem posso dirigir-me diretamente. Minha oração nestes dias alargou-se. Os jovens que estão no mundo estão frequentemente longe da fé, porque não tiveram a experiência do Deus Vivo. Existem, de fato, dois caminhos que se abrem à nossa escolha: um correto e outro errado, e muitos jovens, infelizmente, veem só este último».
    Cláudio, 13 anos

        «Tocou-me, particularmente, a celebração da Santa Missa, embora sendo longa, não me foi tão pesada. Além disso, aqui não nos envergonhamos de rezar, porque todos o fazem; até rezar pela estrada torna-se normal, quase se sente estranho quando não o faz.! Espero levar para casa estas orações feitas na simplicidade do dia a dia. Meus pais insistiram em trazer-me. Eu era muito céptica, mas agora estou muito feliz de ter vindo»
    Andréa, 16 anos

    O Poder de Deus e o
    Poder do Dinheiro – Testemunho de Jim Caviezel sobre Mediugórie

    Quando “O Senhor dos Anéis” surgiu nas telas, a imprensa exaltou a perfeição da técnica, a representação dos atores, a qualidade do argumento… Mais ainda, o filme foi apresentado como um trabalho mítico inimitável e insuperável. Os recursos financeiros investidos foram além de qualquer coisa que já tenha sido feita na indústria cinematográfica. O filme foi cercado de elogios e acompanhado por uma publicidade sistemática e agressiva em toda a mídia. E ainda mais… O poder do dinheiro, visível em todas as dimensões deste filme chegou ainda mais longe: o filme ganhou todos os 11 Oscars. “Perfeição! Milagre!” diziam o rádio, a televisão, os jornais … a capacidade do dinheiro foi exibida em toda a sua força.


    Na ocasião deste pináculo da produção cinematográfica mundial, um filme que fala sobre as últimas horas da vida de Jesus Cristo surge nas telas. Sensibilidades exageradas… tumulto nos corações dos que se sentem embaraçados perante o Cristo e perante a Igreja… tentativas de desqualificar o filme. Acusações relativas à apresentação da história do filme. Entretanto, os filhos deste mundo – que estavam contando com a força do dinheiro e da mídia que eles controlam – estavam enganados. Seus cálculos acabaram dando errado, pois esqueceram-se das palavras do Evangelho de São Mateus: “Para os homens é impossível, mas para Deus, tudo é possível”. (Mt 19,26). Deus demonstrou Seu poder e Sua força mais uma vez. Pela primeira vez no mundo do cinema, a distribuição dos prêmios da Academia de Cinema aconteceram sob a sombra de outro filme.

    O filme “A Paixão de Cristo”, no qual muito menos dinheiro foi investido do que no “Senhor dos Anéis”, conquistou o mundo. As salas de entrada dos cinemas tornaram-se apertadas. A imprensa não pôde disfarçar isto. Talvez devamos nos perguntar, como pode isto ser possível? A resposta vem de Cristo que diz que tudo é possível para Deus. E o que é particularmente interessante nesta história, escrita de acordo com os planos de Deus, é que Jim Caviezel, que faz o papel principal, dá testemunho: b “Eu recebi este papel graças a Mediugórie, graças a Nossa Senhora. Durante a preparação, eu estava utilizando tudo quanto aprendi através de Mediugórie. Mel Gibson e eu íamos à Missa diariamente. Eu também jejuava. Eu lia as mensagens de Nossa Senhora todo o tempo. Eu rezava o terço todos os dias”. b (Entrevista para a Rádio “Mir”, Mediugórie, 6 de dezembro de 2003).
    Lendo isto, não ficamos surpresos de saber que este filme superou todas as expectativas e ultrapassou toda a crítica maldosa. Quando alguém colabora com Deus, o milagre acontece. Este filme demonstra isto de modo bastante claro. Glória seja dada a Deus!

    Ateu se converte no local da aparição e ajuda da Eucaristia.

