Vitórias da Igreja Católica - Amando e se encorajando com a Igreja

Será uma série de artigos, mostrando como a Igreja Católica é vitoriosa e quanto maior sua responsabilidade em cuidar do mundo e mostrar ao mundo a paz que Cristo delegou, maior sua provação e vitória.

 

Batalha naval de Lepanto

Os turcos avançam sobre a Europa por mar, e através dos Balcãs, no intuito de sujeitar a esse continente a lei islâmica. Saqueavam e queimavam e levavam alguns habitantes como escravos. O Sultão ansiava conquistar a Itália para aniquilar o Papado, fundamento da Religião inimiga, e o projeto já não parecia uma quimera. De resto, a atitude omissa do Imperador Maximiliano e as perpétuas querelas entre as nações católicas mais poderosas — a Espanha, a França e Veneza — só podiam augurar bom termo ao avassalador avanço turco.

O Papa São Pio V fez grandes esforços para chamar as nações católicas para se unirem contra essa invasão que por onde passava, deixava destruição. Depois de muitas negociações com alguns príncipes europeus, finalmente chegaram ao acordo. Estando o exército formado convocou eles a oração especialmente do rosário, jejum e penitência para alcançar essa vitória.

Os estandartes do Crucificado e da Virgem de Guadalupe investem contra as bandeiras vermelhas de Maomé, marcadas com a meia-lua. Navios católicos, em muito menor número, venceram os navios muçulmanos, que queriam invadir a Europa. Já pensou se fossemos mulçumanos hoje?

Soube-se depois que, no maior fragor da batalha, os soldados de Mafona tinham avistado acima dos mais altos mastros da esquadra católica, uma Senhora que os aterrava com seu aspecto majestoso e ameaçador.

Na Espanha e na Itália começaram a surgir igrejas e capelas com a invocação de Nossa Senhora da Vitória. O senado veneziano pôs debaixo do quadro que representava a batalha a seguinte frase: “Non virtus, non arma, non duces, sed Maria Rosarii victores nos fecit” — Nem as tropas, nem as armas, nem os comandantes, mas a Virgem Maria do Rosário é que nos deu a vitória.

Batalha de lepanto

Átila, rei dos hunos, o “Flagelo de Deus”

Átila voltou-se para o norte da Itália, destruindo tudo a ferro e fogo. Muitos se refugiaram nas pequenas ilhas existentes nas lagunas do Mar Adriático, dando origem a Veneza. Átila saqueou Milão; e o imperador Valentiniano III, não se julgando a salvo em Ravena, fugiu para Roma.

O imperador, o senado e povo só viram uma saída para conjurar a situação: que o Papa São Leão (Magno) fosse parlamentar com o invasor.

São Leão foi encontrar-se com o temível bárbaro nas proximidades de Mântua, revestido de todos os paramentos pontificais e acompanhado por sacerdotes e diáconos em trajes sacerdotais. “Como um leão que não conhece medo nem tardança, este varão se apresentou para falar ao rei dos hunos em Peschiera, pequena cidade próxima de Mântua, e moveu o vencedor a voltar”

Os bárbaros perguntaram então a seu chefe por que, contra seu costume, havia mostrado tanto respeito para com o Papa, a ponto de obedecer tudo quanto ele havia proposto. Átila respondeu que “não foi a palavra daquele que veio me encontrar que me inspirou um medo tão respeitoso; mas eu vi junto a esse Pontífice um outro personagem, de um aspecto muito mais augusto, venerável por seus cabelos brancos, que se mantinha em pé, em hábito sacerdotal, com uma espada nua na mão, ameaçando-me com um ar e um gesto terríveis, se eu não executasse fielmente tudo o que me era pedido pelo enviado”. Esse personagem era o Apóstolo São Pedro. Segundo outra tradição, o Apóstolo São Paulo estava também presente.

Papa barra Atila

Próxima vitória continua no próximo, espero que tenha ajudado a você a lutar pela Igreja Católica.

Fonte dos artigos: http://www.lepanto.com.br/historia/a-batalha-de-lepanto/ e outros sites pesquisados pelo Google.com.br



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