Desmistificando o protestantismo

Costuma se dizer por ai ou acham que os evangélicos evangelizam mais que os católicos e que seriam mais fervorosos, e ainda eles acham que lêem mais a bíblia achando-se no caminho mais correto. Os quesitos abaixo desmistificam cada um desses mitos.

1 - Pregariam mais o evangelho. Provém de sentimentos de inferioridade e orgulho. A cada Igreja nova criada, seu líder que criou sentiu-se descobridor de um modo mais "eficiente" de levar Jesus às pessoas, se acha descobridor de um caminho melhor que outro antes, mas que é apenas diferente. O sentimento de inferioridade estaria vinculado a pessoas que achariam que apenas elas daquela igreja estariam mais certas, levando assim seus adeptos a evangelizarem para não perderem da concorrência ou achar que a Igreja deles deve ser a mais santa para dominar o mundo. Ou há também separação com criação de igreja por briga: "as obras da carne são estas: inimizades, brigas, ambição, discórdias, partidos" (Gl 5,19-20). Há a necessidade de evangelizar claro, mas não abrindo novas Igrejas com a ambição de ser o dono. Além do perigo de deixar doutrinas dispersas e na mão de um líder desvinculado de qualquer outra Igreja.

2 - Bíblia . Eles não têm magistério, doutrina e os sacramentos, então qualquer problema vão correr atrás da bíblia. Mas a Bíblia não é única solução, Jesus não disse "ide e distribui bíblias", mas "ide e ensinai" (Mc 16), "ensinai" pressupõe em uma organização com hierarquia organizada e dada com autoridade que é a Igreja Católica. Se a apenas a Bíblia fosse solução Jesus fundado uma Igreja nem dado seu corpo como alimento (Eucaristia). Os sacramentos são muito superiores a uma simples leitura da bíblia, mesmo sendo necessário a leitura dela todo dia. Enquanto que o magistério e a doutrina católica orienta pelo verdadeiro caminho da leitura da bíblia, caminho de leitura organizada, coerente e seguro, sem se deixar levar pelas modificações históricas e do livre exame que tem os evangélicos, no qual convém apenas ao homem e não a Deus.

3 - Conseguindo mais adeptos de outras religiões. Eles pensam que quem não é da religião deles ou é católico, estariam condenados ao inferno. Isso faz com que eles tenham que conquistar mais fiéis o possível, não importando muito a qualidade da Igreja. Essa evangelização usando o medo de ir para o inferno em excesso, faz com que a pessoa não tenha uma boa iniciação no cristianismo, levando a sentimentos humanos de temor e condenação, assim a pessoa acaba levando esses sentimentos humanos para seus relacionamentos pessoais, causando um prejuízo de ordem social. Ou seja, parte do excesso desse temor acaba sendo mais sentimento humano do que de Deus.

4 - Seus cultos e os recém convertidos teriam mais "fervor e emoções". Outro mito. Quando qualquer que seja o cristão católico ou protestante esta se convertendo, no começo de sua caminhada sempre há intensas alegrias e emoções, já que há a festa preparada por Deus para o filho pródigo que volta para a casa do Pai (Lc 15). Deus não escolheu emoções para mostrar quem é fiel a Ele, mas a fé, fé no que não se vê. As graças que recebemos na Missa são invisíveis e eternas, assim como as coisas celestes são invisíveis e eternas.

5 - Teologia da prosperidade. Por meio dessa teologia o evangélico se faz passar por descobridor do verdadeiro caminho que leva a pessoa a riqueza. Culpando a outra religião em que a pessoa está da situação em que ela passa por dificuldade, quando na verdade foi a perda de fé "pessoal" do indivíduo a culpa; na Igreja atual em que se encontra foi apenas um motivo pra jogar nela, ou não era a verdadeira Igreja de Jesus Cristo, que é a Católica. Mas se a pessoa mal teve fé em na religião de antes, imagina na outra, não vai resolver o problema enquanto não entrar em uma organização confiável e com história de 2.000 anos que é a Igreja Católica.

 

Angelo
Sinaisdostempos.org



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