    Fr. Mario Knezovic

    Pe. Angelo aproximou-me de Deus
    Apresento aqui um pequeno testemunho da minha conversão. Eu não praticava a religião, era de família atéia e casei-me na Igreja apenas para satisfazer minha mulher. Um dia ela pediu-me que acompanhasse Pe. Angelo a Mediugórie como simples motorista. Decididamente refutei seu insistente pedido por mais de uma semana. Depois, sem saber por que, tomei a decisão de ir. Despedi-me de meus pais “ateus” que me pediram para não gastar dinheiro inutilmente trazendo para casa “imagens” ou “terços”.
    Eu não conhecia Pe. Angelo. Partimos e, depois de uma tranquila viagem de 12h, em conversação cordial, chegamos ao destino. Na manhã seguinte eu o acompanhei à Comunidade Cenáculo de Irmã Elvira para a celebração da Missa. Durante a celebração, eu era o único, dentre os 75 rapazes, que não se ajoelhou… Senti-me tão embaraçado que, por respeito a eles, ajoelhei-me. Era a segunda vez na minha vida que eu fazia esse gesto. Deixei Pe. Angelo atendendo Confissões e, acompanhado de um seminarista, fui ao local das aparições e ali, por acaso, encontrei uma pequenina imagem de Nossa Senhora que, depois levei para minha mãe.
    De tarde, enquanto eu o acompanhava, Pe. Angelo perguntou-me se desejava confessar-me. Neguei com firmeza, até por que, para mim, a Confissão não fazia qualquer sentido. Com calma, Pe. Angelo explicou-me o sentido deste grande dom e, pela primeira vez, confessei-me. Depois, sozinho, fui ao Monte Krizevac e ali tive experiências particulares que muito me tocaram.
    Na manhã seguinte, foi sempre Pe. Angelo quem me fez o convite para comungar. Ao receber a Eucaristia senti um grande calor no coração e, com surpresa, caí em prantos de maneira incontrolável. Comecei a sentir dentro de mim reações negativas a todos esses fatos estranhos que estavam acontecendo comigo. Se por um lado não compreendia, pelo outro desejava compreender a todo custo. Quem me encontrava repetia sempre que a minha presença ali não era casual, mas que era Nossa Senhora quem me queria ali.
    A confusão dentro de mim era sempre maior uma vez que devia decidir-me se, voltando para casa, não diria nada a ninguém ou aceitaria a mudança e suas consequências. Após uma noite sem dormir, decidi voltar ao Monte a ali entreguei-me completamente a Maria. Prometi que, se fosse verdade, tudo aquilo que estava sentindo e que me estava acontecendo, tornar-me-ia seu testemunho para sempre. Comecei o caminho da conversão. Senti uma presença em mim que me dava grande força e coragem. Em casa, porém, filhos e pais rejeitavam tudo. Surgiam as dúvidas, as incertezas, as dificuldades de ir a Missa na minha cidade porque me sentia julgado e desambientado. Começaram as fortes tentações, principalmente quando me encontrava na igreja. Mais difícil ainda era vencer o forte instinto de blasfemar.
    Foi o início de uma conversão, de um caminho, que, apesar das muitas e fortes tentações, continua na alegria, na serenidade e na paz de quem encontrou o Senhor e de quem deseja permanecer nEle, porque somente Ele é o “desejo da minha vida”.
    Eco di Maria / Luciano Begotti (RE)

    Convertido pela mensagem da Rainha da Paz

    Mensagens que convertem
    Sou Afonso Terramoto, tenho 35 anos, mexicano, formado em medicina.
    Por causa do clima que se respirava nos anos 70, ingressei-me no comunismo, na luta de classe. Interessava-me pela justiça social e também pelos assuntos ligados à astrologia, esoterismo e religiões orientais.
    Com o passar do tempo, formei-me em medicina, especializando-me em um dos melhores hospitais de Madri. Durante os anos em que morei na Europa, nutria simpatia pelo ressurgimento do socialismo espanhol. Passava o tempo em festas, na busca do prazer, em crescente afã materialista, pleno de egoísmo e de ambição pela fama. Voltando a Guadalajara, continuei interessando-me por tudo aquilo que só me distanciava cada vez mais de Deus: astrologia, controle mental, meditação transcendental, reencarnação.

    Já fazia anos que não ia à Missa, não me confessava e tinha abandonado a oração. No fundo do meu coração, porém, sentia grande vazio espiritual. Foram alguns livros sobre as “Aparições de Mediugórie” pegos na biblioteca que me tocaram profundamente. Não foram tanto os sinais prodigiosos (a dança do sol como em Fátima, as curas miraculosas ou as muitas conversões) que me impressionaram, mas as mensagens de Nossa Senhora: oração, jejum, abandono a Deus, à Providência Divina.

