Como responder à acusação de o cristão ser fundamentalista

Nos temas morais e de bioética, nós cristãos católicos ou não, temos sidos acusados por não cedermos ao gosto de grupos que querem impor sua visão a todos como a certa, sobrando para nós o rótulo de fundamentalistas e outros nomes expressando o mesmo significado.

Segundo a wikipédia fundamentalismo significaria também o seguinte: "convicção de que algum texto ou preceito religioso seja infalível e historicamente preciso ainda que contrários ao entendimento de estudiosos modernos."

Veja que a principal arma do acusador é dizer que os dogmas cristãos não têm fundamento em estudos modernos, e assim não teriam nenhuma eficácia na vida prática, tais pontos ou dogmas tornariam eles fundamentalistas. E esses tais pontos principais que nós conhecemos são o homossexualismo e o aborto.

Segundo a revista Superinteressante, o fundamentalismo: "É o termo usado para se referir à crença na interpretação literal dos livros sagrados. Fundamentalistas são encontrados entre religiosos diversos e pregam que os dogmas de seus livros sagrados sejam seguidos à risca." Tal revista que gosta de perseguir o cristianismo, não leva em conta que há diferença enorme entre seguir a risca interpretando de qualquer forma como violentos islâmicos e defender um direito fazendo um bem sem nenhuma violência. Levando os leitores a pensar que o termo negativo fundamentalismo se aplica a todos que seguem fielmente um código moral religioso. Ir contra a interpretação predominante hoje é classificado como fundamentalista.

Alguns Islâmicos são taxados com o mesmo termo por interpretar que se deve usar violência para conquistar o que está escrito, enquanto católicos que são contra o aborto jamais usariam de violência, defendem que uma vida deve ser salva e a mãe, cuidada. Salvar uma pessoa requer realmente que haja uma preocupação psicológica de outra pessoa, como nos casos que pais têm filhos com droga ou com deficiência, jamais a morte pode ser o caminho.

“Para quem aprecia as conquistas da modernidade, não é fácil entender a angústia que elas causam nos fundamentalistas religiosos”, escreveu Karen Armstrong no livro Em Nome de Deus: o Fundamentalismo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo. Veja que essa escritora joga de novo o termo pejorativo para junto dos cristãos apenas porque estes se opõe aos dogmas da modernidade criados por um estranho “consenso” da sociedade.

O remédio que temos que usar para tudo isso é convencer de que os dogmas morais não são longe da ciência e da razão, e têm sido sustentados por estudos modernos de que o cristianismo trouxe luz e modo de vida razoável para uma sociedade que não tem uma verdade certa de como agir.

Resumindo, acusar um cristão de fundamentalista ou radical é dizer que ele é contra a modernidade, então:

1. Defendemos dizendo que dependendo do assunto abordado, que nossos dogmas são eficientes comprovados por estudos e jamais contra a modernidade, como exemplo o estudo que comprova a abstinência contra a AIDS, o aborto prejudica tanto o bebê quanto deixa seqüelas na mãe. Pesquise no Google.

2. Misturar cristão com fundamentalista é argumento para colocá-los junto com extremistas islâmicos, assim invalidar nossos argumentos da moral e bioética, de uma forma desonesta. Assim os que não tem religião ou ética se defendem de não serem fundamentalistas por não terem um código moral a seguir, ora um código ou lei é algo inerente ao homem.

3. Perceba que a própria letra da Bíblia ou dogma, não apenas a interpretação, será questionada por essas pessoas por refletirem outra época, ora a moral não depende de época, o que o homem busca e o faz feliz é sempre os mesmos valores.

4. A intenção dos dogmas morais cristão hoje não é subtrair a conquista das pessoas da modernidade, mas fazer elas usarem, administrarem melhor tais conquistas e não confundirem conquistas com regresso, e ainda se tais conquistas são impostas pelas sociedade com nome de moderno.

5. O nosso objetivo de difundir o evangelho é tornar as pessoas cristãs, elas escolhem a religião por livre escolha, e não por imposição.

Sinais dos tempos.org



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