    Aquelas eram mensagens que superavam o meu racionalismo ateu e materialista, em que tinha caído durante os meus anos de “pesquisa” e de perdição. As mensagens opunham-se à minha maneira de viver e de pensar. Por isso, o “resgate” de Nossa Senhora não foi fácil, mas, aos poucos, foi Ela o meu “caminho” até seu amado Jesus.
    Este renascimento, através do encontro com a Virgem de Mediugórie, pela oração diária do Santo Rosário, o jejum e a Eucaristia, levou-me a servir melhor aos meus pacientes e aos pobres, na minha profissão de médico. Depois, Deus quis presentear-me com uma bela família, uma esposa que sempre me apoia e o nosso filho de três anos, presente do Senhor e nossa constante alegria.


    Acima de nossa razão, e em oposição aos desejos humanos, o Senhor desejou dar-me um grande presente: o amor á Cruz, à pobreza, à vida sóbria e modesta. Ultimamente, por meio de algumas doenças, o Senhor desejou associar-me à sua dolorosíssima Paixão, convidando-me a seguir sua Cruz com a minha pequeníssima atrás dEle, no caminho estreito que conduz ao Paraíso.
    Eco de Maria Rainha da Paz

  • Testemunhos dos que leram a obra A Verdadeira Vida em Deus (AVVD)

    … Desde a primeira vez que li as mensagens escritas por Vassula Ryden não tive dúvidas que era o próprio Jesus falando através dela. Inúmeras vezes abri os seus livros em busca de uma resposta e as obtive de forma claríssima. Isso não era uma simples coincidência. As suas mensagens tiveram o poder de reais transformações em minha vida. Percebia a doçura e o amor do Senhor em cada uma de suas palavras.
    (R. S. T., Brazil, 1994)

    Comecei a ler a ‘A Verdadeira Vida em Deus’, de Vassula, para descobrir erros na fé. As mensagens que se referiam àquele que é ‘Pedro hoje’, eliminaram meus preconceitos. Passaram a fazer-me um bem espiritual imenso. A leitura se tornou uma oração. Uma dimensão mais funda do Amor do Senhor nosso Deus Uno e Trino. Uma abertura maior para os outros e para o mistério da Comunhão dos Santos.
    (E. D. C., Brazil, 1990)

    Aproximadamente há 10 anos atrás, me encontrava em Portugal, e através de um padre, Pe. Joaquim Milheiros, conheci os livros ‘A Verdadeira Vida em Deus’. Após ter lido os três primeiros volumes, senti um chamado muito forte que deveria transmitir às pessoas a experiência maravilhosa que eu estava vivendo com Deus, a intimidade com Jesus. Mesmo sem ter condições financeiras, ou qualquer tipo de experiência no campo de Editora ou livraria, comecei a editar tais livros. Para minha surpresa, hoje, após quase 10 anos, não mais consegui parar. Já são mais de 330 mil livros editados e distribuídos em todo o Brasil. O testemunho de conversão são incalculáveis. Pessoas que haviam abandonado a fé católica, ou a fé cristã, após a leitura voltam-se para Deus. Eu passei a viver em nossa família uma vida de oração, nos esforçando a viver as 24 horas do dia em oração.
    (J.B. R., Brazil, 1989)

    … Passei a levar uma vida sadia espiritualmente, me sacramentando regularmente! Jesus deu-me a conhecer claramente o que é pecado. Passei também a viver uma vida serena, sentindo a presença forte de Jesus nas mais pequenas e simples coisas, e conversar todo tipo de assuntos com ele! Sem falar da grandíssima afeição que passei a sentir pela virgem SS. Nossa mamãezinha! Aprendi a rezar orações tão simples com Jesus e tão poderosas que me faz sentir tão perto, até parece dentro do céu, tão íntima com o Papai, e nossa Mamãezinha do Céu! E o que mais aprendi a amar e respeitar, é a Santa Missa, em especial Jesus Eucarístico.
    (T. S. A., Brazil, 1992)

    Após ler AVVD em 1991, eu percebi a beleza, amor e elegância das palavras de Deus para nós, e experimentei uma profunda conversão por causa da AVVD. Depois de ler eu fiquei mas cente de Deus em sua doçura, delicadeza, e como clemente Ele é para nós. Eu estou agora vibrante e cheio de vida, porque do conhecimento de Seu amor pessoal por mim em minha vida. Meu por Deus tem crescido, e AVVD é um hino de amor dos céus.
    (A M., Australia, 1991)

    … achava que Jesus nunca mais fosse me olhar, quanto mais me querer. Através destes escritos percebi que não tenho motivo para sofrer, pois Jesus quer ser nosso amigo de todas as horas. Assim, minha vida mudou e sou feliz em todos os momentos, até nas horas tristes, porque Deus está presente na minha vontade de melhorar agora e para sempre.
    (S. G. F., Brazil, 1992)

    Um prisioneiro de Portugal:

    I can’t really write anything unless I feel it comes from the bottom of my heart. Thus, I have to say to you again that I’ve read all the volumes of True Life of God up to volume 7, and the monthly magazine too. I know and admit that I don’t have the faith I need (as Jesus said); but the truth is that I’ve gained more perfection so it was worth reading them. It was also of a great help to me to go through the Sacred Bible, both Old and New Testaments.

    Tradução: não pude escrever nada o menos que sentisse que viesse do fundo do meu coração. Assim, eu tenho para dizer para voce de novo, é que eu li todos os volumes da A Verdadeira Vida em Deus até o volume 7, e a revista mensal também. Eu conheço e admito que eu não tenho a fé que necessito (como Jesus disse); mas a verdade é que eu tenho ganhado mais perfeição, no qual valeu a pena em ler. Foi também de grande ajuda para mim para ler a Bíblia e ambos o Antigo e Novo testamento.

    Clero:

    “Vassula é uma das mais equilibradas e transparentes videntes que conheço. Eu estaria até mesmo tentado a dizer, de maneira mais satisfatória, que ela é mais normal, mais equilibrada que a maioria dos outros.”
    (Fr. Rene Laurentin, França, 1993)

    Vassula veio me clarear mais ainda a experiência da Universalidade da salvação de Deus. Inicialmente deixei-me levar pela simplicidade e profundidade bíblica desta espiritualidade que eu não conhecia. Pouco a pouco descobri um caminho de oração idêntico ao de Santa Terezinha do Menino Jesus, que volta o coração à intimidade efetiva com o Eterno Deus. Vassula é mais um modelo que me ajudou a ter mais carinho com a vida de oração e valorizar a busca de Deus, ou melhor, as formas corretas e variadas com que o ser humano pode se relacionar com Deus. Conheci a Vassula e a espiritualidade foi o incentivo à fidelidade, à vida de oração mais constante.
    (Pe. N. M., Brazil, 1991)

    Não quer dizer que Vassula seja mais santa do que vocês. É uma graça para santificar os outros. Nós devemos ser muito gratos, porque essa graça nos santifica, nos aproxima de Jesus Cristo, nos prepara para o Terceiro Milênio.
    (Dom João Evangelista Martins Terra)

    Penso que se trata de uma mística autêntica e sincera; é o próprio Senhor que lhe fala. A Verdadeira Vida em Deus está cheia de autênticos tesouros: como poderia esta mulher chegar a eles apenas por si?
    (Pe. Emiliano Tardif 1996)

    There is a growing response to these messages here in Hong Kong. (Há um crescente correspondecia a essas mensagens aqui em Hoong Kong)
    (Pe. F.E., Hong Kong)

    The message in these volumes is powerful indeed. It has touched me and others deeply. (A mensagem nestes volumes é realmente poderosa. Tocaram a mim e outros profundamente).
    (Irmão E.C., New Mexico)

    Soy una Carmelita Descalza española y estos escritos me han ayudado(ajudado) mucho. El primer fruto fue hacerme(fazer-me) experimentar el Señor cuánto me ama, con una alegría tan profunda, que las cosas no me afectan más(mais) que exteriormente. También en mi vida de oración me han ayudado: desde entonces me he sentido estimulada a hacer más ratos(tempo) de oración que los que marcan nuestras Reglas. Desde que conocí estos mensajes, todo me parece poco para el Señor. Y todo esto con una gran alegría y paz interiores, que me ayudan mucho a mejorar la convivencia con las Hermanas. Ahora me sucede que cuando pasa la oración personal y tomo el método dado por Vassula para las reuniones, se me pasa el tiempo sin distracciones, lo que no es así cuando no sigo este esquema. Para mí los otros cristianos eran “hermanos separados” por los que había que rezar, aunque sin mucha esperanza. Ahora son hermanos muy queridos. La división del Cuerpo de Cristo me duele mucho más profundamente.
    (H. M. D. del C. de Jesús, Carmelitas Descalzas, Spain 1999)

    (Vassula) travels the world evangelizing for Christian unity; obedience to the Pope; veneration of the Eucharist; devotion to the Sacred Heart of Jesus; and especially, a Gospel morality of life; as well as for deep religious conversion of the world. Vassula Ryden has met with the Pope, with cardinals and with bishops around the world. This is a matter of private revelation and we allow her to speak because what she says conforms to Gospel truth.
    (Cardinal Franjo Kuharic, Archbishop of Zagreb, February 1995)